Mostrando postagens com marcador Curiosidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Curiosidades. Mostrar todas as postagens

20 de março de 2013

Curiosidades sobre o filme "A Bruxa de Blair" (1999)



Uma polêmica história que transtornou muitas pessoas no final dos anos 90. Um suposto documentário encontrado, que mostra o fim que três jovens estudantes de cinema levaram, ao se envolver com uma lenda maligna e sobrenatural. Uma história fictícia, que trouxe o terror para a mente de seus telespectadores e a aquela dúvida incômoda: "Será que é real?". A Bruxa de Blair trouxe aos cinemas mundiais um estilo novo de terror, um estilo "caseiro" de se fazer um filme, porém, um estilo que assusta, e assusta muito. Você vê tudo o que há por trás deste filme aqui, no Medo B!

[leiamais]



Os 3 atores receberam aulas para aprender a manusear uma câmera, e então foram levados para ficar oito dias na floresta, privados de sono e alimento com apenas uma bússola, e sem saber mesmo onde estavam. A produção se mantinha camuflada e escondida no meio da floresta. Tudo foi feito para que A Bruxa de Blair parecesse mais real.


Outros finais gravados em pós-produção e que foram descartados, incluíam Mike sendo enforcado e em outro estava de frente para a parede, com a figura das ramas ao seu lado.

A banda HIM gravou parte do clipe da música “And love said no...” na casa que aparece no final de A Bruxa de Blair.


No Brasil, A Bruxa de Blair foi um grande sucesso de público, tendo levado aos cinemas mais de 1,4 milhão de expectadores.

A Bruxa de Blair foi gravado em 8 dias.


Joshua Leonard caiu colina abaixo rodando e quebrou as lentes da câmera 16 mm durante a gravação.
A casa que Heather mostra no começo de A Bruxa de Blair é, na verdade, a casa de Lonnie Glerum, assistente de produção do filme.

A Bruxa de Blair custou 35.000 dólares e teve um ganho de 250 milhões de dólares nos cinemas do mundo inteiro.

A Bruxa de Blair foi inspirado no documentário “Häxan” de Benjamin Christensen.


A produtora de A Bruxa de Blair se chama Häxan Films, em honra ao documentário que lhes serviu de inspiração.

Há um rumor de que a atriz Heather Donahue comprou um canivete para a gravação, pois não se sentia segura em dormir com dois desconhecidos no meio de um bosque.


Na cena do supermercado, quase no começo de A Bruxa de Blair, se pode escutar ao fundo a frase “Você é Rick Derris?”, um referencial ao filme “Clerks” de Kevin Smith.

A placa de Burkitsville, que aparece no começo do filme, foi roubada três vezes.

Quando Josh e Heather vão procurar Mike, eles estavam escutando a música “We gotta get out of this place” do grupo The Animals, no rádio. Mas como os produtores não conseguiram adquirir os direitos do autor, se suprimiu a canção.


A camareira, a quem perguntam sobre o Instituto Blair, foi interpretada pela irmã do diretor Eduardo Sánchez.

A cena em que Heather descobre, em um lenço, dentes e parte de uma língua, supostamente de Josh, é similar à que ocorre na história “The Devil and Tom Walker” de Washington Irving.


Uma das câmeras de vídeo que foram utilizadas no filme foi comprada em um Wal-Mart. Existe o rumor de que tal câmera foi devolvida após a filmagem, para que o custo do filme não se elevasse.

Em A Bruxa de Blair, emprega-se 133 vezes a palavra “foder”.


Para promover A Bruxa de Blair,  foi dito que se tratava de um documentário real, assim como foi feito com “Holocausto Canibal”. Para isso, foi feita uma parceria com vários sites conhecidos, que junto à ficha de cada ator, foi colocado que seu paradeiro era desconhecido.

A Bruxa de Blair se tornou, em pouco tempo, um dos filmes mais parodiados da história, aparecendo em filmes como “Todo mundo em pânico”, episódios de diversas séries e curta metragens.


