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7 de novembro de 2012

Beth Thomas - O anjo malígno

Olhos azuis, cabelos castanhos e voz doce. Essa é Elizabeth Thomas, uma menina de apenas 6 anos, que esconde por trás dessa “casca” inocente, uma personalidade cruel e sádica, resultado de abusos e violência quando era apenas um bebê.



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A mãe de Beth faleceu ao dar a luz a seu irmão, quando ela tinha apenas 1 ano de idade. As crianças ficaram sob a guarda do pai, um homem sádico e alcoólatra que passou os 7 meses seguintes abusando sexualmente de Beth e negligenciando seu irmão, tanto que a parte de trás do crânio do bebê ficou plana, em função de ficar o tempo todo deitado no berço. Após os 7 meses de abusos incessantes, a guarda das crianças foi tomada por assistentes sociais.

Beth e o irmão foram entregues à uma família adotiva, porém o histórico de abusos e negligências nunca foi relatado aos novos pais, mas não demorou para que estes notassem o comportamento estranho da menina.

Beth tinha constantes pesadelos envolvendo “um homem que caía sobre ela e a machucava com uma parte dele”. Ela se masturbava constantemente, tanto que numa dessas vezes  acabou tendo hemorragia na vagina e teve de ser hospitalizada. Beth tinha o hábito de maltratar e torturar animais com agulhas. Foi pega introduzindo agulhas do ânus do cachorro de estimação da família, e alegou estar “apenas brincando”, também descobriu um ninho de passarinhos, e apertou-os e quebrou-lhes os pescoços. A menina cultivava um ódio doentio por seu irmão mais novo, e várias vezes o espancou com os mais diversos objetos, introduziu agulhas em seu corpo e também foi pega golpeando sua cabeça no chão com força e raiva. Beth costumava espanca-lo no estômago durante a noite, causando fortes dores ao menino, mas seu passatempo predileto era molestar seus órgãos genitais, chutando e puxando seu pênis e até introduzindo os dedos em seu ânus. Não era segredo para ninguém, ela queria mata-lo.

 "Eu fui tão machucada, que não quero estar perto de pessoas"

Quando começaram a sumir objetos dentro de casa, como as facas da cozinha, seus pais tiveram de tomar uma atitude drástica: trancá-la em seu quarto durante a noite. Eles não gostavam de fazer isso, porém, sentiam que a vida da Jonathan estava ameaçada, e também a deles. A situação em casa só piorava, até que eles decidiram procurar ajuda médica.

Em 1989 foi feito um documentário com a menina, utilizando os vídeos em que ela foi gravada conversando com seu psiquiatra, intitulado "Child of rage" (A ira de um anjo). O que surpreende, além das as atrocidades que a menina cometeu, foi a frieza com que ela relatou cada ato. Beth conta que machucou seu irmão e que desejava matar seus pais, com a calma de como se estivesse contando que passou um dia no parque. Claramente se observa um perfil de psicopatia na menina.

 "Como você mataria seus pais, Beth?" "Esfaquearia."

Beth ficou “famosa” depois que documentário foi ao ar, em 1992. Foi para uma clínica de terapia intensiva, onde supostamente teria se recuperado. No começo do vídeo ela relata seus atos maldosos com frieza e, no final, chora e sente-se mal.

A dúvida que fica no ar é: será que um psicopata é capaz de se curar? Será que as lágrimas e o arrependimento que a menina demonstra no final do vídeo, não são apenas fingimento? Será que Elizabeth Thomas, o anjo maligno, seria capaz de se relacionar com a sociedade?

Há boatos de que ela cresceu e trabalha como enfermeira. Mas nada que seja concreto. Não se sabe exatamente o que aconteceu com a menina depois do documentário. Assista e tire suas próprias conclusões:





Post by @Loucifre
Bons Pesadelos...

10 de outubro de 2012

John George Haigh - O vampiro do ácido sulfúrico


 John George Haigh nasceu em 1909, em uma família de protestantes conservadores. Seu pai criou uma cerca no jardim da sua casa, e não deixou John conhecer o mundo exterior.
Depois ele ganhou uma bolsa de estudos em uma escola, se formou e passou a trabalhar como aprendiz de engenharia numa empresa de Motor. Depois teve outros empregos em empresas de seguro e publicidade, aos 21 anos ele foi demitido por suspeita de roubar dinheiro.

Se casou aos 23 anos, mas o casamento não durou muito, ele foi preso por fraude em outra empresa, sua esposa estava grávida, ela deu a filha para adoção quando nasceu e largou o John.

Dois anos depois ele se mudou para Londres em 1936, trabalhou como motorista, depois virou um falso advogado e foi preso novamente por fraude. Durante esse período na prisão ele quis ser um assassino perfeito, eliminando o corpo de suas vítimas derretendo em ácido sulfúrico. Ele testou isso em ratos e viu que demorava 30 minutos para o corpo desaparecer.

Quando saiu da prisão em 1943 ele virou contador de outra empresa de engenharia. Encontrou com um antigo patrão que virou sua primeira vítima.
Ele atacou sua vítima acertando ela na cabeça e depois levou para um porão, onde ele colocava o corpo em um tambor de 40 litros de ácido súlfurico. Voltava 2 dias depois quando o corpo já tinha sido dissolvido e jogava a "lama" que ficou num bueiro.
Com isso ele falsificava documentos e vendia os bens de sua vítima, e passou a viver aplicando esse "golpe". Ele matava suas vítimas acertando elas na cabeça, eliminava os corpos e roubava os seus bens. Ele acreditava que era o assassino perfeito porque imaginou que sem corpo, ninguém poderia condena-lo por assassinato.

Sua ultima vítima foi uma idosa de 69 rica, mas um amigo dela estranhou seu desaparecimento e chamou um detetive para investigar.
Com isso a polícia encontrou o porão em que John dissolvia suas vítimas, e uma perícia encontrou restos de 3 corpos humanos, incluindo dentes.

John confessou o assassinato de 9 pessoas e foi condenado a morte por enforcamento.
Ele tentou se livrar da morte alegando insanidade, e afirmou que bebia o sangue de suas vítimas, com isso criou uma lenda de que ele seria um vampiro.
Não conseguiu se livrar da sentença e foi enforcado em 1949.

John Haigh ficou famoso como o assassino do balde de ácido. Ele é lembrado em seriados sobre serial killers, e muitas lendas de vampiros também.


Bons Pesadelos...

24 de maio de 2012

David Parker Ray - O Assassino da Caixa de Brinquedo


David Parker Ray, mais conhecido como "O Assassino da Caixa de Brinquedo" (The Toy Box Killer).

Apesar de ser considerado um serial killer, nenhum corpo de suas supostas vítimas foram encontrados. FBI estima que seu numero de vítimas foi em torno de 60 pessoas.

Nascido em Belen, Novo México, em 1939. Teve uma infância "típica" da grande maioria dos psicopatas: teve um pai abusivo, sofria bullying na escola por ser um garoto tímido. Na adolescência, usou drogas e álcool.

Em algum momento de sua vida, ele começou a sequestrar, torturar e provavelmente matar. Não se sabe precisamente quantas vítimas foram no total, pois ele possivelmente começou no inicio dos anos 50, quando ele ainda era um adolescente.

Seu apelido veio de seu trailer de tortura, o qual ele gastou aproximadamente 100 mil dólares, equipado com seus "amigos": chicotes, polias, correntes, serras... O principal alvo de Ray eram prostitutas. Algumas de suas vítimas eram liberadas após alguns dias. Segundo Hendy, as que morriam, eram desmembradas, queimadas e seus restos foram jogados no lago Elephant Butte.

