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4 de novembro de 2013

O Misterioso Caso de Elisa Lam


 Existem mistérios que são tão assustadores e estranhos, que prendem nossas mentes durante dias. O caso de Elisa Lam é um deles. Em fevereiro de 2013, esta estudante de apenas 21 anos foi encontrada morta dentro de um tanque de água no último andar do Cecil Hotel’s, em Los Angeles. O Departamento de Médicos Legistas do Município de Los Angeles determinou a morte como “Acidental devido a afogamento”, e foi relatado que não foram encontrados vestígios de álcool ou drogas durante a autópsia. No entanto, há muito mais história do que o pouco apresentado nos relatórios policiais. A primeira evidência que precisa ser considerada é uma fita de vigilância do elevador, que registou o comportamento de Elisa apenas alguns minutos antes de perder sua vida.
O vídeo de quatro minutos postado no YouTube, mostra Elisa entrando e pressionando todos os botões do elevador esperando que ele se mova. Ao ver que as portas não se fecham, ela passa a agir de forma um tanto quanto estranha. Eis o vídeo aqui:

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Em primeiro lugar, Elisa entra no elevador e, aparentemente, pressiona todos os botões. Ela, então, espera que algo aconteça, mas, por alguma razão, a porta do elevador não se fecha. Elisa então começa a olhar em volta, com se estivesse esperando ou fugindo de alguém. Nos 01:57, seus braços e suas mãos começam a se mover de uma forma muito estranha (quase não humana), como se ela falasse com alguém ou alguma coisa... Ou nada. Ela, então, vai embora. A porta do elevador se fecha e, em seguida, parece voltar a funcionar normalmente.
Logo após os eventos do elevador, Elisa de alguma forma conseguiu acessar o último andar do hotel, subiu em no reservatório de água e, acabou se afogando nele. Seu corpo foi encontrado somente duas semanas após a sua morte, depois que hóspedes começaram a reclamar do gosto e da cor da água.
Vendo as imagens das câmeras de vigilância, a maioria das pessoas concluiria que Elisa estava sob a influência de drogas. Entretanto, a jovem estudante não tinha histórico de uso de drogas e em sua autópsia, foi concluído que não houve a ingestão de nenhuma droga. Quando se olha para o contexto e as circunstâncias desta morte, as coisas acabam tornando-se ainda mais misteriosas.



A Obscura História do Cecil Hotel’s

Construído em 1920, com a intenção de ser um hotel para viajantes, ou empresários que passariam apenas uma ou duas noites na cidade, o Cecil Hotel’s foi rapidamente ofuscado por vários hotéis glamorosos. Localizado próximo do infame Skid Row, o hotel começou a alugar os quartos a longo prazo por preços absurdamente baixos, coisa que acabou chamando atenção de diversos desordeiros. A reputação do hotel rapidamente passou a ser de “indecente” e “mórbido” quando se tornou notório devido ao grande número de suicídios e homicídios, assim, como instalação para famosos assassinos em série.
"Parte de sua história sórdida, envolve dois assassinos em série, Richard Ramirez e Jack Unterweger.
Agora no corredor da morte, Ramirez, apelidado de “the Nightstalker”, viveu no Cecil Hotel’s em 1985, em um dos andares superiores. Ele pagava em torno de 14 dólares por noite. Com o hotel cheio de viajantes, passou despercebido como ele perseguiu e matou 13 mulheres. Richard Schave, disse “Ele jogava as suas roupas ensanguentadas na lixeira no final da noite e retornava ao hotel pela porta dos fundos”.
Jack Unterweger era um jornalista que cobria os crimes em Los Angeles para uma revista austríaca em 1991. “Acreditamos que ele viveu no Cecil Hotel’s em homenagem ao Ramirez”, disse Schave. Ele foi acusado de matar três prostitutas em L.A., enquanto ainda era um hóspede do Cecil.
Durante os anos 50 e 60, o Hotel era conhecido como um lugar em que as pessoas iriam para cometer suicídio, se jogando de uma de suas janelas. Helen Gurnee, 50 anos, pulou de uma janela do sétimo andar do Cecil Hotel’s, caindo em cima do seu letreiro, em 22 de outubro de 1954. Julia Moore pulou da janela de seu quarto no oitavo andar, em 11 de fevereiro de 1962. Pauline Otton, 27 anos, pulou de uma janela do nono andar após uma discussão com seu ex-marido, em 12 de outubro de 1962. Pauline caiu sobre George Gianinni, 65 anos, que estava andando na calçada, a 90 metros abaixo de onde ela havia saltado. Ambos morreram instantaneamente.
Ocorreu também o assassinato de um dos moradores do Cecil. Osgood “Pigeon Goldie”, um operador de telemarketing aposentado, conhecido por proteger e alimentar os pombos em um parque nas proximidades, foi encontrado morto em seu quarto e teve seus objetos furtados em 4 de junho de 1964. Ele havia sido esfaqueado, estrangulado e estuprado. O crime até hoje se encontra sem solução.” - Las Vegas Guardian Express, Elisa Lam, Morbid History Of Two Serial Killers Unfolds At “Cecil Hotel”
O caso de Lisa Lam é mais uma adição sórdida para a história do hotel e pode levar-nos a perguntar: "O que diabos têm de errado com esse lugar?”.



O Filme “Dark Water” (no Brasil, Água Negra)

A história de Elisa Lam é assustadoramente semelhante ao filme de terror Água Negra, de 2005. Dahlia, a principal protagonista do filme se move em um prédio cheio apartamentos com sua filha Cecília. Ambos os nomes são extremamente relevantes, pois Dahlia Negra é o apelido que foi dado a Elizabeth Short, uma mulher que foi vítima de um terrível assassinato durante um ritual em 1947. O caso nunca foi resolvido. De acordo com a polícia de L.A., há rumores de que a Dahlia Negra estava hospedada no Cecil Hotel’s antes de perder a vida.
“Pelo menos um livro, diz que Dahlia Negra, ou Elizabeth Short, bebia em um bar próximo ao Cecil antes de desaparecer em 1947, porém, os historiadores culturais Kim Cooper e Richard Schave de Esotouric dizem que isso é apenas rumor.". - LA Observed, Serial Killer Central.
No filme, o nome da filha, Cecília, é, obviamente, muito semelhante ao nome Cecil Hotel. Depois de se mudar para o seu apartamento, Dahlia percebe uma água escura vazando do teto em seu banheiro. . Ela finalmente descobre que uma jovem chamada Natasha Rimsky fora afogada em um tanque de água no último andar do edifício, o que fez a água se tornar preta. Ainda no filme, o proprietário do prédio sabia sobre este fato, mas recusou-se a tomar as devidas medidas. O corpo de Elisa Lam também estava no reservatório de água do hotel há mais de duas semanas, fazendo com que os hóspedes reclamassem do gosto e de o fato de a "água estar negra".
O final do filme também é assustadoramente relevante: O prédio cheio de apartamentos, o mau funcionamento do elevador e o fantasma da mãe de Cecília trançando os seus cabelos. Será que a morte de Elisa Lam foi um desses assassinatos ritualísticos espelhados em filmes de Hollywood?


Outra Estranha Coincidência

Logo após a descoberta do corpo de Elisa Lam, um surto mortal de tuberculose ocorreu em Skid Row, perto Cecil Hotel. Você provavelmente não vai acreditar, mas o nome do kit de teste utilizado neste tipo de situação é: LAM-ELISA!


Não foi um crime?