Duas mil salas de cinema projetaram simultaneamente A Bruxa de Blair nos Estados Unidos, foi um recorde maior que o de “Star Wars: Ameaça Fantasma”.

Nos EUA, muita gente ficou verdadeiramente mal após assistir A Bruxa de Blair  não por medo ou sangue, mas sim por causa do contínuo movimento das câmeras de mão usadas para gravar as cenas.

O título original do filme era “The Black Hills Project”.


Burkittsville, a cidade do filme, ficou muito incomodada pelas informações falsas acerca da cidade que foram veiculadas, tanto pelo filme como na divulgação dele. Chegaram a criar um site (www.burkittsville.org)  para contar a verdade sobre um assunto e até escreveram um FAQ com as respostas para as perguntas que não paravam de aparecer.

CNN descreve o roteiro como “Provável clássico do cinema de terror”.


O site do filme recebia 3 milhões de visitas diárias durante a estreia. Toda a campanha de publicidade começou na internet, que foi sua melhor aliada de marketing.

A estreia no México se realizou em um cemitério ao ar livre, preparado para a ocasião com centenas de velas e uma grande tela entre as árvores.


Os três atores protagonistas gravaram cada fotograma do filme inteiro. Foi a primeira vez na história do cinema que isso aconteceu.

Os atores terminaram a gravação suplicando por comida e abrigo. Estavam inclusive machucados por causa dos galhos e armadilhas naturais do bosque.


Aos atores foi entregue um esboço de apenas 35 páginas sobre a trama antes de começarem a gravar. Todas as frases eram improvisadas e quase nenhum evento do filme era conhecido de antemão por eles.

Eduardo e Daniel (diretores) surpreendiam os atores, dando-lhes sustos pela manhã e também trabalhavam durante a noite para assustá-los de verdade.


A Bruxa de Blair foi acusado de plágio de dois filmes: "The Last Broadcast" de 1998 e "Holocausto Canibal" de 1979.

Eduardo Sánchez inventou uma obra, supostamente escrita em 1809 sobre a lenda da bruxa de Blair.

Como estratégia de marketing, os diretores criaram e emitiram um documentário falso sobre a lenda da bruxa de Blair em um canal de TV americano. O público acreditou na lenda.

Em alguns cinemas de Toronto, os funcionários pediam para os espectadores propensos a enjoo, que sentassem nos bancos do corredor e tentassem “não vomitar nas outras pessoas”.


A mentira sobre a bruxa forma parte de uma ficção que os diretores inventaram, e que começa em 1785, em plena época de caça às bruxas. A partir daí, acontece uma sucessão de assassinatos e desaparecimentos durante o século XIX e anos 40-60. Tudo falso.

A Bruxa de Blair teve sua estreia na Espanha, no Festival de Cine Fantástico de Sitges. A publicidade sobre a suposta veracidade do filme foi tanta, que um dos distribuidores do filme na Europa acabou sendo ridicularizado no dito festival, por tentar ocultar que o filme era ficção.


O Departamento de Recursos Naturais do estado americano de Maryland tomou a decisão de salvar a casa em que foi gravada a cena final de A Bruxa de Blair. A casa seria derrubada, pois se encontra em estado de abandono e possui 200 anos.

Os diretores deixavam as atividades do dia cravadas nas árvores, com uma bolsa de comida e água.

Em algumas cenas, os atores não conheciam o diálogo de seus colegas e nem os atos que iam realizar, porque a cada um eram dadas instruções diferentes e contraditórias. Os atores pensavam que seus colegas tinham que fazer o mesmo que eles, e quando seu comportamento mudava, se assustavam de verdade. O medo exposto no filme, era real.


A Bruxa de Blair, originalmente, durava 3 horas, mas foi diminuído para 1:30h porque a produtora pensou que ninguém aguentaria tanto tempo em uma sala de cinema.

Os três protagonistas acreditaram na lenda da bruxa até a estreia do filme.

Quando A Bruxa de Blair estreou em junho de 1999, foram feitas apenas 27 cópias do mesmo, número que aumentou de forma gradual. Por haver poucas cópias, os ingressos para o cinema se esgotaram em muitos lugares e os rumores tomaram conta das ruas.