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Ray foi preso no dia 22 de Março de 1999, quando sua última vítima, Cynthia V., conseguiu escapar. Para escapar, Cynthia esperou até que Ray fosse trabalhar e, em seguida, conseguiu pegar as chaves de suas algemas que a cúmplice, e namorada de Ray, havia deixado em uma mesa próxima a ela. Cyntia se libertou das algemas mas foi percebida por Cindy que lutou para prendê-la novamente. Cindy quebrou uma lampada na cabeça de Cynthia mas Cytnhia conseguiu acertar Cindy com um picador de gelo no pescoço e fugiu.
Quando a policia chegou ao local, Cindy e Ray alegaram que sequestram Cynthia numa tentativa de ajudá-la a se livrar do vício em heroína. Ao olharem o trailer, além dos dispositivos de tortura e dos brinquedos sexuais, encontraram o distintivo falso que Ray utilizou quando sequestrou Cynthia e sinais da luta de Hendy conta Cynthia. Foram presos e acusados de 12 crimes diferentes, incluindo sequestro e estupro.

Durante as investigações, mais indícios de outras vítimas foram encontrados. Uma vítima antiga, conhecida como Angelica M., se apresentou a policia e disse que havia sido sequestrada por Ray um mês antes do sequestro de Cynthia V. Ela havia denunciado seu sequestro mas por algum motivo, a policia não prosseguiu com a investigação.
Dentre os pertences, além de fotos de uma vítima, foi encontrado uma carta de um cidadão chamado Mark, da Austrália, para Connie e Candy, que acredita-se ser uma vítima de Ray. FBI, junto a policia australiana, está a procura de Mark para conseguir mais informações sobre Connie, Ray e seus cúmplices.

O Julgamento de Ray começou no dia 28 de Março de 2000. Logo após a escolha do júri, Ray sofreu um ataque cardiaco e seu julgamento foi adiado. Cynthia V e uma outra vítima sobrevivente, Kelly G., testemunharam contra ele. Porém o juiz decidiu adiar o caso pois queria tentar julgar Ray de um crime cometido no Colorado em 1996, apesar das provas não serem muito fortes. Uma lista com as rotinas para manter prisioneiros foi descartada, junto com os dispositivos de torturas contidos na "Toy Box" pois não conseguiram provar que Ray tinha posse desses objetos em 1996. Em 7 de maio, durante o julgamento de Ray pelo assassinato em Colorado, Angelica M. teve uma overdose de drogas e faleceu. Assim, mais um testemunho foi perdido. Em 23 de Maio, após uma nova seleção de juri, o julgamento foi finalmente feito e Ray foi acusado de 12 crimes, incluindo, conspiração para sequestro, sequestro e estupro. Em Julho, o juiz declarou a nulidade do julgamento, pois o juri não conseguia entrar em um acordo sobre o veredicto.

Em Novembro, começou um novo julgamento. Poucos dias depois, o juiz que estava no caso, veio a falecer. O processo não poderia prosseguir até Abril do próximo ano. Desta vez, Ray não deu tanta sorte e foi considerado culpado por todas as 12 acusações. Em Junho começou seu segundo julgamento. Nesse, Ray fez um acordo e se declarou culpado. Com isso, sua filha e cúmplice Jesse Ray, conseguiu uma pena mais amena.
Ray foi condenado a 224 anos de prisão pelo sequestro e tortura de 3 mulheres, mas morreu 8 meses após ser condenado, tendo cumprido 2 anos e meio enquanto aguardava julgamento.

Com sua morte, não havia mais o que ser feito. Nenhum corpo foi encontrado, nenhuma morte foi ligada a ele oficialmente e mais nenhuma vítima se apresentou. Em Novembro de 2002, a Toy Box foi aberta ao pública, com a esperança de que mais vítimas se apresentassem.











Cúmplices conhecidos:
Cynthia "Cindy" Lee Hendy - namorada de Ray. Sentenciada a 36 anos de prisão por sequestro e tortura.
Glenda Jenn "Jesse" Ray - Filha de Ray. Setenciada a 5 anos de liberdade condicional por sequestro.
Dennis Roy Yancy - Setenciado a 2 sentenças de 15 anos cada por sequestro e assassinato em segundo grau.

Vítimas conhecidas:
1995 - Jill Troia
1999 - Cynthia V. e Angelica M.

sem datas especificas:
Kelly Garret
Marie Parker
Angie Montano
Billy Bowers (vítima alegada por Hendy. Foi morto, desmembrado e jogado no lago)


A estória de Cynthia V.
Ela conheceu Ray enquanto trabalhava como prostituta em Albuquerque. Ele ofereceu a ela $20 por sexo oral. Cinthia aceitou. Ao entrar no carro, Cinthia se deparou com Cindy, namorada de Ray. Imaginou que tinha caido numa armadilha mas Ray mostrou-lhe um distintivo e a "prendeu" por prostituição. Eles a amarraram, amordaçaram, prenderam seu pescoço com um colar de metal e dirigiram com ela no banco de trás por horas. Não havia nada que ele pudesse fazer. Quando eles pararam, a levaram para um trailer e a acorrentaram a um ferro ao lado de uma cama. Aparentemente era aonde eles viviam. Eles colocaram uma fita de aproximadamente 20 minutos informando a ela que agora ela seria sua escrava sexual e ela enfrentaria vários tipos de abusos, sexo com animais e tudo que Ray exigisse.
Eles aplicaram choques elétricos e instrumentos médico por várias áreas de seu corpo, a suspenderam do teto, a chicotearam e ameaçaram-na com uma arma.
Após conseguir fugir, a jovem moça correu completamente nua. Dois carros passaram por ela mas não pararam pra ajudar. Ela encontrou uma casa que estava com a porta aberta e entrou. Implorou para uma senhora que estava assistindo TV a ajudasse. A senhora colocou um roupão em Cynthia e ligou para a emergência. Quando os policiais chegar na casa onde Cynthia se encontrava, ela chorava histericamente e apenas gritava "Estou viva! Estou viva!"


Post da Lu Sambora
Sugestão da leitora Tatah
Bons Pesadelos...

30 de abril de 2012

Miyazaki Tsutomu - Serial killer Japones

Oi gente! *-* Nha, que saudades eu tava de postar aqui... Se não fosse a pri e a falta de inspiração pra procurar coisas legais pra vocês eu já teria voltado bem antes, mas enfim. A vida tava complicada e corrida mas aproveitando que agora já não ta mais tanto assim, resolvi aparecer à convite do meu trutão Medo :D

Porém, tenho dois avisos a fazer:
¹o post é longo, pra compensar todo o meu tempo de sumiço rs
²é também um pouco chocante. Então, se você não gosta de torturas ou crueldade (principalmente com crianças), pule!


História

Enfim, vamos ao que interessa? Hoje vim falar sobre um serial killer japonês que, segundo dizem, foi o ~~mestre~~ que inspirou muitos outros que vieram nos anos seguintes. Seu nome era Miyazaki Tsutomu. Ele nasceu em 1962 na província de Tokyo, numa família economicamente estável e muito conhecida na região. Seus pais eram bastante ocupados e por isso ele passava a maior parte do tempo com seu avô e um outro rapaz que havia sido contratado especialmente para cuidar dele. O motivo da proteção extra era bem simples: Tsutomu nasceu prematuramente, o que acarretou um problema em seu braço esquerdo. Ele não conseguia mover seu pulso e virar a palma da mão para cima. Em decorrência da mão deformada, ele era obrigado a mover todo o antebraço para conseguir virá-la. Por ser uma doença rara (na época havia cerca de apenas 150 casos no Japão) os médicos o desencorajaram a operar seu punho, pois as probabilidades de cura eram pouquíssimas, então seus pais decidiram submetê-lo a tal procedimento só depois de completar a maioridade. Até o ensino fundamental, tirava notas muito altas e era visto como um aluno exemplar pelos professores, mas entre os alunos era ridicularizado devido a deformidade e seu gosto por animais selvagens, chegando a ser chamado de "Kaijyuu Hakase" (algo como "Professor das Feras"). Era muito competitivo e quando perdia pra alguém, passava noites lendo livros táticos e bolando esquemas para uma revanche, conseguindo a vitória quase sempre depois. Seus colegas de classe o descreviam como uma pessoa fechada e sem grande importância na sala, por ser sempre quieto e pouco introsado.
Ele pretendia estudar e posteriormente lecionar inglês em uma universidade local mas teve seu pedido de admissão recusado devido as notas baixas que tirava no colegial.
Pouco antes de começar a cometer seus crimes, Tsutomu passou a colecionar fitas de vídeo em sua casa, embora raramente chegasse a assisti-las. Dentre elas, havia alguns snuff films famosos como "Guinea Pig".