As Autoridades de Los Angeles determinaram em junho de 2013 que a morte de Elisa Lam foi acidental e que ela “provavelmente era bipolar”. Diante disto, algumas perguntas permaneceram sem respostas.
Como é que Elisa, ainda que fora do seu juízo normal, acabara dentro de um tanque de água do hotel, sendo que esta é uma área de difícil acesso? Aqui está uma reportagem descrevendo o local onde fica o reservatório de água:




Como afirma o repórter no vídeo, a área de cobertura é protegida por um sistema de alarme e o reservatório de água é difícil de alcançar. Como Elisa chegaria ate essa área? Além disso, como é que ela fecharia a tampa do reservatório de água?
Como é geralmente no caso de estranhas mortes, as autoridades têm sido extremamente sigilosas e não transparentes durante a investigação. Mas... O que será que realmente aconteceu no Hotel? Por que existem tantas coincidências? Por que Elisa Lam agiu de maneira tão estranha no elevador? Houve algum aspecto ritualístico nesta morte? Por que acontecem tantas coisas assim no Cecil Hotel’s?
Existe alguma coisa paranormal envolvendo entidades do mal acontecendo lá? O mistério é grande e parece que as autoridades já não querem mais o investigar. Talvez eu deva citar aqui o slogan que aparece nos pôsteres do filme “Dark Water”: “Alguns mistérios não são destinados a serem resolvidos”...


Tradução Betina
Bons Pesadelos...

31 de outubro de 2013

Esconde-Esconde / Pique-Esconde solitário

HALLOWEEN!!!!! Bem vindo ao Halloween do MEDO B! Bruxas, Abóboras e monstros estão soltos por ai...

E eu vou te ensinar uma versão macabra de uma brincadeira famosa... Você vai jogar SOZINHO... Tem Coragem?




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Alguém já tentou brincar disso? Será que é real? Alguém tem alguma experiência relacionada a isso para compartilhar?

• O Esconde-Esconde solitário:
A brincadeira do Esconde-Esconde solitário, ou esconde-esconde de uma pessoa só, é bastante popular em diversas partes da Ásia. Aqueles que tentaram contar se a brincadeira de fato funciona e o que sentiram, tiveram suas vidas ameaçadas.

• Você irá precisar de:
- Uma boneca com pernas. (A boneca servirá como lugar para o espírito entrar, por isso, é aconselhável que você não use uma boneca que realmente goste, já que existe uma grande chance de o espírito não sair da boneca).
- Arroz. (Dizem que se o espírito comer essa oferenda ele se tornará mais forte)
- Linha vermelha (Ela simbolizará o sangue e a ligação entre você e o espírito)
- Algo do seu corpo. (Unhas são as mais comumente usadas, mas a quem use seu próprio sangue, pele, cabelo e etc. Não use algo do corpo de outra pessoa, ou a brincadeira se tornará uma maldição).
- “Arma” (Na verdade, algo com o que você possa apunhalar a boneca. Facas são muito perigosas, por isso, a maioria das pessoas utilizam canetas, lápis ou até mesmo agulhas).
- Água com sal ou álcool (Sem isso, o jogo nunca terá fim. Esse material é usado para livrar-se do espírito).
- Um nome (Dar um nome ao espírito é a coisa mais poderosa que um ser humano pode dar. Nomes dão um grande poder ao espírito).

• Preparando o jogo:
- Primeiro passo: Corte a boneca e substitua o algodão (ou qualquer coisa que esteja lá dentro) pelo arroz.
- Segundo passo: Coloque algo do seu corpo dentro da boneca
- Terceiro passo: Costure a abertura feita na boneca com o fio vermelho e em seguida, enrole-a com o restante da linha.
- Quarto passo: Em um banheiro, encha uma banheira (ou a própria pia) com água e procure um lugar para se esconder.

• Como jogar:
- Primeiro passo: Comece às 03:00 da manhã, pois é nesse horário em que há maior atividade espiritual.
- Segundo passo: Dê um nome à boneca.
- Terceiro passo: Quando o relógio marcar três horas, feche os olhos e repita três vezes: “O primeiro a procurar é... (O nome da boneca)!” (Você deve falar com firmeza ao falar com a boneca).
- Quarto passo: Vá para o banheiro e coloque a boneca na banheira ou pia cheia.
- Quinto passo: Apague as luzes.
- Sexto passo: Feche seus olhos e conte até dez. Pegue sua “arma” e vá para o banheiro. Siga até a boneca e diga “Eu achei você... (O nome da boneca)” enquanto a perfura. Em seguida, feche novamente seus olhos e diga três vezes “Agora... (O nome da boneca) é isto!”.
- Sétimo passo: Deixe sua “arma” próxima à boneca e vá para o seu esconderijo. Você DEVE trancar todas as portas e janelas.
- Oitavo passo: Coloque a água salgada na boca, mas não engula ou cuspa. A água com sal irá proteger você do espírito.

• O final:
Para terminar o jogo, procure a boneca e leve consigo o restante da água salgada ou álcool. Tenha em mente que a boneca pode não estar no banheiro e há casos em que ela foi encontrada na rua.
Quando a encontrar, cuspa a água salgada sobre ela e faça o mesmo com o restante da água. Feche os olhos e grite “Eu ganhei! Eu ganhei! Eu ganhei!”. O espírito da boneca desistirá e o jogo acabará. Aconselha-se a descartar a boneca e queimá-la após o jogo.

Importante
- Fique no jogo por no máximo duas horas. Depois deste tempo, o espírito da boneca ficará forte demais para ser expulso.
- Jogue sozinho. Quanto mais pessoas houver, maior a chance de alguém ser possuído.
- Não vá para fora.
- Quando for se esconder, seja silencioso.
- Desligue todos os eletrônicos antes de começar.
- Ao fugir da boneca, não olhe para trás e não durma enquanto joga. A boneca pode machucar você com a sua arma.
- Quando encontrar a boneca, você pode ficar levemente ferido ou até mesmo possuído. Se for achado por ela, tenha cuidado, pois sua arma poderá estar em qualquer lugar do chão ou até mesmo em seu bolso.
- Depois que o jogo acabar, é importante limpar tudo corretamente. Certifique-se de que foi colocado um pouco de sal em todos os cantos da casa, especialmente onde foi iniciado o jogo e onde a boneca foi encontrada. Dizem que o sal afasta os espíritos.

Algumas pessoas que jogaram, relataram os seguintes acontecimentos durante o jogo:
- Tv mudando de canal sozinha.
- Luzes que estavam perfeitamente normais, piscando.
- Portas abrindo e fechando.
- Escutaram sons de risadas.


Tradução da Betina =*

Eai vai brincar?
DOCES OU TRAVESSURAS?

17 de setembro de 2013

O Palhaço de Northampton (Spot Northampton's Clown)

Você tem MEDO de palhaços? Tem MEDO do IT?

Em Northampton na Inglaterra, desde a ultima sexta-feira 13(13/09/13), um misterioso palhaço tem assustado as pessoas. Ele aparece do nada apontando para a pessoa.
Ele é visto as vezes segurando balões ou ursos de pelúcia. Já bateu em algumas casas, ofereceu para pintar janelas mesmo sem nenhum equipamento de pintura. Ninguém sabe quem é o palhaço, nem a polícia.

Estranho o suficiente? O próprio palhaço criou uma página pra ele no facebook chamada Spot Northampton's Clown, onde lá ele mostra uma referência ao palhaço IT, algumas fotos de suas aparições e até fala com as pessoas! Até esse post sair a página já tinha mais de 50 mil likes.

Alguns moradores estão se sentindo ameaçados, mas o palhaço já falou no facebook algo como "Muito ódio, pouco amor. Não, eu não ando com uma faca, isso são boatos estúpidos feitos por pessoas estúpidas", e até diz mais ou menos onde será suas próximas aparições...

Já pensou olhar pela janela e dar de cara com esse palhaço apontando para VOCÊ!









No twitter as pessoas estão divulgando informações usando as hashtags #northamptonclown e #clownwatch

 O que acham desse mistério?