Suddeutsche Zeitung publicou: “AA Bruxa de Blair é um novo fenômeno: seu êxito não se deve a uma campanha publicitária tradicional, mas por sua promoção na internet e ao boca a boca”.

Seguido por: A Bruxa de Blair 2: O Livro das Sombras.


Post by: Loucifre
Siga no twitter: @loucifre

Bons Pesadelos...

13 de março de 2013

Curiosidades sobre o filme "O Chamado" (2002)


Uma menina com poderes paranormais que não conseguia controlar. Um assassinato cruel, executado pela própria mãe. Um poço que serviu de prisão por sete dias até sua morte. A vingança em forma de fita de vídeo. A história de Samara Morgan é sombria e dolorosa. Há quem simpatize com ela, há quem a odeie, mas uma coisa é certa: o filme O Chamado foi um grande sucesso de público e crítica, e até hoje é muito admirado como um dos maiores sucessos do terror dos tempos atuais. Ele é o grande protagonista do post de hoje do Medo B.

6 de março de 2013

Curiosidades sobre o filme "Psicose" (1960)



Uma cena que marcou história no cinema global. Uma música aterrorizante. Um assassinato durante o banho. Um grito de pavor. Esses pequenos fatores transformaram Psicose não apenas em um sucesso, mas no maior clássico do terror da história do cinema. O filme que é referência para todos os diretores, sucesso de público e crítica e respeitado em todos os âmbitos da indústria cinematográfica, você vê aqui, no Medo B.

27 de fevereiro de 2013

Curiosidades sobre o filme "A Casa dos 1000 Corpos" (2003)



Violência, sangue, horror, gore, sensualidade, necrofilia, tortura, entre outros, são os temas abordados neste filme. A estreia do grande diretor Rob Zombie nos cinemas não poderia ter sido melhor. Um trash muito bem produzido, explícito e até mesmo perturbador, capaz de deixar os mais sensíveis sentindo náuseas por semanas. Esse é A Casa dos 1000 Corpos, e você saberá todas as curiosidades por trás das câmeras aqui, no Medo B!


[leiamais]




- As filmagens de A Casa dos 1000 Corpos foram realizadas em 2000, mas o filme apenas chegou aos cinemas americanos 3 anos depois.

- Apesar de ter produzido A Casa dos 1000 Corpos, a Universal Pictures se recusou a lançá-lo nos cinemas americanos devido à sua censura NC-17 (proibido para menores de 17 anos não-acompanhados).


- Primeiro filme dirigido pelo roqueiro Rob Zombie

- Os nomes de vários personagens são homenagens a filmes estrelados pelos irmãos Marx: Capitão Jeffrey T. Spaulding e Signor Emanuel Ravelli, de Os Galhofeiros (1930); Prof. Quincy Adams Wagstaff, de Horse Feathers (1932); Rufus T. Firefly, de Duck Soup(1933); Otis B. Driftwood, de A Night at the Opera (1935); e Dr. Hugo Z. Hackenbush, de Um Dia nas Corridas(1937).


- A casa exibida no filme é a mesma usada em A Melhor Casa Suspeita do Texas (1982).

- Após a última cena do filme, aparecem os dizeres "The End?".

- Lançado diretamente em vídeo no Brasil.


- O orçamento de A Casa dos 1000 Corpos foi de US$ 7 milhões.

- Na cena em que todos estão comendo juntos, a sobremesa que estão comendo era, na verdade, o bolo de aniversário do ator Matthew McGrory, que interpreta Tiny.


- Gregg Gibbs, que faz o Dr. Wolfenstein, trabalha no desenho de produção de A Casa dos 1000 Corpos.

- O personagem interpretado pelo ator Chris Hardwick se chama Jerry Goldsmith, igual o famoso compositor de cinema.

- Rob Zombie, para escrever o roteiro de A Casa dos 1000 Corpos, se inspirou em um monte de filmes: O massacre da serra elétrica, Halloween, A casa dos horrores, Reservoir Dogs, Spider Baby e etc.