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Os crimes

Tsutomu aparentava ser um empregado comum de uma gráfica, mas em suas horas vagas ele selecionava aleatoriamente suas vítimas, geralmente meninas, entre quatro e sete anos de idade. Fez quatro vítimas, todas nas regiões de Tokyo/Saitama:

22/08/1988 - Raptou uma garota de quatro anos e a matou estrangulada. No dia seguinte, quando seu corpo já enrijecia gradativamente, ele alugou uma câmera e se gravou enquanto tocava a menina. Em seu julgamento, ao ser indagado o motivo de ele não ter se contentado apenas com fotografias ao invés de gravar o ato, ele respondeu coisas sem grande sentido, tais como "em 3D era muito mais emocionante de se assistir" ou "senti saudades de minha infância de repente".

03/10/1988 - Sua vítima fora uma estudante de sete anos de idade. Mais uma vez ele sequestrou e matou com estrangulamento, mas enquanto tentava molestá-la, a garotinha reagiu minimamente, se movendo. Assustado por pensar que ela já estava morta, Tsutomu fugiu. Perguntado sobre o quê ele sentiu no momento, Tsutomu disse apenas que teve a sensação de que estava se arriscando de uma maneira incrível.

09/12/1988 - Raptou e matou outra menina de quatro anos. Seu corpo foi descartado em uma floresta assim como as duas primeiras crianças (provavelmente pelo mau cheiro, já que a garota havia defecado nas próprias vestes) e encontrado seis dias depois, sem roupas. No dia vinte do mesmo mês o criminoso viu o pai da vítima na televisão; ele dizia que mesmo morta, estava aliviado por ter encontrado o corpo da filha.

06/06/1989 - A quarta vítima, além de sequestrada e morta, teve um dedo decepado, frito em molho shoyu e devorado pelo assassino, que posteriormente bebeu seu sangue. Dias depois seu corpo foi encontrado em pedaços.

23/07/1989 - Chega a sequestrar uma garota e levá-la para um local isolado, despindo-a. Mas, no momento em que se prepara para filmá-la, acaba sendo impedido pelo pai da menina que o seguiu, sendo preso por assédio sexual.


Arrependimento?

Apesar de toda sua insanidade, Tsutomu tentou devolver os dois primeiros corpos para suas devidas famílias, mas não conseguiu encontrar o cadáver de sua segunda vítima. Este só fora encontrado onze meses após o crime, em uma floresta local.
Já a primeira menina teve seus restos mortais encontrados treze meses depois, mas antes disso fotos com pedaços de sua roupa e ossos carbonizados foram encontrados dentro de uma caixa de papelão deixada na varanda da família. Dentro, além das fotos, havia uma carta com um anagrama que teve várias interpretações, não se sabendo qual era a verdadeira. Outra carta com um anagrama foi enviada também para a casa da terceira vítima. Após ser decifrado, ele revelou a mensagem "Que pena que não possa ser ressuscitada".
Além disso, ele também praticava uma espécie de ritual de ressurreição macabro em seu apartamento, usando velas, roupas pretas e bonecas de palha simbolizando as vítimas, à cada assassinato que cometia.

As cartas

Tsutomu enviou para um dos jornais mais populares do país uma carta entitulada "O texto da voz criminosa" (que também chegou à casa da família da primeira vítima no dia seguinte), usando o nome fictício "Imano Yuuko" (nome de uma personagem de mangá). Na carta ele fala diretamente com a família, explicando como sequestrou a menina e o que pensava em cada momento que a vigiava. No dia 6 de março de 1989 a família anunciou que faria um enterro formal para a menina. Cinco dias depois mais uma carta entitulada como "O texto de confissão" fora enviada para o jornal e para os pais da vítima. Nela o assassino agradecia a família por "enterrar" a menina e citava outro crime, cometido em 1987, na província de Gunma. Não se sabe até hoje se há alguma real ligação entre Tsutomu e esse crime, pois existem tanto provas que o impossibilitariam de cometê-lo como semelhanças entre os assassinatos.


Mas, por quê?

Psicólogos concluíram que Tsutomu ficou "aprisionado" em sua infância por ter passado muito tempo só quando pequeno. De fato, ele não chega a ser taxado como pedófilo pois não chegou a violentar nenhuma de suas vítimas, embora tenha tocado cada uma intimamente. Diz-se também que seu comportamento condiz em muitas partes com a de uma criança, pois quando ficava irritado com algo, usava de violência, assim como uma criança faria, mas por ser um adulto e ter a força de um, isso acabava por matar suas vítimas, ao invés de apenas reprimi-las. Ainda, afirma-se que ele via uma espécie de referência de si mesmo em cada uma das meninas que assassinou, pois todas se encontravam sozinhas, numa imagem solitária no momento da abordagem.



A repercussão

Para os apreciadores de mangás os assassinatos caíram como uma bomba, pois todas as pessoas que tinham gostos ou hábitos parecidos com os de Tsutomu passaram a ser vistas como maníacos e pedófilos (n/a: até hoje, né?). Homens de meia-idade que morassem sozinhos eram descriminados e estereotipados, e de quebra todos os artistas que desenhavam as histórias em mangá também passaram a sofrer forte censura em suas obras. Nenhum carater sexual podia ser insinuado nelas. Até mesmo filmes de terror (que também eram adorados por Tsutomu) estavam sendo impedidos de serem exibidos na televisão. Diziam inclusive que seu último crime, cometido no dia seis de junho às seis horas da tarde, era por influência satânica.
Para a família do assassino foi ainda pior: embora seu pai tivesse se recusado a pagar um advogado (mesmo que tivesse condições financeiras pra isso), não houve nada que impedisse o enxame de cartas maldosas que chegavam dia após dia. Algumas continham ameaças, outras insultos graves, mas a grande maioria dizia que todos também deveriam morrer. Os irmãos de Tsutomu largaram seus empregos, a irmã desfez seu noivado e mudaram-se para outra cidade, mas algum tempo depois seu pai pulou de uma ponte, cometendo suicídio.



Concluindo o post: Miyazaki Tsutomu foi condenado à pena de morte e executado no dia 17 de junho de 2008. Entretanto, não houve um só momento em que ele tenha esboçado arrependimento. O assassino alegou, inclusive, que o medo e horror com que lutava contra enquanto assassinava as meninas já era mais do que suficiente para isentá-lo de remorso.

Curiosidade:
- foi descoberto bem depois de tudo que havia na verdade pouquíssimas fitas com desenhos animados nas coisas dele, mas a mídia quis fazer sensacionalismo dizendo que a culpa era dos mangás e dos animes... naquela época, apelidavam criminosos de 'Miyazaki Tsutomu' e os pais tinham mania de aterrorizar os filhos dizendo que se assistissem muito desenho e lessem muito mangá virariam um Tsutomu da vida, é tipo o Homem do Saco no Brasil.


Post da @KelSakuyama, sugestão do leitor @DarthMou

Gostaram? A Kel vai começar uma série de Serial Killers Japoneses aqui no MEDO B! Comentem
Bons Pesadelos...

23 de abril de 2012

Delfina e María de Jesus González - Las Poquianchis

Post de última hora já que o MEDO está com a internet cheia de problemas.