Fonte: Jornal de Northampton
Bons Pesadelos...

24 de agosto de 2013

Entrevista com um Padre Exorcista

O Padre Duarte Sousa Lara é um sacerdote exorcista e durante muito tempo acompanhou o renomado Padre Exorcista Gabriele Amorth em Roma. Neste vídeo publicado no Youtube, ele nos conta como se dá a ação do Satanás e seus demônios na vida das pessoas, como ele realmente age no dia a dia dessas pessoas e como é realizado um exorcismo:










Post da @FelineSade Tumblr: http://feline-luxuriae.tumblr.com/
Bons Pesadelos...

19 de agosto de 2013

Curioso

O leitor Henrique mandou essa excelente tirinha de um blog gringo que ele encontrou, mas não sabe mais dizer qual.
Realmente... muito boa!
Se alguém souber de onde é pode colocar nos comentários...

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Bons Pesadelos...

12 de agosto de 2013

Mistério das cruzes de sal



Proteção, superstição ou mau agouro? Essa é a pergunta que moradores de Igarapava (SP) têm feito desde a última terça-feira (6), quando cerca de 30 cruzes feitas de sal grosso misteriosamente começaram a aparecer pelas ruas de diversos bairros do município. De acordo com a população, os símbolos são feitos de madrugada, e as pessoas se deparam com eles geralmente ao amanhecer. Ainda não há pistas sobre o autor dos desenhos e nem sobre a intenção de sua grafia pelas vias.

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O caso tem intrigado os moradores do município e dividido opiniões. Para a aposentada Terezinha Ramalho, as cruzes despertam curiosidade, mas não assustam. "A gente fica se perguntando o porquê. Tem gente que faz cruz nas encruzilhadas e diz que é despacho, mas não acredito nisso. Então eu entendo que deve ser de uma religião, que acha que o sal corta o mal. Para mim é ótimo, eu acho o sal muito bom. Porque o sal limpa o mal, os pecados e o mal da cidade", afirma.

Já o aposentado Ari Mendonça diz que está assustado com o mistério, principalmente pelo fato de ninguém saber quem pode estar fazendo os desenhos. "É uma coisa que a gente não entende. Deitamos, não tinha nada. Acordamos, a cruz estava lá. Ninguém sabe para o que é. Todo mundo quer saber por que essas cruzes estão aparecendo a cada esquina. O pessoal está cismado para saber o que isso quer dizer. Ou é por bem, ou é por mal. Isso traz preocupação. Rezo e peço a Deus para informar pelo menos quem fez essas cruzes", diz.

Além de se assustar, a professora Elis Lacerda Gonçalves acredita que os desenhos pelas ruas desrespeitam as pessoas que moram por perto. "É uma falta de respeito com a crença das pessoas da cidade. Deveriam ter pedido permissão para fazer isso. A gente não sabe quem joga, não sabe qual a intenção. Às vezes olhamos com má intenção, porque se deixa qualquer objeto na porta da casa da gente, seja vela, qualquer outra coisa, ficamos assustados. Agora não sei o que significa a cruz para a pessoa que está jogando", diz.

'Sinal de coragem'

De acordo com o frei Edielson Oliveira da Cunha, pároco de Igarapava, não há motivos para a população se preocupar em relação aos desenhos. "A cruz tem um belo significado, e quem está fazendo deve estar usando esse significado. A cruz é o sinal daqueles que têm coragem de seguir. A cruz é sinal de morte, mas é preciso passar por ela para ressuscitar. Já o sal é muito importante, pois ele serve para dar sabor. Tudo na vida precisa de sal", explica.

O pastor evangélico Moisés Barros afirma que os religiosos pentecostais não acreditam em simbologias. Já os neopentecostais consideram que cruzes e sal têm significado. Barros, no entanto, concorda com o pároco e diz que o importante é que as pessoas saibam respeitar as crenças do próximo. "O povo fica assustado porque não sabe quem foi. Mas se for pela fé, devemos respeitar a fé de quem fez. Se for para abençoar a cidade, que possa ser honrada a fé da pessoa, porque nós queremos o melhor. Cada um deve respeitar a religião e a fé do próximo para poder conviver bem", diz.


Fonte: globo.com
Bons Pesadelos...

17 de julho de 2013

Maria do Carmo: a santa profana gaúcha


É muito fácil encontrar contos ou histórias de terror na europa, mas, às vezes, esquecemos que muitas lendas estão bem perto de nós, aqui mesmo, em terras brasileiras. É a história que resolvi trazer para o blog, de uma mulher chamada "Maria do Carmo", vítima de um assassinato brutal, e parte da história da minha cidade natal.

14 de julho de 2013

Circo do MEDO apresenta: O homem que atravessa espadas pela barriga

Uma das principais atrações de circo antigamente eram as pessoas que fazia coisas fora do comum, como andar sobre o fogo, deitar em pregos, engolir espadas...
A ciência desvendou muitos truques nesse meio, mas alguns casos são reais e outros inexplicáveis.

Hoje vc vai conhecer Mirin Dajo. Esse homem consegue deixar espadas atravessarem o corpo dele sem sentir dor, nem sair sangue.

Aqui temos uma perturbadora apresentação que o Dajo fez para médicos, que ficaram intrigados e confirmaram que não é um truque.










É possível atravessar o corpo dessa maneira, mas é um risco muito grande de se perfurar um orgão vital. E ninguém consegue explicar a falta de dor e sangue no caso do Dajo...


Fonte: Megacurioso
Bons Pesadelos...

27 de junho de 2013

Mercúrio Retrógrado

Eu não sei se muita gente sabe e eu era alienado, mas eu não conhecia. Ouvi umas amigas falando: "Fudeu, estamos em Mercúrio Retrógrado", e vim pesquisar o que é.
Como quem conhece teme, e até se prepara para esse tenso período, achei conveniente trazer ele para o MEDO B!


Mercúrio Retrógrado altera tudo na Astrologia. O planeta Mercúrio não gira para trás de verdade, mas a posição da Terra em relação ao Sol e a Mercúrio cria uma ilusão de que ele está girando para trás.
Isso acontece em média umas 3 vezes por ano,  e nesse período isso afeta todos os signos e traz azar e atraso na vida das pessoas...

Isso não é "superstição", isso é verdade na Astrologia. Então se vc acredita e gosta de astrologia fique atento a essas dicas:


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Quando Mercúrio estiver retrógrado, evite...

- ter pressa na realização de projetos, pois estará mais desatento, incorrerá em erros e enganos que irão trazer muitas dores de cabeça;

- comprar itens de valor, especialmente eletroeletrônicos, que assim tendem a apresentar defeitos, ou você não receber o item, dando perda de pedido, avaria no equipamento etc;

- engatar novos projetos, desde a reforma da casa, ao lançamento de um livro até a abertura de uma loja ou a assinatura de um contrato de qualquer natureza --porque tudo será alterado assim que Mercúrio voltar a se movimentar direto;

- abrir sociedades de qualquer tipo --incluindo aí noivados, casamentos e negócios; assinatura de contratos se for impossível escapar, leia e releia o contrato diversas vezes e consulte um especialista treinado em captar erros e armadilhas;

- agendar viagens e deslocamentos durante este período, pois haverá problemas, obstáculos e impedimentos;

- evite intervenções cirúrgicas de qualquer natureza, porque depois que Mercúrio voltar à ativa, pode haver descoberta de erros médicos e ser necessária nova operação;


Quando Mercúrio estiver retrógrado espere...