- Algumas das cenas de tortura por parte de Otis, a masturbação de Baby com o cadáver, os títulos de crédito, etc, foram filmados por Rob Zombie no sótão de sua própria casa, com uma câmera de 16mm.

- A Casa dos 1000 Corpos é dedicado a Dennis Fimple, que interpreta o avô Hugo, pois ele faleceu antes da estreia.


- Sem nenhum corte, o filme dura 105 minutos, mas em alguns países como EUA, algumas cenas foram censuradas.


- Freddy Waff, que aparece como um deficiente mental, trabalha no departamento artístico de A Casa dos 1000 Corpos.

- A atriz e modelo Sheri Moon, que interpreta Baby Firefly, é esposa do cantor e diretor Rob Zombie.



- É a primeira obra do rockeiro Rob Zombie, quem, entre outros muitos trabalhos, já esteve no programa de televisão “Pee-wee’s playhouse”, cantou junto com Alice Cooper para um episódio da série “Arquivo X” e participou também do cinema de animação com “Beavis & Butt-Head do America”.


- O próprio diretor aparece como ajudante do Dr. Wolfenstein durante alguns segundos; originalmente, iria fazer o papel de Wolfenstein, mas não gostou da ideia de usar tanta maquiagem, então, acabou decidindo por uma aparição breve.


- O filme “Rejeitados pelo Diabo” (2005) é uma continuação de A Casa dos 1000 Corpos.

Post by: Loucifre
Siga no twitter: @loucifre

Tem alguma dúvida? Crítica? Dica de post? Escreve contos e/ou Creepypasta? Mande um e-mail para loucifre@proibidoler.com

Bons Pesadelos...

25 de fevereiro de 2013

O Mundo sem MEDO

O MEDO é a maior emoção do homem, é maior até que o amor, e ela que nos move pra frente(ou pra trás).
Mas e como seria o mundo SEM MEDO? A Super Interessante nos mostra:


Quem diria: aquele frio na espinha na hora de pular do trampolim é essencial para a nossa vida. O medo acaba com a gente quando estamos vendo um filme de terror ou tentando pular na piscina, mas, sem ele, não seríamos nada, coisa nenhuma. Na ausência do medo, não teríamos nenhuma reação em situações de perigo, como a aproximação de mastodonte na idade do gelo ou quando o carro vai dar de cara no poste. Essa proteção acontece involuntariamente: a sensação de temor chega antes às partes do cérebro que regem nossas ações involuntárias que ao córtex, a casca cerebral onde está o raciocínio.

Além desse medo primordial, existe o medo criado pela mente. Afinal, não corremos risco iminente de não perpetuar a espécie quando gaguejamos diante de uma possível paquera, ao tentar pedir aumento para o chefe ou quando construímos muralhas e bombas atômicas. Pelo contrário. “O medo de ser ridicularizado ou menos amado pelo outro é a fonte de neuroses e fobias sociais, mas está presente em todas as pessoas”, diz a psicóloga Maria Tereza Giordan Góes, autora do livro Vivendo Sem Medo de Ter Medo. E o que aconteceria se seguíssemos com o medo involuntário mas deixássemos de ter o medo imaginário? Pois é, também não seríamos muita coisa.

O medo é um conceito fundamental para Freud, o pai da psicanálise. Segundo ele, é o medo da castração, de ser ridicularizado ou menos amado, que faz os homens lutar por objetivos e se submeter a provas sexuais e sociais. Sem medo, poderíamos ficar sem motivação de competir, inovar, ser melhor que o vizinho. Pior: viveríamos num caos danado, já que o medo de ser culpado e castigado é raiz para instituições e religiões. “Nunca uma civilização concedeu tanto peso à culpa e ao arrependimento quanto o cristianismo”, afirma o historiador francês Jean Delumeau, autor do livro História do Medo no Ocidente.