Duas irmãs mexicanas da cidade de Guanajuato chamadas Delfina e María de Jesus González mesmo tendo sido criadas sobre forte influência da doutrina católica viraram donas de um bordel que dirigiram nas décadas de 50 e 60 chamado “A Barca de Ouro” também conhecido como o "Bordel do Inferno".
Depois de 20 anos gerenciando a casa de prostituição a polícia estava a procura de suspeitos para o sequestro de garotas na área de Guanajuato, foi quando Josefina Gutiérres citou as duas irmãs Gónzalez no esquema durante um depoimento.
Oficiais foram até o bordel e revistaram a propriedade das irmãs encontrando uma dúzia de mulheres com problemas de saúde e falta de higiene, muitas delas contaram terem sido sequestradas , mantidas presas e espancadas.
Durante as investigações foi descoberto que as irmãs espalhavam anúncios oferecendo trabalho como empregada quando na verdade o que realmente queriam era recrutar prostitutas, essas prostitutas eram mantidas sob pressão psicológica e forçados a bater e roubar de seus clientes além de consumir heroína ou cocaína. Depois de tudo eram mortas quando ficavam muito doentes, perdiam a boa aparência ou deixavam de agradar aos clientes. Delfina e María também costumavam matar os frequentadores do bordel que exibiam muito dinheiro. Se alguma das meninas ficasse grávida seus filhos eram tirados mesmo contra a vontade e enterrados em segredo.
Foram encontrados no local os corpos de onze homens, oitenta mulheres e vários fetos.
O julgamento das irmãs González aconteceu em 1964 e elas só foram condenadas por dezessete mortes pegando quarenta anos de prisão e tendo que pagar US$ 700 mil de indenização para as famílias das vítimas.
Conhecidas como “Las Poquianchis”, Delfina e María de Jesus tinham outras duas irmãs que ajudaram em seus crimes, Carmen e Maria Luisa que foram condenadas a pequenas penas depois de comprovado que só eram cúmplices em crimes menores e não haviam participado dos assassinatos.
Carmen morreu na prisão por causa de um câncer e Maria Luisa enlouqueceu porque temia ser morta por manifestantes quando ficasse livre morrendo sozinha em sua cela em 19 de novembro de 1984 tendo seu corpo descoberto um dia depois. Já Delfina morreu devido a um acidente em 1968 no qual um balde de cimento caiu em sua cabeça e María de Jesus não só cumpriu sua pena como sumiu ao lado de um homem de 64 anos que conheceu na prisão.
Um documentário chamado “La Historia detrás del Mito - Las Poquianchis” está disponível no youtube em cinco partes e conta a história das irmãs que foram tema do livro “Las muertas” de Jorge Ibargüengoitia.

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Bons pesadelos...

14 de abril de 2012

Familia Serial killer (Livro Memórias de um esquizofrenico)

Ontem um crime bizarro envolvendo uma seita chocou o país com uma família de Serial Killers que não deixa NADA a perder pra familia do "Massacre da Serra Elétrica". O bizarro caso tem que entrar pra galeria de Serial Killers do MEDO B...



Depois de assassinar e esquartejar pelo menos sete pessoas, em Garanhuns, os acusados nos crimes, Jorge Negromonte, de 50 anos, Isabel Cristina, de 51 e Bruna Cristina de Oliveira, de 25 confessaram à Polícia Civil de Pernambuco, que utilizavam parte da carne das vítimas para fazer salgados que eram vendidos na cidade.

O relato minucioso de Jorge Negromonte revela os requintes de crueldade e uma espécie de ritual macabro que envolvia sua família em refeições nada convencionais. Como se não bastassem as receitas à base de carne humana que eram servidas ao jantar, a família utilizava partes das vítimas para desfiar e rechear coxinhas, risoles e empadas que Isabel Cristina vendia em Garanhuns.

A polícia acredita que as partes que seriam usadas para a produção das empadas seriam as nádegas e as coxas das vítimas. Segundo Demócrito Oliveira, a população de Garanhuns confirma que uma das suspeitas vendia alimentos na cidade. Ninguém, entretanto, procurou a delegacia para falar se já havia consumido os salgados.

Segundo o delegado Wesley Fernando, que está à frente das investigações, os acusados confessaram os crimes de assassinato e a prática de canibalismo durante os depoimentos. “Depois que eles esquartejavam, a carne era congelada, desfiada e também utilizada para alimentar a família, inclusive dando partes dos corpos para a criança que morava com o trio. Além disso, segundo Isabel, a parte preferida era o coração das vítimas. Mas nada sobrava. Eles também usavam o fígado e os músculos das pernas que eram fervidos e ingeridos, numa espécie de ritual macabro”, explicou o delegado.

A Polícia Civil ainda informou que os suspeitos fariam parte de uma seita, que pregava a purificação do mundo e a diminuição populacional. A meta seria matar três mulheres por ano. “Segundo os envolvidos, eles participam de uma seita chamada Cartel. E que teria uma seita contrária que seria chamada de “M” [das "mulheres impuras"]. Toda a culpa de eles estarem presos seria porque “M” interferiu nos planos deles”, revelou o delegado Wesley Fernandes, responsável pelo caso. Ele também explicou como o grupo escolhia as vítimas. “Segundo eles, ao passar pelas pessoas, uma entidade alertava que eram pessoas más”

O CRIME - A Polícia Civil de Pernambuco localizou os corpos de Giselly Helena da Silva, conhecida como “Geisa dos Panfletos” (desaparecida desde o dia 25 de fevereiro) e Alexandra da Silva Falcão, 20 anos (desaparecida desde o dia 12 de março de 2012). Elas foram assassinadas, esquartejadas e enterradas no quintal da casa dos assassinos confessos.

Quando a polícia chegou à residência foi recebida por uma criança de apenas cinco anos de idade que mostrou aos policiais, “o local onde os pais mandavam as pessoas para o inferno”. Ela foi levada para o Conselho Tutelar da Cidade e os acusados, Jorge Negromonte, Isabel Cristina e Bruna Cristina de Oliveira foram encaminhados para a 2ª Delegacia, onde confessaram ter cometido o crime.

Publicação
O homem suspeito de comandar o trio nos assassinatos fez um livro, ilustrado e registrado em cartório, onde conta detalhes dos crimes e da vida dele. Nas páginas, há informações de que ele era formado em Educação Física e era faixa preta em caratê. A publicação também informa atos de canibalismo. Os três comeriam a carne das vítimas para "purificar a alma".




Fonte globo.com e uol
Bons Pesadelos...

30 de março de 2012

Serial Killer Canibal é preso na Rússia

Pra quem sente falta dos Serial Killers, foi preso um na Rússia essa semana, e Canibal de Bônus...


A polícia russa prendeu esta semana um homem que admitiu ter matado seis pessoas e comido seus corações e fígados, segundo a imprensa.

O "serial killer canibal", como ficou conhecido, é Alexander Bychkov. Em um diário, ele escreveu que começou a matar depois de ser abandonado pela namorada, que o considerava "um fraco".

Bychkov, de 23 anos, foi detido por furto de loja, mas depois contou à polícia que enterrou os corpos no seu quintal em Belinsky, cidade cerca de 630 quilômetros a sudeste de Moscou, conforme relato feito à Reuters na terça-feira pela porta-voz de um comitê investigativo encarregado do caso.

Segundo ela, seis corpos foram achados no local, mas o número de vítimas ainda pode subir. Os investigadores estão examinando relatos da imprensa de que o assassino teria arrancado e comido os fígados e corações das vítimas.

Em trechos do diário ao qual a imprensa russa teve acesso, Bychkov dizia sobre a namorada: "Ela disse que eu era um fraco, não um lobo. (...) Vou mostrar a ela. (...) Talvez ela pare de reclamar e entenda que eu sou um lobo solitário".