- perder documentos, perder dinheiro miúdo, chaves, arquivos de computador; ou você pode se enganar com passagens, convites, pode haver confusão com cheques, obstáculos com transações bancárias, dificuldades de comunicação com todo tipo de gente; tudo pode ficar atrasado e fora do prazo;

- greves no setor das telecomunicações, da saúde pública e da educação gratuita, governadas por Mercúrio, além de bloqueios de estradas, mais demora no trânsito, avarias em carros;

- declarações de chefes instáveis --o seu superior pode declarar algo e alguns dias depois mudar de posição, quando Mercúrio retomar o movimento direto; não confie muito, portanto;

- erros, enganos na comunicação imediata --inclua aí e-mails perdidos e telefonemas que não se completam, ou mensagens que não chegam ao seu destino; os próprios aparelhos que permitem a comunicação podem apresentar defeitos de toda ordem, celular pode ser perdido, ou quebrar, por exemplo; a rede de computadores pode cair inesperadamente levando a perdas de dados; tire cópia de tudo!

- correspondência pode sofrer extravio, peça sempre, se for inadiável, comprovante que lhe assegure devolução ou seguro para ressarcir perdas e danos, sejam documentos, mas também pode ocorrer com malas e bagagens em viagens;


Como aproveitar bem o período em que Mercúrio estiver retrógrado:

Reavalie sua vida, repense decisões erradas do passado, recomece estudos parados, reveja amigos de muitos anos, restabeleça laços afetivos com pessoas que você ama e não tinha tempo de rever, reanalise pontos obscuros.

Você também pode reaver objetos esquecidos ou perdidos, assim como receber de volta um valor em dinheiro que pensava nunca mais receber. No campo material e financeiro, todo tipo de revisão é benvinda --especialmente as que envolvem contratos, por exemplo do seu seguro saúde, do seu contrato de trabalho.

É comum que algo que tenha se iniciado com Mercúrio retrógado só "ande" na vigência de outros momentos em que o planeta retrógada. Assim é que você pode receber a boa notícia de um convite de trabalho que estava esperando, refazer cirurgias que deram errado, consertar reformas em casa, revisar um aparelho doméstico ou de comunicação, aprimorar uma tarefa e torná-la mais bem feita e bem acabada.


AH! Só pra avisar, estamos em Mercúrio Retrógrado.
Veja as datas para 2013:

23/02 a 17/03
27/06 a 20/07 
22/10 a 10/11 

Fonte: Folha de São Paulo
Bons Pesadelos...

26 de junho de 2013

Estátua gira em museu de Manchester

Na Inglaterra um museu deixou uma camera filmando uma estátua egípcia antiga, e depois viram que durante alguns dais ela vai girando sozinha misteriosamente.

A estátua tem 4 mil anos e foi retirada da tumba de uma múmia. Ela representa um homem identificado como Neb-Senu e é uma oferenda ao Deus Osíris.

O curador do Museu reparou que a estátua tinha girado, mas ninguém podia encostar nela, então ele deicdiu filmar. Com a descoberta o próprio museu resolveu divulgar o video no Youtube!

Veja você mesmo e tire suas próprias conclusões...












O que achou? Mais um caso para o E-farsas...

Sugestão do leitor Jorge Lucas Camargo
Bons Pesadelos...

16 de junho de 2013

O demônio que vive em ti

Naquele momento, me encontrava sozinha em casa, sem nada para fazer além de contemplar, observar e sentir a relativa calma daquela escura noite. De um minuto a outro, me encontrava escrevendo ao máximo do que minha inspiração alcançava, para aliviar um pouco esses momentos, pois o silêncio começava a me perturbar e inquietar. Quanto mais escuro ficava, mais estranha eu sentia.

5 de junho de 2013

Urso de Bristol



Autoridades do aeroporto britânico de Bristol estão tentando decifrar um mistério: um antigo ursinho de pelúcia foi esquecido na sala de embarque, ao lado de uma fotografia datada de 1918 em que, aparentemente, o mesmo urso aparece.

Na foto, em branco e preto, aparecem duas crianças. No verso, está escrito: "para nosso querido Papai" e "com amor, de sua amada filha e Sonia".

A anotação está assinada por Dora, que seria uma das crianças, e Glyn, que, segundo o pessoal do aeroporto, seria o nome do urso.

O urso, que foi apelidado de "Urso de Bristol", está um pouco danificado.

O pessoal do aeroporto divulgou fotos do urso e da antiga fotografia para tentar descobrir quem é o seu dono.


Fonte: Globo.com
Bons Pesadelos...

1 de junho de 2013

TAFOFOBIA: O medo de ser enterrado vivo


George Washington, o primeiro presidente dos Estados Unidos, morreu em 14 de dezembro de 1799. Foi enterrado quatro dias depois, em sua casa de campo em Virgínia, Mount Vernon. Embora existissem aqueles (se estivessem vivos para reclamar) que não gostavam desse tipo de atraso, Washington não tinha nenhum problema. O atraso era, em sua maioria, para que o antepassado americano recentemente falecido pudesse ser corretamente atendido. Entretanto, segundo diz a lenda, o último pedido de Washington, em seu leito de morte, foi que não o enterrassem antes de, pelo menos, dois dias depois que fosse declarado morto. Por quê? Porque George Washington temia ser enterrado vivo.
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Esses temores, lamentavelmente, tinham fundamento. Há rumores de que no século XIII, Juan Duns Scoto, um filósofo e teólogo muito respeitado, foi enterrado vivo. Segundo a história, seu corpo foi encontrado ao lado de seu caixão, com mãos e braços ensanguentados, provavelmente devido à luta para chegar ao exterior (a história é provavelmente um mito). Um livro sobre o tema, intitulado “Buried Alive”, conta a história de um açougueiro londrino chamado Lawrence Cawthorn, que, na década de 1660, ficou muito doente e foi “enterrado precipitadamente” por seu “malvado patrão”. Quando foram visitar seu túmulo, escutaram um grito abafado, que vinha do caixão e [...] encontraram marcas de arranhões nas paredes do mesmo. Quando Cawthorn foi desenterrado, já estava morto. Outro livro, intitulado “The Corpse: A History”, conta que em 1905, o empresário britânico William Tebb, carregava sobre seus ombros mais de 300 casos de enterros de pessoas vivas.


Para combater o medo, os fabricantes de caixões encontraram uma solução: “caixões seguros”. Populares ao final de 1700 e no século seguinte, o caixão seguro tinha uma espécie de vía para que as pessoas enterradas vivas por equívoco, pudessem pedir ajuda aos que estavam na superfície. Um exemplo típico era um tubo largo e um cordão, que estendia do caixão até a superfície. Na parte superior havia um sino, de modo que, uma pessoa erroneamente enterrada, podia puxar a corda e tocar o sino para que o salvassem. Outros métodos incluíam pirotecnia, bandeiras e inclusive “saídas de emergência”. Um dos primeiros incluía uma portinha com uma fechadura no interior do caixão, o corpo deveria ser enterrado com a chave dentro do bolso da calça.


Os caixões seguros realmente funcionaram? Provavelmente não, pois não existem exemplos conhecidos de alguém que tenha sido resgatado de um caixão seguro. Há, porém, alguns exemplos de alarme falso. Se, quando o corpo enterrado estava segurando a corda, a decomposição natural poderia fazer com que o cabo se soltasse e o sino tocasse. Para evitar “pequenos” movimentos e alarmes falsos, em 1897, um inventor russo criou um sistema que detectava os movimentos mais significativos e avisava que alguém havia sido enterrado vivo. O problema foi que durante um experimento, “enterraram” com vida um dos assistentes do inventor e o sistema fracassou. O assistente saiu ileso, mas a experiência fez com que o caixão não tivesse muitos compradores.


E hoje? Em pleno século XXI, ainda há casos de pessoas enterradas vivas? SIM! Existem muitos casos, mas geralmente em países muito pobres, que vivam sob algum tipo de ditadura ou em estado de guerra. Aliás, esses lugares sofrem com muitos tipos de problemas, ser enterrado vivo é só mais um entre tantos. No Brasil é muito raro acontecer, visto que a tecnologia empregada nos hospitais não permite que um corpo saia do necrotério para o túmulo sem ser confirmado o óbito. Contudo, nunca se sabe, vai que acontece algum tipo de imprevisto, que algo dá errado e quando você abre os olhos...


