Uma polêmica história que transtornou muitas pessoas no final dos anos 90. Um suposto documentário encontrado, que mostra o fim que três jovens estudantes de cinema levaram, ao se envolver com uma lenda maligna e sobrenatural. Uma história fictícia, que trouxe o terror para a mente de seus telespectadores e a aquela dúvida incômoda: "Será que é real?". A Bruxa de Blair trouxe aos cinemas mundiais um estilo novo de terror, um estilo "caseiro" de se fazer um filme, porém, um estilo que assusta, e assusta muito. Você vê tudo o que há por trás deste filme aqui, no Medo B!
Os 3 atores receberam aulas para aprender a manusear uma câmera, e então foram levados para ficar oito dias na floresta, privados de sono e alimento com apenas uma bússola, e sem saber mesmo onde estavam. A produção se mantinha camuflada e escondida no meio da floresta. Tudo foi feito para que A Bruxa de Blair parecesse mais real.
Outros finais gravados em pós-produção e que foram descartados, incluíam Mike sendo enforcado e em outro estava de frente para a parede, com a figura das ramas ao seu lado.
A banda HIM gravou parte do clipe da música “And love said no...” na casa que aparece no final de A Bruxa de Blair.
No Brasil, A Bruxa de Blair foi um grande sucesso de público, tendo levado aos cinemas mais de 1,4 milhão de expectadores.
A Bruxa de Blair foi gravado em 8 dias.
Joshua Leonard caiu colina abaixo rodando e quebrou as lentes da câmera 16 mm durante a gravação.
A casa que Heather mostra no começo de A Bruxa de Blair é, na verdade, a casa de Lonnie Glerum, assistente de produção do filme.
A Bruxa de Blair custou 35.000 dólares e teve um ganho de 250 milhões de dólares nos cinemas do mundo inteiro.
A Bruxa de Blair foi inspirado no documentário “Häxan” de Benjamin Christensen.
A produtora de A Bruxa de Blair se chama Häxan Films, em honra ao documentário que lhes serviu de inspiração.
Há um rumor de que a atriz Heather Donahue comprou um canivete para a gravação, pois não se sentia segura em dormir com dois desconhecidos no meio de um bosque.
Na cena do supermercado, quase no começo de A Bruxa de Blair, se pode escutar ao fundo a frase “Você é Rick Derris?”, um referencial ao filme “Clerks” de Kevin Smith.
A placa de Burkitsville, que aparece no começo do filme, foi roubada três vezes.
Quando Josh e Heather vão procurar Mike, eles estavam escutando a música “We gotta get out of this place” do grupo The Animals, no rádio. Mas como os produtores não conseguiram adquirir os direitos do autor, se suprimiu a canção.
A camareira, a quem perguntam sobre o Instituto Blair, foi interpretada pela irmã do diretor Eduardo Sánchez.
A cena em que Heather descobre, em um lenço, dentes e parte de uma língua, supostamente de Josh, é similar à que ocorre na história “The Devil and Tom Walker” de Washington Irving.
Uma das câmeras de vídeo que foram utilizadas no filme foi comprada em um Wal-Mart. Existe o rumor de que tal câmera foi devolvida após a filmagem, para que o custo do filme não se elevasse.
Em A Bruxa de Blair, emprega-se 133 vezes a palavra “foder”.
Para promover A Bruxa de Blair, foi dito que se tratava de um documentário real, assim como foi feito com “Holocausto Canibal”. Para isso, foi feita uma parceria com vários sites conhecidos, que junto à ficha de cada ator, foi colocado que seu paradeiro era desconhecido.
A Bruxa de Blair se tornou, em pouco tempo, um dos filmes mais parodiados da história, aparecendo em filmes como “Todo mundo em pânico”, episódios de diversas séries e curta metragens.
Duas mil salas de cinema projetaram simultaneamente A Bruxa de Blair nos Estados Unidos, foi um recorde maior que o de “Star Wars: Ameaça Fantasma”.
Nos EUA, muita gente ficou verdadeiramente mal após assistir A Bruxa de Blair não por medo ou sangue, mas sim por causa do contínuo movimento das câmeras de mão usadas para gravar as cenas.