Uma fonte policial disse ao jornal "Izvestia" que Bychkov comia órgãos das vítimas. "Evidências de canibalismo foram vistas em alguns incidentes", escreveu o jornal.

Em 2007, outro "serial killer" russo, Alexander Pichushkin, foi condenado a prisão perpétua por ter matado 48 pessoas, crimes dos quais disse não se arrepender.


Fonte: globo.com - Sugestão do leitor Guto.
Bons Pesadelos...

19 de maio de 2011

Serial Killers - Mary Bell

Mary Bell tem uma diferença entre os Serial Killers comuns. Ela cometeu seus assassinatos com 10 anos! Sim Mary Bell foi uma "Criança Assassina".

Ela não conheceu seu pai, sua mãe Betty McCrickett era prostituta. Mary Bell era uma criança perturbada, e sua mãe obrigou ela a se prostituir desde os 4 anos.

Vandalizou a enfermaria da sua escola e escreveu ameaças na parede.
Aos 10 anos Mary Bell estrangulou Martin Brown, um garoto de 3 anos.
2 meses depois ela matou Brian Howe de 4 anos. Ela estrangulou o garoto, perfurou suas coxas e genitais, eainda "escreveu" um M na barriga do garoto com uma lamina de barbear.

Foi condenada a prisão por tempo indeterminado, e chamada de monstro durante o julgamento.
Os psiquiatras avaliaram ela como psicopata.

Mary Bell não foi uma prisioneira com bom comportamento, chegou a fugir da cadeia uma vez. Foi solta sob custódia em 1980 quando tinha 23 anos. Em 2007, depois da morte da sua mãe ela aceitou dar uma entrevista. Isso resultou na biografica chamada "Gritos no vazio".
O governo tenta proibir a venda comercial do livro.








Bons Pesadelos...

28 de março de 2011

Jack, O Estripador - Verdade ou Mito ?

Jack o Estripador já esteve aqui no MEDO B.
Mas como ele é um dos mais famosos e misteriosos Serial Killers, estou postando esse documentário da National Geographic sobre ele!!!

Ele realmente existiu ?







Bons Pesadelos...

16 de janeiro de 2011

Site O Serial Killer

Só pra manter vocês mal acostumados post duplo hj de novo \o/


Hj é só uma dica para os fãs de Serial Killers!!! O MEDO B não fala só do assunto, então quem for muito fã conheçam o site:




O Site é escrito pelo Fernando César, então quem se interessar pelo assunto mesmo e quiser
conversar com ele :D #FicaDica!!!

Bons Pesadelos...

14 de janeiro de 2011

Serial Killers - Marcel Petiot

Marcel Petiot nasceu em 17 de janeiro de 1897, na França. Foi diagnosticado como doente mental em 1914. Foi expulso de várias escolas, e se formou em uma escola especial em Paris.

Petiot foi convocado durante a 1º Guerra Mundial em 1916. Foi ferido, intoxicado e demonstrou novos sintomas de problemas mentais. Foi enviado para uma casa de repouso, onde foi preso por roubar cobertores do exército. Foi para um hospital psiquiátrico onde foi novamente diagnosticado como doente mental, mas foi convocado de novo para o exército em 1918. Atirou no próprio pé, mas nem isso conseguiu tirar ele do exército e receber alta por invalidez.


Depois da Guerra Petiot entrou num programa de educação destinado a veteranos de guerra. Completou o ensino médio, foi estágiario de um hospital psiquiátrico e se formou em medicina em 1921.
Ao trabalhar num hospital em Villeneuve-sur-Yonne ganhou uma reputação duvidosa por fornecimento de entorpecentes e realizações de abortos clandestinos.

Foi prefeito da cidade de Delaveau, desviou dinheiro dos fundos da cidade, e foi suspenso em 1931, quando renunciou a Prefeitura.

Quando começou a 2º Guerra Mundial, Petiot viu uma chance de ouro, para ganhar dinheiro. Comprou uma casa, tornou ela a prova de som, criando uma armadilha. Foi ai que matou mais de 63 pessoas...
O médico falava para suas vítimas, a maioria Judeus que tentava fugir dos nazistas, que era membro da Resistência Francesa e conseguia fugas seguras para a Argentina, por um alto preço.
Depois de receber o dinheiro o médico aplicava uma injeção letal em suas vítimas dizendo que era uma vacina contra doenças tropicais. Deixava elas num quarto a prova de som e pedia para esperarem o efeito.
Quando o veneno fazia efeito, Petiot observava a morte de suas vítimas através de buracos feitos para isso. Depois mutilava os corpos e jogava eles num poço de cal.


Foi preso em 1944, no seu porão foram encontrados 27 corpos mutilados. Ele alegava que eram nazistas e que estava fazendo seu dever como Francês, e foi liberado. Foi preso outra vez quando um jornal acusou ele de simpatizante dos nazistas. Durante o julgamento confessou o assassinato de 63 pessoas que ele acusou de "inimigos da França".
Ninguém acreditou, Petiot foi condenado a Morte, e morreu na Guilhotina em 1964.
Acredita-se que suas mortes passam das 63 vítimas...


Bons Pesadelos...

4 de janeiro de 2011

Josef Mengele - O Anjo da Morte

Josef Mengele foi um médico alemão Nazista, extremamente preconceituoso.



No campo de Auschwitz ganhou um "Zoológico" onde tinha seres humanos como suas cobaias para qualquer experiência que queria fazer.
Ele tinha uma fascinação por irmãos gêmeos, mas em seu laboratório também tinha anões, ciganos, judeus, crianças e deficientes físicos.

Provavelmente você já viu histórias e filmes sobre experiências absurdas, mas vai descobrir agora que algumas delas foram reais, e quem realizou elas foi o Mengele que ficou conhecido como Anjo da Morte...

Suas Experiências:

- Ele unia as veias de irmãos gêmeos para misturar o sangue, msm de tipos diferentes, para ver as reações.
- Tentou, pelo menos 1 vez, criar irmãos siameses a partir de irmãos gêmeos(talvez dai surgiu o filme "A Centopéia Humana")
- Dissecava anões vivos afim de provar que eram excessivas misturas de raças
- Amputava pernas e braços de crianças para regenera-los, sem sucesso...
- Jogava prisioneiros em água fervente para ver quanto tempo suportavam...
- Injetava tinta nos olhos de prisioneiros para tentar mudar a cor dos olhos
- Tentou encontrar um método de esterilização em massa, injetava diversas substâncias em mulheres, até mesmo cimento no útero delas, levando muitas a morte...
- Colocava os cadáveres das experiências num líquido que consumia a carne deixando os ossos limpos, depois mandava para um mostruário macabro em berlim


Quando a guerra acabou Mengele fugiu para Argentina e depois acabou parando no Brasil, aqui morreu afogado no litoral Paulista...
Suas pesquisas não contribuíram em nada com a ciência.

Atualização:

A leitora Morgana Confortin me mandou um documentário da National Geographic sobre as possíveis experiências de Josef Mengele no sul do Brasil, que poderia ter criado vários gêmeos da Raça Ariana... será verdade ?
[leiamais]

Os Gêmeos de Josef Mengele

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4


Parte 5



Qd pesquisei sobre ele, ouvi falar que essa informação era falsa, mas me mandaram notícias de jornais e agora esse documentário...
Agora se é verdade ou não já virou um caso para o e-farsas.com perguntem a ele via twitter @efarsas
Bons Pesadelos...

13 de dezembro de 2010

Serial Killer - Gordon Northcott (Assassinatos do galinheiro de Wineville)


O inquietante e magnífico filme "Changeling" (A troca), dirigido por Clint Eastwood, foi baseado num pavoroso fato real ocorrido na primeira década de 1920. Uma truculenta história do seqüestro e assassinato de 20 meninos, que expôs ao grande público a corrupção no Departamento de Polícia de Los Angeles e recebeu a atenção de toda a imprensa norte-americana da época. Entre os meninos desaparecidos encontrava-se Walter Collins.