“O medo se reproduz na forma da autoridade física e espiritual”, afirma a psicanalista Cleide Monteiro. “Ele está na base de instituições que podem ser opressoras, mas fazem a sociedade andar para a frente longe de barbáries.” Para a psicanálise, funciona assim: quando eu reconheço em mim a possibilidade de fazer mal a alguém, a enxergo também em você, então passo a temê-lo. Para podermos conviver numa boa, criamos coisas superiores para temer, como a polícia e a religião. Sem o medo, não teríamos nada disso. Sairíamos direto na faca.


O horror, o horror
Caos dominariao mundo se o medo deixasse de existir

[leiamais]

Deus, que Deus?
A religião seria a primeira idéia a ficar obsoleta. Sem o medo do desconhecido, do que pode nos acontecer no futuro ou de catástrofes naturais, a imagem de seres superiores desapareceria. Com ela, sumiriam todos os códigos morais construídos pelos homens e vinculados à religião, como a noção de culpa e pecado.

Barbárie
A falta de culpa e pecado poderia causar horror total na sociedade. Fora os atos criminosos que não cometemos simplesmente porque não achamos correto, colocaríamos em prática todos aqueles que temos ímpeto de fazer mas somos freados pelo medo de ser condenados. Discussões, brigas, assassinatos e até estupros explodiriam.

Sem futuro
Medos imaginários são tidos como a causa de várias ações que tomamos para ter uma vida digna, saudável e estável, como comprar uma casa ou tentar ser promovido. Sem medo, nossa vida teria poucos objetivos e preocupações. Seríamos hedonistas, bêbados e glutões e não ligaríamos para o que poderia acontecer no dia seguinte. Morreríamos ainda jovens.

Racismo
O mundo seria um caos sem medo, mas talvez as nações e raças vivessem mais em paz. “O racismo é a exacerbação do medo coletivo de ser atacado”, afirma a psicanalista Cleide Monteiro. Como o racismo é a fonte de grande parte da segregação, teríamos mais miscigenação – pelo menos nessa área, a situação ficaria mais justa.

Terra sem lei
Além de surgirem cenas de horror pela rua, não haveria ninguém para julgar os crimes, como a Justiça, já que as noções de pecado e culpa seriam diferentes. Também deixaria de existir a preocupação com o que o outro pode fazer quando você anda na rua. Ou seja: não existiriam leis ou instituições jurídicas para condenar quem não as cumprisse.

Tecnologia zero
Não teríamos medo, mas também não teríamos tecnologias feitas para nos proteger do imprevisível, como pára-raios ou açudes. A indústria bélica seria afetada: em vez de armas que possibilitam atacar de longe, sem mostrar o rosto e sem chance de contra-ataque, sairíamos na faca em brigas de esquina e nas guerras entre países. Remédios? Para que se preocupar com isso...


Fonte: Super Interessante
Bons Pesadelos...

20 de fevereiro de 2013

Curiosidades sobre o filme "Hellraiser - Renascido do Inferno" (1987)



Um filme que mistura sensualidade, sadomasoquismo, violência, medo e muito, mas muito sangue! Um vilão que é tido como um dos mais amedrontadores de todos. Uma maquiagem sensacional, que superou as expectativas de sua época. Enfim, mais um clássico muito respeitado tem suas curiosidades expostas aqui, no Medo B. Confira!

13 de fevereiro de 2013

Curiosidades sobre o filme "O Massacre da Serra Elétrica" (1974)



Cinco jovens viajando em uma van pelo interior dos Estados Unidos. Um assassino cruel e assustador com uma moto-serra nas mãos. O final disso nós já conhecemos, certo? Saiba as curiosidades por trás de O Massacre da Serra Elétrica, um dos maiores clássicos do terror de todos os tempos, aqui no Medo B!


[leiamais]



A atriz Marilyn Burns realmente sofreu em algumas cenas. Por exemplo, na cena da floresta, onde Leatherface a persegue sem parar, ela esbarrou em alguns galhos e se cortou de verdade em algumas vezes.

Durante a cena de jantar próximo ao final do filme, quando o homem da serra elétrica corta o dedo de Sally, ele realmente o corta! Isso porque não foi possível fazer com que o sangue falso jorrasse do tubo que ficava atrás da lâmina.