O escuro. A caixa apertada. O ar escasso. O terror.

Post by: Loucifre
Siga no Twitter: @loucifre

Bons Pesadelos...

29 de maio de 2013

A Maldição do Osama Bin Laden

 
Há dois anos, um grupo de elite do exército norte-americano — o Team 6 dos Navy Seals, com 25 integrantes — foi o responsável pela operação que capturou e matou o terrorista mais procurado do mundo: Osama Bin Laden. No entanto, inúmeros soldados que pertenciam ao esquadrão morreram desde então, fazendo circular boatos a respeito de uma maldição.

Segundo o El Mundo, os incidentes envolvendo os soldados do Team 6 começaram em 2011, quando um acidente com um helicóptero da OTAN provocou a morte de 38 pessoas, das quais 22 faziam parte do esquadrão de elite que invadiu a residência de Bin Laden em Abbottabad. A aeronave foi derrubada pelos talibãs, e o governo dos EUA preferiu não confirmar se o desastre realmente envolveu quase a totalidade da equipe que matou o terrorista.


Última queda

A última fatalidade envolveu o soldado Brett D. Shadle, que morreu durante um salto de paraquedas na semana passada. Mesmo depois de dois anos, a morte de Bin Laden continua envolta em suposições e mistério. A operação foi iniciada na noite do dia 2 de maio, quando os 25 soldados abriram caminho para chegar ao terrorista com armas e explosivos. Os homens do líder da Al Qaeda não puderam fazer muita coisa contra a avalanche de fogo norte-americana.

Bin Laden foi morto com um tiro na cabeça, mais precisamente, ele foi atingido no olho esquerdo. Além do saudita, outros dois homens e um dos filhos do terrorista também foram mortos, assim como uma mulher, que chegou a ser usada como escudo humano. O homem que empunhava a arma que matou Bin Laden continua vivo, mas deixou o exército depois de 16 anos e se encontra desempregado. E você, leitor, acredita nos rumores sobre a maldição?


Fonte: Megacurioso
Bons Pesadelos...

25 de maio de 2013

Cidade fantasma aparece na China

De acordo com o Daily Mail, uma cidade fantasma simplesmente surgiu do nada sobre o rio Xinan que corta a cidade Huanshan, no leste da China, surpreendendo os moradores locais. Segundo a publicação, a cidade surgiu ao anoitecer, depois de fortes chuvas e condições climáticas muito úmidas.

Testemunhas afirmaram que árvores, montanhas e diversos edifícios simplesmente surgiram através da névoa que pairava sobre o rio, e especialistas que visitaram o local comprovaram que realmente não existia nada no local onde a cidade flutuante foi avistada.


Não acredita? A misteriosa cidade foi filmada e tem imagens no Youtube!










Agora você acredita?

Fonte: Megacurioso
Bons Pesadelos...

15 de abril de 2013

Foto da guerra do Armagedom

Em 2010 apareceu uma suposta Foto do Arrebatamento.

A história diz que uma irmã tinha tirado a foto de uma página da Bíblia e na hora que foi revelada a foto tinha a imagem do arrebatamento.
Agora um pastor está procurando os sites e blogs que divulgaram a foto e está divulgando uma nova foto que apareceu da mesma maneira, fotografando a página da bíblia. Mas dessa vez a foto revelada mostra a guerra do Armagedom.

 Vejam a imagem:





[leiamais]

 Aqui estão os versículos tirados da Bíblia que aparece marcado na foto:

Apocalipse 19,1 11-21

11 Então, vi o céu aberto:
     era um cavalo branco,
     e aquele que o monta se chama Fiel e Verdadeiro.
     Ele julga e combate com justiça.
12 Seus olhos são uma chama ardente;
     sobre sua cabeça, numerosos diademas, e, incrito nele, um nome que ninguém conhece, exceto ele.
13 Está revestido de um manto embebido em sangue,
    e seu nome é: a Palavra de Deus.
14 Os exércitos do céu o seguiam em cavalos brancos, vestidos de linho branco e puro.
15 De sua boca sai uma espada afiada, para com ela ferir as nações.
     Ele as apascentará com uma vara de ferro,
    ele pisará o lagar onde ferve o vinho da ira de Deus, o Todo-poderoso.
16 Sobre seu manto e sobre sua coxa traz inscrito um nome:
    Rei dos reis e Senhor dos senhores.
17 Vi então um anjo de pé, no sol.
    Ele gritou com voz forte a todos os pássaros que voavam pelo zêite:
     Vinde, reuni-vos para o grande banquete de Deus,
18 para comer a carne dos reis
     a carne dos tribunos e a carne dos poderosos,
    a carne dos cavalos e dos que os montam, a carne de todos os homens: livres e escravos, pequenos e grandes.
19 E vi a besta, os reis da terra e seus exércitos, reunidos para combater contra o cavaleiro e o seu exército.
20 A besta foi capturada, e com ela o falso pofeta que, pelos prodígios realizados diante dela, tinha seduzido os que haviam recebido a marca da besta e adorado a sua imagem.
     Ambos foram lançados vivos no lago de fogo abrasado com enxofre.
21 Os restantes foram mortos pela espada que saía da boca do cavaleiro,
     e todos os pássaros se fartaram com as suas carnes.


Apocalipse 20, 1-3

1 Vi então um anjo que descia do céu.
    Tinha na mão a chave do abismo e uma pesada corrente.
2 Apoderou-se do dragão, da antiga serpente, que é o Diabo e Satanás, e o acorrentou por mil anos.
3 Precipitou-o no abismo, fechando-o e lacrando-o com um selo, para que não seduzisse mais as nações até que se completassem os mil anos.
    É necessário, depois disto, que ele seja solto por um pouco de tempo.

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Na foto do arrebatamento as pessoas conseguiram falar várias coisas visiveis na imagem. Nessa ainda não apareceu muitas coisas.
O que vocês conseguem enxergar claramente na imagem? Diga nos comentários.


Quem quiser, no site do pastor tem várias ampliações das fotos que revelam alguns detalhes:

Bons Pesadelos...

15 de janeiro de 2013

Terapia num Caixão


 Em Shenyang, na China, uma clínica de psicoterapia oferece um tratamento nada convencional aos pacientes - ela os fecha dentro de caixões, como se eles houvessem morrido. A terapia, supostamente, alivia quem é muito estressado.

Mas não basta entrar no caixão. As pessoas passam por uma experiência de morte inteira. Escrevem suas últimas palavras, ouvem marchas fúnebres e até são cobertas com uma mortalha. Depois de alguns minutos trancada no caixão, a pessoa ouve uma música mais alegre e o som de um bebê chorando. É o momento em que o paciente, supostamente, nasce de novo, pronto para encarar os desafios da vida.

Você passaria por um tratamento desses? 

Fonte: Galileu
Bons Pesadelos...

3 de janeiro de 2013

A Piscina

 Essa história rola pela internet, e até hoje não teve solução...



Contado pelos mais velhos, havia por aí a história de que por meados dos anos cinquenta um grupo de meninos tinha desaparecido. A história que se passava de geração em geração era que esse grupo tinha entrado em uma casa abandonada em uma floresta para ver o que encontravam.

Trinta anos depois, em 1982 um homem estava acampando e encontrou uma câmera. Ele levou para a polícia para tentar encontrar o dono. Os policias revelaram as fotos para encontrar que a maioria do filme estava danificado, apenas restando poucas fotos com uma qualidade muito pobre. Essa foi a última foto tirada. Nenhum dos garotos foi identificado.