Arthur Hutchins Jr, um menino fugitivo de Illinois fez-se passar pelo desaparecido Walter para poder viajar a Califórnia e conhecer a seu ator favorito Tom Mix. A polícia quis encerrar o caso e tratou de convencer à mãe de Walter, Christine Collins, de que Hutchins era seu filho.
Quando Christine se negou a aceitar que aquela criança era seu filho, foi internada contra sua vontade no pavilhão psiquiátrico do Hospital Geral do Condado, sob o "Código 12" de internamento.
O Código 12 era um termo utilizado pela polícia para prender, sem julgamento prévio, aquelas pessoas que resultavam difíceis ou inconvenientes. Só depois que o menino impostor admitiu a verdade, dez dias mais tarde, Christine foi posta em liberdade.

Em setembro de 1928, devido à declaração de outro garoto de 14 anos, Sanford Clark, que acusou seu tio, Gordon Northcott, de abusos sexuais e maus tratos, o departamento de polícia de Los Angeles visitou o Rancho Northcott em Wineville, no Condado de Riverside.
Ali encontraram machados, ossos, cabelos e os dedos de três das vítimas enterrados em cal atrás do galinheiro. Daí o nome de "assassinatos do galinheiro de Wineville" como ficou conhecido o caso.


Gordon Northcott, o cruel assassino dos meninos, foi levado à prisão de San Quintuin onde seria enforcado.

Através das fotografias de Northcott podemos ver as diferentes personalidades do maníaco . Às vezes aparece reflexivo, inclusive pedante. Em outros mostra uma imagem quase demoníaca.


Dois anos após o terrível acontecimento os habitantes de Wineville mudaram o nome do povoado para "Mira Loma", já que o antigo ficou associado ao terrível assassinato dos 20 meninos desaparecidos.
Gordon Northcott conseguiu fugir mas foi recapturado no Canadá. Julgado por seqüestro, abuso, torturas, assassinato e a desmembração de ao menos 3 menores, foi condenado a morrer na forca.


Fonte: MDIG
Bons Pesadelos...

3 de dezembro de 2010

Serial Killers - Richard Case



Richard Trenton Chase (23 de Maio de 1950 - 26 de Dezembro de 1980) foi um serial killer americano que matou seis pessoas no período de um mês em Sacramento, Califórnia. Ele foi apelidado de “O Vampiro de Sacramento” porque ele bebia o sangue das vítimas e comia seus corpos.

Infância

Chase dizia ser vítima de abusos da própria mãe. Com 10 anos, ele apresentou sinais da Síndrome de MacDonald*: enuresis (incapacidade de controlar a bexiga), piromania e zoosadismo. Na adolescência, ele se tornou alcólatra e usuário de drogas. Ele sofria de disfunção erétil, por causa de “problemas psicológicos provenientes de raiva reprimida”.
[leiamais]
Fase adulta

Chase desenvolveu hipocondira quando ficou adulto. Ele reclamava muitas vezes que seu coração ocasionalmente “parava de bater” ou que “alguém havia roubado sua artéria pulmonar”. Ele segurava laranjas na cabeça, acreditando que a Vitamina C seria absorvida para o seu cérebro por meio de difusão. Chase também acreditava que os ossos de seu crânio haviam se soltado e vagavam livremente, ele então raspou a cabeça para poder acompanhar a atividade.
Depois de sair da casa de sua mãe (acreditando que ela estava envenenando-o), Chase alugou um apartamento com os amigos. Os colegas de quarto de Chase reclamavam que ele estava constantemente sob o efeito de álcool, maconha e ácido. Chase também andava nu pelo apartamento, mesmo na frente de visitas. Os colegas de Chase mandaram que ele se mudasse. Quando ele recusou, os colegas de quarto é quem se mudaram.
Sozinho no apartamento, Chase começou a capturar, matar e desmembrar vários animais, os quais ele devorava crus, ás vezes misturando os órgãos com Coca-Cola em um liquidificador, bebendo a mistura como um milkshake. Chase achava que ingerindo as criaturas, ele evitava que seu coração encolhesse.

Internação

Em 1975, Chase foi involuntáriamente internado em um instituto mental depois de ser levado ao hospital por envenenamento por sangue, após injetar sangue de coelho em suas veias. Ele muitas vezes contava para os enfermeiros suas fantasias sobre matar coelhos. Ele uma vez foi encontrado com sangue em sua boca, mas os enfermeiros do hospital descobriram que ele havia bebido sangue de pássaros; ele jogara os corpos dos pássaros pela janela de seu quarto. As pessoas começaram a chamá-lo de “Drácula”
Em um dos vários incidentes que aconteceram enquanto ele estava internado, ele bebia o sangue do cão terapeuta (Um cachorro que anima pacientes em hospitais) de modo a sustentar seu vício. Ele declarou que pegava as seringas de caixar que ficavam disponíveis nas salas dos médicos. Levaram semanas para descobrirem o ocorrido, e logo deixaram de levar animais terapeutas ao hospital.
Ocasionalmente, foi descoberto que ele se defecava, de modo a poder pintar desenhos nas paredes do hospital com as fezes.
Depois de passar por uma bateria de exames envolvendo drogas psicotrópicas, Chase não foi mais considerado um perigo para a sociedade, e em 1976 ele foi liberado sob a responsabilidade de sua mãe.
A mãe de Chase decidiu que ele não precisava tomar o remédio antipsicótico prescrito, acreditando que isso transformaria o filho dela em “um zumbi”. Ela o livrou do medicamento e arranjou um apartamento para ele.
Uma investigação posterior revelou que na metade de 1977, Chase foi parado e preso por um agente nativo americano em uma reserva no Lago Tahoe. Ele estava vestindo uma camiseta coberta de sangue, e dirigindo uma caminhonete que continha armas e um balde com sangue. Ele convenceu a polícia que era um mal-entendido envolvendo um animal que ele havia caçado. Nenhuma multa foi cobrada.

Assassinatos

Em 29 de Dezembro de 1977, Chase matou sua primeira vítma. A vítma, Ambrose Griffin, era um engenheiro de 51 anos e pai de dois filhos. Depois de levar o tiro fatal, um dos filhos de Griffin disse ter visto um vizinho andando pela rua com um rifle calibre 22. O rifle do vizinho foi analisado, mas testes balísticos determinaram que aquela não era a arma do crime.
Em 11 de Janeiro de 1978, Chase pediu um cigarro à sua vizinha, e tentou entrar forçadamente na casa dela até que ela desse todos os cigarros da casa.
Duas semanas depois, ele tentou entrar na casa de outra mulher, mas, vendo que as portas estavam trancadas, ele foi embora; Chase mais tarde contou aos detetives que ele interpretava portas trancadas como um sinal de que ele não era bem-vindo, mas que casas destrancadas era um sinal de que ele podia entrar.
Mais tarde ele foi perseguido por um casal após roubar pertences da casa deles e de ter urinado e defecado em suas camas e roupas.
Teresa Wallin foi a próxima vítima de Chase, em 21 de Janeiro. Grávida de três meses, ela foi surpreendida por Chase em sua própria casa, ele atirou três vezes na moça, matando-a. Depois ele fez sexo com o cadáver, mutilou-o e se banhou no sangue da mulher morta.
Dois dias depois após matar Wallin, Chase comprou dois filhotes de um vizinho. Ele os matou e bebeu o seu sangue.
Em 27 de Janeiro, Chase cometeu seus últimos assasinatos. Entrando na casa de Evelyin Miroth, 38, ele encontrou a amiga dela, Danny Meredith, a qual ele atirou com seu revólver calibre 22. Roubando a carteira e as chaves do carro de Meredith, ele continuou a invadir a casa, matando Miroth, seu filho de seis anos Jason e o sobrinho dela, de apenas 22 meses, David. Assim como Wellin, Chase praticou necrofilia e canibalismo com o corpo de Miroth.
Uma garota de seis anos, que brincava com Jason Miroth, bateu na porta, assustando Chase, que fugiu com o carro de Meredith, levando o corpo de David consigo. A menina avisou aos vizinhos, que alertaram a polícia. Quando entraram na casa, a polícia descobriu que Chase havia deixado impressões digitais e impressões de seus sapatos no sangue de Miroth.
Chase voltou para seu apartamento na avenida Watt, onde ele bebeu o sangue de David e comeu vários dos órgãos internos dele (Incluindo o cérebro da criança), depois abandonou o corpo numa igreja próxima.