A atriz que interpretou a personagem Pam que ficou pendurada em um gancho, foi na verdade suspensa por uma corda de nailon que ficava entre as suas pernas, o que causou muita dor à atriz.


O Massacre da Serra Elétrica não foi lançado na Austrália até o início dos anos 80.

O diretor Tobe Hooper disse que teve a ideia do filme enquanto estava em uma loja de ferragens lotada. Enquanto pensava em um jeito de passar pela multidão, ele avistou a serra elétrica.


Quando O Massacre da Serra Elétrica foi lançado, a audiência o achou tão chocante que muita gente simplesmente foi embora no meio do filme na pré-estreia.

O Massacre da Serra Elétrica foi produzido com um orçamento inferior a US$ 150 mil, e rendeu mais de US$ 100 milhões em todo o mundo.


Tobe Hooper não conseguiu lançar o filme em 1973, já que foi considerado brutal demais. Devido a isso, O Massacre da Serra Elétrica só foi lançado no final de 1974, por distribuidores desconhecidos.

Sacos para vômito eram distribuídos para as pessoas antes do começo do filme.

Foi o primeiro e mais importante filme de uma nova tendência de violência explícita e muitas cenas de sangue com alto teor de terror psicológico.


Assim como muitos outros filmes o fizeram (“Psicose”, “O Silêncio dos Inocentes”, entre outros), O Massacre da Serra Elétrica tem como inspiração principal a figura do psicopata Ed Gein, que aterrorizou uma cidade chamada Plainfield, nos EUA, durante os anos 50.


A franquia em torno de O Massacre da Serra Elétrica ainda inclui um vídeo game lançado em 1983 e dois documentários produzidos diretamente para o vídeo. “The Texas Chainsaw Massacre: A Family Portrait” (1988) foi dirigido e escrito por Brad Shellady, trazendo depoimentos dos atores do filme original, além da presença do famoso colecionador Forrest J. Ackerman, editor da revista “Famous Monsters of Filmland”. E o documentário inglês com cenas de bastidores “The Texas Chainsaw Massacre: The Shocking Truth” (2000), com direção e roteiro de David Gregory, narração de Matthew Bell e com a participação de vários nomes envolvidos com os filmes.


As filmagens ocorreram em “Austin”, uma pequena cidade do Texas onde nasceu o diretor Tobe Hooper.

O personagem “Old Man” da família canibal, recebeu o nome de “Cook” (Cozinheiro) na continuação de 1986, e foi interpretado pelo mesmo ator Jim Siedow nos dois filmes.


O nome original estava previsto para ser “Leatherface” ou “Headcheese”, e somente perto do lançamento do filme é que foi escolhido o título definitivo de “The Texas Chainsaw Massacre”.

O nome do filme, no Brasil, contém um erro grotesco. O correto e ideal seria traduzir o original para algo como “O Massacre da Moto-Serra no Texas”, pois o instrumento utilizado por “Leatherface” para retalhar suas vítimas é uma moto-serra movida por combustível líquido e não elétrica.


O Massacre da Serra Elétrica foi censurado e proibido em vários países como Inglaterra, Alemanha, Finlândia, Suécia e até aqui no Brasil, durante a Ditadura Militar.

A atriz Marilyn Burns que interpreta Sally, foi a primeira Scream Queen do cinema.


O Massacre da Serra Elétrica foi rodado em 16 mm, dando-lhe um ar sujo e realista, como um filme caseiro, o que contribuiu para a atmosfera do filme.

Seguido por: "O Massacre da Serra Elétrica 2" (1986); "O Massacre da Serra Elétrica" (2003) - Refilmagem do original de 1974; "O Massacre da Serra Elétrica: O Início" (2006).


Em 2013 foi lançado o remake The Texas Chainsaw 3D, que conseguiu desbancar O Hobbit - Uma Jornada Inesperada do topo das bilheterias dos EUA.


Post by: Loucifre
Sigam: @loucifre

Bons Pesadelos...