Será que o e-farsas resolve essa?
Bons Pesadelos...

28 de dezembro de 2012

Impala TV - Número 23

Será que esse número te persegue? Será que algum número decide a SUA vida?











Tire suas próprias conclusões...
Bons Pesadelos...

27 de dezembro de 2012

Kaidan - O Último Inverno

Oi geente, quanto tempo que não vinha aqui! :DD
Pros que não me conhecem, prazer, me chamo Kel e já andei postando algumas coisas aqui no blog, em sua grande maioria sobre o Japão, suas lendas, locais interessantes e etc.
Há um tempo atrás fiquei de fazer uma série de posts sobre psicopatas japoneses... Mas não consegui. --' Depois, prometi outros posts ao Medo e também não consegui por pura falta de organização na minha vida, mas DESSA VEZ cumpri o prometido e cá estou com uma nova série de posts que espero de coração que gostem!
'Bora lá?

~*~*~*~

Antes de mais nada: o que é "kaidan"?

Kaidan (escreve-se "怪" [kai: estranho, misterioso, raro ou aparição fantasmagórica] e "談" [dan: conversa ou narrativa oral]) nada mais é que uma história e/ou lenda de horror/suspense. Existem as "Gakkou no kaidan" (Kaidan de escolas), "Fuyu no Kaidan" (Kaidan de inverno) e etc, etc...

Sabendo disso, segue uma kaidan de inverno que traduzi pra vocês. Desconheço o(a) autor(a) pois li em um aplicativo do iPad e os nomes não são divulgados nele :( Enjoy.

~*~*~*~

O Último Inverno

Por que será que os vestibulares costumam ser realizados no inverno? Por que será que decepções amorosas combinam com o inverno? Por que o ar no inverno é tão frio a ponto de parecer que está cortando nossa pele? Por que o inverno é algo tão solitário?
Fico me perguntando: por que será que de todas as estações do ano, apenas o inverno tem essa imagem tão obscura? No inverno não há aquela sensação de frescor como na primavera, nem a animação do verão. Também não há o conforto que só o outono tem. Então, o que há no inverno? O que ele tem de especial que as outras estações não têm?
Até hoje, eu me faço essa pergunta que até uma criança de escolinha primária responderia, sem encontrar uma resposta. Se fosse antigamente, eu responderia tão facilmente, sem ter que pensar tanto... Desde quando isso se tornou tão complicado pra mim? Será que é uma espécie de incógnita que abrigo no meu peito?

Um frio que congela as pontas dos dedos. Pessoas que se encolhem de frio e escondem seus rostos em seus cachecóis, andando rápido. Todos se tornam tão apressados e egoístas. Uma estação que nem é tão bonita... No fundo, eu odeio o inverno. Não é algo que venha de hoje. Não sei responder exatamente quando começou essa antipatia, mas posso lhes contar o porquê de tudo.

É uma história de mais ou menos dez anos atrás. Logo, o fim de tudo chegará... 

[leiamais]

Moro em uma vila pequena, com pouco mais de 1000 habitantes. Não há nada de especial ou único nessa vila, o que a torna um lugar bastante entediante para os mais novos.
Ano após ano, os jovens foram desaparecendo dela. Se fosse para levantar ao menos uma boa característica, eu poderia dizer que essa vila é muito pacífica e calma. Não posso dizer que gosto daqui, mas tampouco diria que a odeio. Mesmo assim, jamais pensei em morar num lugar tão deprimente pra sempre. Assim como os outros jovens, eu queria me formar, entrar numa faculdade em uma cidade grande e tirar o quanto antes a palavra "interior" do meu dicionário. Mas chega de falar como é a minha vila. Vamos ao motivo de tudo.
Isso foi lá pelos meus dez anos de idade. Bem na época em que uma onda furiosa deixou todos da minha vila apavorados. Eu jamais me esqueci... Foi sem dúvida alguma durante o inverno.
Um habitante daqui faleceu. Não que isso fosse raro de acontecer, já que a maioria das pessoas que moram aqui são idosas. Notícias de pessoas que morrem por aqui não faltam; em sua grande maioria as doenças e a velhice eram as responsáveis, por isso, nada realmente espantoso. Mas esta lembrança permanece em minha mente até hoje, mesmo que eu tente sobrepo-la com qualquer outra coisa. Por motivos mínimos, eu volto no tempo como num flashback e relembro tudo.
Foi no dia vinte e cinco de janeiro. Minhas férias divertidas de inverno estavam chegando ao fim, trazendo minha rotina entediante de volta. Acordar cedo foi difícil apenas nos primeiros dias, mas logo eu já havia me reacostumado. Era de tarde e o céu ainda estava bastante azul, mas a neve que caía de manhã já havia cessado. Enquanto eu me preparava para ir embora colocando meus livros de matemática e ciências em minha mochila vermelha, alguém tocou meu ombro.
- Ei, vamos brincar depois da escola? - era minha coleguinha de sala, com seus cabelos presos em duas maria chiquinhas. Engraçado que me lembro mais de seus cabelos do que de seu rosto ou tipo físico. É como se sua imagem aparecesse borrada em minha mente.
Olhei para a janela e analisei a neve: não parecia estar tão frio e eu nem tinha nada para fazer quando voltasse para casa, então pensei em aceitar.
- Atrás do templo, naquela floresta de sempre. Vamos? Chamei mais algumas pessoas. - olhei da janela para ela e respondi.
- Ok, vou sim. - me pergunto até hoje como teria sido se eu tivesse recusado esse convite, mas esse tipo de arrependimento não tem sentido, pois só nos torna mais amargurados, como se sobrecarregasse nosso peito com agonia. Essa sensação de "aperto no coração" é algo que me incomoda toda vez que me arrependo de algo.
Então, lá fui eu, minha coleguinha de classe e mais algumas crianças para a floresta atrás do templo, brincar de esconde-esconde. Talvez hoje pareça uma brincadeira boba para uma criança de dez anos, mas quanto mais tradicional, mais divertida essas brincadeiras são. A floresta era o lugar perfeito para brincarmos, embora nossos pais sempre nos mandasse ficar longe dali, ninguém levava isso à sério. Diferente da neve que se juntava na vila, a neve que caía entre as árvores daquela floresta era diferente, sem pegadas, como se as árvores estivessem atravessando um enorme tapete branco. Até essa época, eu ainda adorava o inverno.
Jogamos jankenpon e decidimos que quem iria nos procurar seria a minha coleguinha de maria-chiquinha. Deixamos nossas mochilas de qualquer jeito abaixo das árvores e esperamos ela encostar a testa no tronco da árvore e começar a contar até dez bem alto, para que todos pudéssemos ouvir. Tão logo ela fez isso e nos separamos, cada um para seu canto. Logo avistei uma rocha e hesitei, mas preferi procurar o lugar mais distante possível da garota para me esconder. Então, corri entre as árvores enquanto tinha tempo e me deitei de bruços num lugar com cerca de 20m de distância de onde ela estava. Prendi minha respiração e a observei. Ao meu lado havia a parede do templo, a qual fazia uma sombra perfeita para que eu me camuflasse. Ela olhou em volta e, após pensar para que lado ir, se afastou, sem nem mesmo olhar para o lado em que eu estava. Sorri e me ergui, me apoiando no tronco de uma árvore próxima. Sabia que dificilmente ela iria até ali para me procurar.