Consequências

Em 1979, Chase foi condenado por seis assinatos. Para poder escapar da pena de morte, a defesa tentou fazê-lo ser condenado por assassinato em segundo grau, o que lhe daria uma prisão perpétua. O caso foi ligado com o histórico de doenças mentais de Chase, e sugeriram que os crimes não foram premeditados.

Em 8 de Maio, o juri declarou Chase culpado pelos seis assassinatos em primeiro grau, e ele foi condenado à morte na câmara de gás. Eles recusaram o argumento de que ele seria inocente por causa da insanidade. Seus colegas de cela, cientes da natureza bizarra dos crimes de Chase, o temiam, e de acordo com os guardas da prisão, muitas vezes eles tentaram convencer Chase a cometer suicídio.

Chase deu uma série de entrevistas a Robert Ressler, durante as quais ele falava sobre seis medos de nazistas e OVNIs, alegando que mesmo que ele tenha matado, não era culpa dele; ele havia sido forçado a matar para manter-se vivo, o que acredita que qualquer pessoa faria. Ele pediu a Ressler para ter acesso a uma “arma de radar” (N/T: Uma espécie de pistola à laser que os policiais usam para captar carros em alta velocidade. Não sei o nome em português), de modo que assim ele podia apreender os OVNIs Nazistas, e então os nazistas poderiam ser julgados pelos assassinatos. Ele também deu a Ressler uma grande quantidade de macarrão com queijo, que ele guardava nos bolsos da calça, acreditando que os guardas estavam em conjunto com os nazistas e queriam dar comida envenenada a ele. Críticos acreditam que Chase estava atuando com Ressler para conseguir a simpatia do público, acreditando que ele tinha mesmo insanidade e assim evitar a sentença de morte.

Em 26 de Dezembro de 1980, um guarda que checava as celas encontrou o corpo de Chase estirado em sua cama, sem respirar. Uma autópsia revelou que ele cometera suicídio através de uma overdose de remédios antidepressivos prescritos pelo médico da prisão, e que ele estava guardando por semanas. É incerto se ele fez isso por causa das sugestões dos colegas de cela ou se foi por causa de seu estado mental.



Agradeço muito especialmente a Hika pela tradução :***
Bons Pesadelos...

24 de novembro de 2010

Richard Speck

Richard Speck nasceu nos Estados Unidos em 1941 em uma família religiosa. Morava com seus pais e seus sete irmãos, com apenas seis anos Speck perdeu o pai, sua mãe casou-se novamente, mas o novo marido estava longe de ser o ideal, além beber muito, o agredia e desaparecia de vez em quando.
Richard não tinha boas notas na escola, e começou a beber aos 12 anos. Aos 19, foi fazer uma tatuagem, e acabou escrevendo “Born to raise Hell” (“Nascido para fazer o Inferno crescer”) no braço.
Speck foi preso algumas vezes por roubo e outros crimes e sua família sempre pagava a fiança. Em 61 engravidou uma garota com quem acabou se casando. Já em 65, acusado de uma tentativa de estupro e homicídio, Speck ficou mais cinco meses preso e sua esposa que era freqüentemente maltratada finalmente pediu o divórcio.
Aos 24 anos Richard Speck matou oito estudantes de enfermagem, do Hospital Comunitário do Sul de Chicago, em 14 de julho de 1966. Apenas uma moça presente sobreviveu (Cora Amurao), escondendo-se debaixo da cama.
Uma das estudantes chamada Gloria Davy tinha as mãos amarradas para trás e uma tira de roupa esganando seu pescoço. No andar de cima estavam às outras sete, cheias de sangue, enforcadas e com as mãos amarradas. Uma tinha 18 facadas, no peito e pescoço. Outra tinha um travesseiro cobrindo parcialmente seu rosto, mas estava nua e suas pernas estavam bem abertas. Outra, o olho foi perfurado com a faca.
Assim que saiu do alojamento das enfermeiras, Speck foi comer fora como se nada tivesse acontecido.
A polícia começou imediatamente uma busca na área. A sobrevivente falou que o agressor tinha sotaque sulino e fez uma descrição física simples dele. A polícia procurou em hotéis da redondeza, mas não o encontraram.
No mesmo dia em que ocorreu o massacre Speck foi a um bar e ouviu falar da tal sobrevivente, comentou: “Deve ter sido algum filho-da-puta sujo que fez isso!”.
Policiais apareceram no hotel no qual Richard estava hospedado, ele percebeu e se escondeu. Quando os policiais foram embora ele pegou um táxi para o norte da cidade e se hospedou em outro hotel, usando nome falso.
Cinco dias depois do crime a digital de Speck foi identificada na cena do crime. Logo fotos e o nome de Richard foram divulgados nos jornais, se sentindo acuado ele cortou o pulso.
Um dos amigos de bar o encontrou e ligou para a polícia que não apareceu onde Speck estava. Richard foi parar em um hospital, onde um médico residente o reconheceu e a policia novamente foi chamada.
Mesmo com todas as evidências, Speck tentou negar a chacina das enfermeiras. Disse estar bêbado no dia do crime e que planejava apenas roubar. Mesmo se dizendo inocente Speck foi condenado à pena de morte, na cadeira elétrica. Porém, em 1972 as leis estaduais mudaram e sua pena foi transformada em prisão perpétua.
Em um filme feito dentro da cadeia entre os presos, em 88, Speck aparece confessando o massacre e fazendo brincadeiras sobre ele.
“Se soubessem o quanto estou me divertindo, me colocariam pra fora.”, disse.
Questionado sobre o que sentia sobre seus crimes, respondeu: “Como sempre me sinto. Não tenho sentimentos.” Sobre estrangulamentos: “Não é como na TV… Leva mais de três minutos e você precisa ter muita força.”.
Speack morreu aos 49 anos e foi cremado já que a família não quis o corpo.



Fonte: oserialkiller.com.br
Bons pesadelos...

13 de novembro de 2010

Serial Killers - Henry Lee Lucas

Um dos maiores Serial Killers dos EUA, ou um dos maiores Mentirosos da história ?

O próprio H. L. Lucas define sua mãe, Viola Lucas, como uma prostituta violenta. Viola batia nos filhos sem razão, e obrigava eles a assistir ela tendo relações sexuais com outros homens. Seu pai era um operário alcoólatra, que perdeu as pernas num acidente.
Lucas ficou 3 dias em coma ainda criança quando apanhou com uma prancheta de madeira. Numa briga com um meio irmão mais velho, Lucas foi ferido no olho, sua mãe não cuidou dele, então o olho infeccionou e teve que ser substituído por um olho de vidro.
Ainda criança Lucas foi obrigado a ir pra escola vestido de menina pela mãe.
Acabou entrando nas insanidades da mãe, aos 13 anos Lucas assumiu compromisso de sexo com seu meio irmão mais velho, que também levou ele a bestialidade e tortura de animais. Sua atividade favorita era cortar a garganta de pequenos animais e depois violar sexualmente seus cadáveres.