O título original do filme era “The Black Hills Project”.
Burkittsville, a cidade do filme, ficou muito incomodada pelas informações falsas acerca da cidade que foram veiculadas, tanto pelo filme como na divulgação dele. Chegaram a criar um site (www.burkittsville.org) para contar a verdade sobre um assunto e até escreveram um FAQ com as respostas para as perguntas que não paravam de aparecer.
CNN descreve o roteiro como “Provável clássico do cinema de terror”.
O site do filme recebia 3 milhões de visitas diárias durante a estreia. Toda a campanha de publicidade começou na internet, que foi sua melhor aliada de marketing.
A estreia no México se realizou em um cemitério ao ar livre, preparado para a ocasião com centenas de velas e uma grande tela entre as árvores.
Os três atores protagonistas gravaram cada fotograma do filme inteiro. Foi a primeira vez na história do cinema que isso aconteceu.
Os atores terminaram a gravação suplicando por comida e abrigo. Estavam inclusive machucados por causa dos galhos e armadilhas naturais do bosque.
Aos atores foi entregue um esboço de apenas 35 páginas sobre a trama antes de começarem a gravar. Todas as frases eram improvisadas e quase nenhum evento do filme era conhecido de antemão por eles.
Eduardo e Daniel (diretores) surpreendiam os atores, dando-lhes sustos pela manhã e também trabalhavam durante a noite para assustá-los de verdade.
A Bruxa de Blair foi acusado de plágio de dois filmes: "The Last Broadcast" de 1998 e "Holocausto Canibal" de 1979.
Eduardo Sánchez inventou uma obra, supostamente escrita em 1809 sobre a lenda da bruxa de Blair.
Como estratégia de marketing, os diretores criaram e emitiram um documentário falso sobre a lenda da bruxa de Blair em um canal de TV americano. O público acreditou na lenda.
Em alguns cinemas de Toronto, os funcionários pediam para os espectadores propensos a enjoo, que sentassem nos bancos do corredor e tentassem “não vomitar nas outras pessoas”.
A mentira sobre a bruxa forma parte de uma ficção que os diretores inventaram, e que começa em 1785, em plena época de caça às bruxas. A partir daí, acontece uma sucessão de assassinatos e desaparecimentos durante o século XIX e anos 40-60. Tudo falso.
A Bruxa de Blair teve sua estreia na Espanha, no Festival de Cine Fantástico de Sitges. A publicidade sobre a suposta veracidade do filme foi tanta, que um dos distribuidores do filme na Europa acabou sendo ridicularizado no dito festival, por tentar ocultar que o filme era ficção.
O Departamento de Recursos Naturais do estado americano de Maryland tomou a decisão de salvar a casa em que foi gravada a cena final de A Bruxa de Blair. A casa seria derrubada, pois se encontra em estado de abandono e possui 200 anos.
Os diretores deixavam as atividades do dia cravadas nas árvores, com uma bolsa de comida e água.
Em algumas cenas, os atores não conheciam o diálogo de seus colegas e nem os atos que iam realizar, porque a cada um eram dadas instruções diferentes e contraditórias. Os atores pensavam que seus colegas tinham que fazer o mesmo que eles, e quando seu comportamento mudava, se assustavam de verdade. O medo exposto no filme, era real.
A Bruxa de Blair, originalmente, durava 3 horas, mas foi diminuído para 1:30h porque a produtora pensou que ninguém aguentaria tanto tempo em uma sala de cinema.
Os três protagonistas acreditaram na lenda da bruxa até a estreia do filme.
Quando A Bruxa de Blair estreou em junho de 1999, foram feitas apenas 27 cópias do mesmo, número que aumentou de forma gradual. Por haver poucas cópias, os ingressos para o cinema se esgotaram em muitos lugares e os rumores tomaram conta das ruas.
Suddeutsche Zeitung publicou: “AA Bruxa de Blair é um novo fenômeno: seu êxito não se deve a uma campanha publicitária tradicional, mas por sua promoção na internet e ao boca a boca”.
Seguido por: A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras.
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Bons Pesadelos...






















