Foi nesse exato momento.
- Ahh! - ouvi um grito curto e um ruído que vinha direto do templo.
Numa floresta tão silenciosa, onde nem mesmo nós estávamos fazendo barulho para não sermos encontrados, aquilo soou bastante alto. Pior, era como se fosse para que apenas eu ouvisse, tamanha nitidez. Não era a voz de nenhum de nós; não era a voz de uma criança. Olhei em volta novamente, a respiração presa. Mal movi meu pescoço, limitando-me a olhar de um lado ao outro enquanto mexia somente os olhos. Não havia ninguém. Ninguém estava vindo. Foi como se até mesmo o vento tivesse parado de soprar. Meu coração parecia querer explodir dentro do meu peito.
- Ah...uh... - enquanto isso, eu continuava ouvindo aqueles gemidos. Meu corpo inteiro suava.
Decidi então me aproximar mais do templo, sem fazer nenhum barulho. A voz vinha do lado oposto do templo, um lugar bastante despercebido, onde até mesmo de tarde é quieto. Encostei meu corpo na parede e me inclinei de leve, apontando apenas o rosto para poder espiar. Esse foi o meu último erro. Perdi a chance de evitar ver algo que não teria volta, sem pensar. Quando percebi que não deveria ter visto aquilo, já era tarde demais. Foi como se meu corpo tivesse se petrificado.
- Ah..! - acabei deixando uma pequena exclamação escapar de minha boca.
Então... Os olhos daquela pessoa me fitaram. Ela ficou me olhando... E olhando... E olhando.
O frio era intenso, mas mesmo assim o vento que soprava me fez sentir dez vezes mais frio que o normal. Em contrapartida, eu suava incontrolavelmente, sentindo as gotas de suor escorrerem por minhas bochechas. A pessoa estava sentada de costas para mim sobre a neve, mas nossos olhares se cruzavam naquele momento. Apenas seu rosto estava virado, olhando por trás de suas costas. Seus olhos estavam brancos e leitosos como se alguém tivesse esquecido de desenhar seus detalhes, sua íris e seus contornos. Esses olhos fitavam apenas a mim. Eu não sabia mais distinguir se era um ser humano ou um monstro; apenas suas roupas e seus restos de cabelo denunciavam que por pouco aquilo ainda era humano. Aquilo vestia um sobretudo bege e balançava seus longos cabelos negros enquanto contorcia seus braços como duas serpentes. Vi os ossos de suas pernas transpassarem a pele, fazendo sangue ser jorrado por todos os lados. Mesmo não conseguindo manter-se em pé pelas inúmeras fraturas expostas, aquilo esticava seu braço direito, como se tentasse me alcançar.
Nessa hora, odiei pela primeira vez a brancura da neve, pois as gotas de sangue que caíam do corpo daquela criatura destacavam-se mais do que o normal. Me perguntei se aquilo realmente teria um coração que batia, ou se seria mesmo humano. Movia-se bem à minha frente, mas eu não conseguia sentir aquela energia "viva" que pessoas exalam.
- ... - vi seus lábios se moverem num som mudo, mas tapei meus ouvidos na mesma hora, apavorada. Mas, aquilo também foi um erro.
Passados alguns instantes, aquilo conseguiu se levantar de forma desengonçada, vindo em minha direção.

"Preciso correr... Preciso correr...!"

Dentro de minha cabeça apenas isso ecoava, mas mesmo assim meu corpo se recusava a me obedecer. Era como se eu estivesse paralisada completamente, nem mesmo o ar eu conseguia sugar para dentro de meus pulmões. Só consegui manter meus olhos fixos naquilo...
- ...é uma oferenda - sua voz deslizou por entre meus dedos e invadiu meus ouvidos com facilidade.
Me virei num impulso e vi uma moça jovem, parada bem próxima de mim. Ela sorria divertidamente, com uma expressão diabólica no rosto. Tinha cabelos bagunçados e longos, que caíam até a altura de seus seios e usava um kimono vermelho que lhe caía de forma estranha, talvez por ser magra demais. Assim como a outra criatura, eu não sentia que ela era viva... Parecia-se mais com uma estátua.
- A próxima é você. - afirmou ela, apontando para mim, sorrindo ainda mais.
Então, ela começou a caminhar em minha direção, fazendo meu coração pular dentro de meu peito, como se gritasse em pânico.

Aquilo foi a gota para mim. Desmaiei como se alguém tivesse me desligado da tomada, sentindo apenas a neve fria contra meu rosto ao desabar.

Quanto tempo terá se passado? Quando me dei conta estava em uma cama de hospital.
Segundo a menina que me encontrou, eu estava caída sobre a neve, agonizando baixinho, como se estivesse em um terrível pesadelo. Junto comigo, mais uma pessoa foi encontrada - uma moça de vinte anos de idade, também moradora do vilarejo... Mas ela já estava morta. Lembram-se da pessoa falecida que mencionei agora pouco? Pois era ela. Como de praxe, a polícia e os moradores da vila suspeitaram de assassinato, mas não haviam provas. E ainda por cima, mais ninguém viu a garota com o kimono vermelho além de mim. Todos diziam que não tinham idéia de quem pudesse ser, mas não poderia ser ninguém que não morasse nessa vila para estar num lugar escondido como aquele. Até mesmo a polícia rebatia minhas afirmações sobre a garota, dizendo que eu deveria ter visto coisas na hora do choque ou que foi só impressão. Mas, na verdade, não posso culpá-los por isso, já que naquele dia não haviam outras pegadas na neve além das minhas e as da garota morta. No final das contas, as pontas soltas foram sendo deixadas de lado, e a história acabou sendo esquecida por todos.

Mesmo assim, eu nunca consegui esquecer tão fácil como eles. Especialmente no inverno, tudo voltava à tona, fresco em minha mente. Se eu pelo menos pudesse me esquecer do inverno, talvez eu conseguisse fugir desse trauma, mas o ciclo de estações jamais permitia isso. Aquela cena grotesca, os olhos vazios que me fitavam com intensidade, a boca muda que tentava me dizer algo, e a garota vestida de vermelho... Tudo se tornava nítido de novo.
Por isso, aos poucos fui odiando cada vez mais o inverno. "Se eu pelo menos pudesse fazer o inverno desaparecer", era o meu lamento constante, embora soubesse o quão ridículo e impossível era.

Bem, a história agora se passa no período em que completo treze anos de idade. Após aquele fatídico dia três anos se passaram, e eu descobri algo... Um segredo obscuro do vilarejo chamado "A Maldição da Oferenda".

Acabei me esquecendo das horas enquanto brincava com uma amiga e quando dei por mim, já havia escurecido. Como eu sabia que precisaria chegar em casa o quanto antes, resolvi pegar um atalho e passar por dentro daquele templo, o qual eu não adentrava desde o dia em que desmaiei. Foi nesse momento. Ouvi o chefe do vilarejo e um dos moradores conversando, próximos à clareira das árvores. O morador, logo reconheci, era o pai da menina que havia me convidado para brincar de esconde-esconde naquele dia. Vendo a expressão séria dos dois, não resisti e me escondi atrás de uma árvore, tentando ouvir a conversa (algo que não foi tão difícil, visto que ali era uma região extremamente silenciosa).
- Minha filha ficará bem, não é? Ela não pode ter sido escolhida como oferenda... Certo? Não consigo parar de pensar nisso... - indagou o pai da minha colega de classe, com uma expressão sofrida no rosto. Ele estava todo sujo de terra, então deduzi que fosse agricultor ou algo do tipo. O chefe do vilarejo era um senhor bastante idoso, com as costas muito curvadas. Ele mal alcançava a bengala que usava, mas naquele momento, por mais estranho que fosse, ele me pareceu alto.
- Quantas vezes tenho que lhe dizer? Está tudo bem, a oferenda será a outra garota, com certeza.
- É... É, não é? Minha filha não morreria por ser escolhida... Não é mesmo? Naquele dia, três anos atrás, ela nem mesmo viu os olhos da oferenda. Ela só viu o lugar onde a oferenda foi sacrificada, mas nada além disso... - disse o pai, como se quisesse afirmar aquilo para si mesmo.
Três anos... Atrás? Sacrificada? Escondida atrás daquela árvore, lutei contra meus batimentos cardíacos que pareciam acelerar mais do que eu suportaria. Eu sabia do que eles estavam falando, mais do que gostaria de saber. Não precisei de muito tempo para vislumbrar toda aquela cena novamente.
- A oferenda será aquela garotinha que encontramos desmaiada. Sem dúvidas ela deve ter visto os olhos da oferenda anterior no momento de seu sacrifício. E além de tudo, ela tinha dez anos na época.
Os olhos da oferenda anterior? Estaria ele falando dos olhos da outra moça, que fora encontrada, já falecida?
Lembrei-me então dos olhos e da boca da criatura que vi naquela tarde. O que será que ela estava tentando me dizer? Eu não pude ouvi-la pois havia tampado meus ouvidos...
- Ah, que bom... Me sinto mais tranquilo agora. Ainda bem que a vila ficará em paz durante mais dez anos. - era como se um fardo fosse tirado das costas daquele homem, agora visivelmente mais calmo.
- No dia vinte e cinco de janeiro o ritual da oferenda será realizado de qualquer maneira. Dez anos após aquele dia, a pobre garota que encarou a oferenda anterior irá morrer. - concluiu o chefe da vila.
Pobre garota... Quer dizer...
Meu pesadelo havia se tornado realidade, e numa fração de segundos eu sabia o que o destino havia reservado pra mim. Quando todos os pontos se ligaram e eu finalmente entendi o que se passaria, saí correndo da floresta, sem me importar se me veriam ou não. Ao perceber que estavam sendo espionados, gritaram "Quem está aí?!" à direção em que eu havia me escondido, mas não parei de correr um só segundo. Tropecei várias vezes em amontoados de neve e quase caí, mas eu não queria parar de correr. Serei morta... Pelo meu vilarejo, ou melhor, pela tradição de meu vilarejo! Só então eu consegui entender o que aquela criatura... A garota... Tentava me dizer, em seus últimos momentos: "Não olhe". O movimento que seus lábios faziam... Era claro.
"Não olhe... Não olhe... Não olhe..."
Provavelmente, ela estava tentando evitar que eu me tornasse a próxima oferenda, e por isso, para não perturbar ou criar problemas com ninguém, refugiou-se em um lugar onde não iriam encontrá-la facilmente... Embora eu a tivesse visto. Mesmo que ela tivesse avisado tantas e tantas vezes para que eu não a olhasse, já era tarde.
Segundo a tradição, aquele que olhar nos olhos da oferenda enquanto a mesma é sacrificada é escolhido como a próxima oferenda, tornando-se amaldiçoado. E não basta apenas isso. A maldição não se concretiza se a pessoa não tiver exatos dez anos de idade. E eu tinha exatamente isso. Dez anos depois, a oferenda escolhida será sacrificada na idade adulta, ou seja, aos vinte (n/t: no Japão a maioridade é tida após os vinte anos de idade), para que a paz no vilarejo possa ser mantida.
Graças a essa tradição, de fato, nosso vilarejo era assustadoramente pacífico.
Então, provavelmente, a garota que eu vi vestida de vermelho era a oferenda anterior àquela que eu vi agonizando. Era ela que estava matando a garota que fora encontrada comigo, três anos atrás.

"A próxima é você".

Foi isso que ela disse. Você, ou seja, eu. Serei a próxima oferenda. Pois vi os olhos amaldiçoados...

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Sete anos depois, quando dei por mim, já havia completado vinte anos. Após ter descoberto a Maldição da Oferenda, tentei sair do vilarejo a qualquer custo, a fim de salvar a minha vida. Mas, curiosamente, quanto mais eu tentava, menos sorte tinha. Graças a sequência de fracassos que obtive, aos poucos minha vontade de sobreviver se extinguiu, e eu percebi então que seria impossível escapar dali, na altura de meus dezoito anos. Então, mais dois odiados invernos depois, recebi meu vigésimo vinte e cinco de janeiro. Eu vou morrer. Por esse vilarejo ou sua porcaria de paz, eu vou morrer... Não, eu serei morta.
A paisagem da vila estava odiosamente bela nesse dia. A neve que caía silenciosa do céu se espalhava num chão imaculadamente branco, formando uma paisagem linda e também horrenda. Um boneco de neve que não se sabe quem montou estava parado num canto da rua, enquanto as crianças brincavam de guerrinha de neve, me fazendo perguntar no íntimo como era possível não enjoarem disso nunca. Estava muito frio, como se meu corpo estivesse sendo cortado pelo vento gelado, e era como se eu gostasse dessa sensação, num misto de desconforto. Eu odeio o frio. Do fundo do meu coração, eu odeio o frio.
Vinte e cinco de janeiro. Para que ninguém pudesse me ver, resolvi morrer dentro de minha casa. Meus pais morreram quando tentei sair do vilarejo. Foi como se este lugar os tivesse matado. Empurrei as cortinas do quarto e abri a janela. Queria pelo menos morrer olhando para esse maldito inverno, já que eu morava numa rua bastante deserta, onde quase ninguém passava.
Flocos de neve adentraram meu quarto e desapareceram em meu tapete, derretendo. A garota que eu vi dez anos atrás apareceu logo à minha frente, como se tivesse vindo do nada. Ela não parecia o monstro daquele dia; usava um sobretudo bege como naquele dia, mas apenas me olhava, fixamente, inexpressiva e calada. Logo após isso, senti uma dor lancinante que parecia moer meu corpo inteiro por dentro. Olhei para o espelho que havia pendurado no quarto e vi cada parte de meu corpo se contorcer em ângulos inimagináveis, enquanto o som de ossos que iam se partindo invadia meus ouvidos. E não foi uma ou duas vezes. Aquilo foi se repetindo de novo, e de novo, fazendo meu corpo estalar inteiro, enquanto eu gemia debilmente. Meus olhos estavam perdendo o foco, e o pouco que eu enxergava no espelho era um monstro de olhos brancos, leitosos... Eu já não era mais humana.
Sem pensar duas vezes, desviei o olhar do espelho. Não conseguia mais encarar o que eu estava me tornando. Enquanto isso, a garota de sobretudo apenas me observava sem dizer nada, com um olhar triste. Arrependimentos sem propósitos e mágoas do inverno se acumulavam em meu peito, dominando-o. No fundo, eu não queria morrer, mas curiosamente, não derrubei uma só lágrima por iso. A última coisa que vi nos últimos momentos de lucidez foi os olhos de alguém, que me observava da janela. A mochila vermelha se destacava, fazendo minha própria imagem surgir em minha mente.

Não... Não olhe... Não olhe para os meus olhos, você não deve olhá-los!
- Não olhe... Não...olh.. Não... - tentei alertá-la, desesperada, mas não conseguia tirar os olhos daquela garotinha de mochila.
- A próxima... - disse a garota de sobretudo bege, apontando para a garotinha, que tremia da cabeça aos pés, assustada, sem conseguir sequer se pronunciar.
Provavelmente, sem saber o que pronunciar. - ...é você.
Então, finalmente minha consciênia se foi. Este foi o meu último inverno. Daqui dez anos, também no inverno, eu voltarei pela última vez.
O vilarejo, o ódio pelo inverno, as mágoas, todos esses sentimentos foram esquecidos... Até mesmo eu me esqueci, deixando de ser quem era. Sem dúvidas, eu irei aparecer na frente daquela garotinha e matá-la, independente se esse for o meu desejo ou não.
Não há mais nada que possa salvar o monstro que eu me tornei...

Fim.


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Gente, espero que tenham gostado! E quem quiser mais kaidans é só dizer que vou traduzindo um montão pra vocês, ok? Até a próxima ;D 
Bons Pesadelos...