Lucas cometeu seu primeiro assassinato ainda adolescente, matou uma garota de 17 anos que não se entregou sexualmente a ele. Depois disso ele foi preso 6 meses por roubo. Quando saiu da prisão foi morar com sua meia irmã, e chegou a ficar noivo. Sua mãe desaprovou o noivado, e a briga chegou até o assassinato da mãe.
Ele negou que tenha matado a mãe, e diz que a atacou em legitima defesa. Lucas ficou preso mais 10 anos.
Depois disso conheceu Ottis Toole, e teve um caso com sua sobrinha. Foi nessa época que Lucas diz ter matado centenas de pessoas, tudo assistido por Toole, que também tinha um gosto pela necrofilia.
A sobrinha de Toole, Becky, acabou sendo a ultima vítima de Lucas, ela foi encontrada desmembrada, dentro de fronhas espalhados em um campo.



Prisão:

Lucas foi julgado e preso, condenado a sentença de morte, mas dizem que quando Lucas foi preso, foi mantido por 4 dias numa cela fria sem poder comer, beber ou dormir. Também não tinha contato com seu advogado. Para conseguir mudar a situação Lucas assumiu todos os assassinatos que os policiais afirmaram que era dele.

Depois disso ele assumiu o assassinato de centenas de mulheres, talvez com medo da represália da policia novamente. Falam também que ele acabou ganhando "liberdade" dentro da prisão. Ele assumia os assassinatos, em troca a policia dava uma "vida boa" pra ele dentro da cadeia.
Assim não se sabe ao certo quais foram os reais assassinatos de Lucas. Foram descobertas algumas mentiras, e confirmadas algumas verdades...
O conselho do Perdão do Texas, conseguiu mudar a sentença de morte dele para prisão perpétua. Lucas morreu com problemas no coração em 2001.

Henri Lee Lucas ainda afirmou que participou da seita satânica e canibalista "A Mão da Morte", que levou ele a participar de Snuff Movies. Também disse que ele deu o veneno para o culto de Jim Jones "Templo do Povo".




Existe um documentário sobre ele chamado: Henry - Portrait of a Serial Killer o link leva ao filme disponível no YouTube, sem legendas.

Bons Pesadelos...

Outros Posts sobre o assunto:
- Templo do Povo - Jim Jones
- Snuff Movies

28 de agosto de 2010

Serial Killers - Harold Shipman



Harold Shipman médico Britânico, é considerado o Doutor Morte depois que foram descobertos mais de 215 pacientes assassinados por ele.

Em 1998 foi aberta uma investigação para descobrir o motivo da alta taxa de mortalidade dos pacientes de Shipman. Como não tinham como comprovar os assassinatos a policia passou a investigar 15 pacientes de Shipman. Assim descobriram as injeções letais que o médico aplicava em seus pacientes e depois forjava relatórios com diversas causas de mortes diferentes...

No total morreram nas mãos de Shipman 500 pacientes, mas foram considerados assassinatos apenas 215. Suas vitimas foram 80% mulheres. Ele sempre negou tudo, alegando que as mortes foram naturais...

Morte


Shipman Se Suicidou na sua cela em 2004. Morreu sem confessar os crimes...
É considerado um dos piores assassinos da Inglaterra

Fonte: Folha
Bons Pesadelos...

21 de agosto de 2010

Serial Killer - Pedrinho Matador


O ataque é rápido, a chance de reação, mínima. Com uma das mãos no queixo, a outra agarrada aos cabelos, ele desloca a cabeça da vítima para cima e para o lado, quebrando-lhe o pescoço. A morte é instantânea. Ele não precisa de arma para matar. Usa as mãos e a força do seu corpo.
Pedro Rodrigues Filho ou Pedrinho Matador nasceu numa fazenda no sul de Minas Gerais já com o crânio ferido por causa dos chutes que seu pai deu na barriga da mãe durante uma briga. Matou pela primeira vez aos catorze anos e seguiu matando e hoje acumula mais de cem homicídios, incluindo o do próprio pai, sendo que 47 pessoas foram mortas dentro dos presídios pelos quais passou.
Segundo ele a vontade de matar veio pela primeira vez aos 13 anos em uma briga com um primo mais velho e empurrou o rapaz para uma prensa de moer cana.
Porém, da vontade para a prática não demorou muito, aos 14 anos ele matou o vice-prefeito de Alfenas, por ter demitido seu pai, um guarda escolar, na época acusado de roubar. Depois matou outro vigia que ele achou ser o verdadeiro ladrão. Fugiu para Modi das Cruzes onde começou a roubar bocas-de-fumo e a matar traficantes.
Pedro conheceu Botinha que era viúva de um líder do tráfico e os dois foram viver juntos. Assumiu as tarefas do morto e matou três ex-comparsas. Quando Botinha foi morta por traficantes do sétimo mês de gravidez ele escapou, mas mesmo assim não deixou a venda de drogas. Em busca de vingança pelo assassinato da companheira, matou e torturou várias pessoas, tentando descobrir os responsáveis. O mandante, um antigo rival, foi delatado por sua ex-mulher e Pedrinho o visitou durante uma festa de casamento junto de quatro amigos deixando sete mortos e dezesseis feridos.
Nessa época ele não tinha nem 18 anos.
Ainda em Mogi, matou o próprio pai em uma cadeia da cidade, depois que este matou sua mãe com 21 golpes de facão. A vingança do filho foi cruel: além das facadas, arrancou o coração do pai e comeu um pedaço.
Pedrinho foi preso pela primeira vez em 24 de maio de 1973 e em 2003, mesmo tendo sido condenado a 126 anos de prisão, quase foi libertado. Mas, por causa de crimes cometidos dentro dos presídios, que aumentaram suas penas para quase 400 anos, sua permanência na prisão foi prorrogada pela Justiça até 2017. Nesse meio tempo ele arrumou uma namora, ex-presidiária que conheceu trocando cartas. Depois de cumprir pena de 12 anos por furto, ela foi solta e visitou Pedrinho no presídio de Taubaté. O diretor do presídio confirma o encontro e ainda diz que ela parecia bem apaixonada.
Acostumado a estrangular suas vítimas ele reconhece que gosta de provocar dor. Numa prisão de Araraquara, no interior de São Paulo, degolou com uma faca sem fio o homem acusado do assassinato de sua irmã. "Ele era meu amigo, mas eu tive de matar."
Ainda no presídio ameaçou de morte Francisco de Assis Pereira, o Maníaco do Parque. "Se eu chegar perto, a vida dele acaba em dois minutos". O ódio ao motoboy não é pessoal. O que ele não admite é violência contra mulheres e crianças. "Só acho que um cara como o motoboy não merece viver."
Jurado de morte por companheiros de prisão, Pedrinho matou e feriu dezenas de companheiros para não morrer. Certa vez, atacado por cinco presidiários, matou três e botou para correr os outros dois. Matou um colega de cela porque 'roncava demais' e outro porque 'não ia com a cara dele’. Para não deixar dúvidas sobre sua disposição de matar , tatuou no braço esquerdo: 'Mato por prazer'
Coincidencia ou não, para ganhar a vida fora da prisão ele disse que queria trabalhar em um matadouro. Quando era garoto, em Minas Gerais, trabalhou num pequeno abatedouro de aves. Ele é o primeiro a admitir que não sabe fazer outra coisa.
Após permanecer 34 anos na prisão, foi solto no dia 24 de abril de 2007 e dizem que ele foi para o Nordeste, mais precisamente para Fortaleza no Ceará. Porém seu paradeiro na capital cearense é desconhecido desde então.

Bons pesadelos...

11 de julho de 2010

Marcelo Costa de Andrade - O Vampiro de Niterói

Marcelo Costa de Andrade, o Vampiro de Niterói, foi um serial killer, acusado de ter matado cerca de catorze meninos nas redondezas de Itaboraí em 1991.
Como na maioria dos casos dos assassinhos em série, Marcelo teve uma infância problématica, viveu parte dela na Rocinha com a mãe que apanhava do marido. Foi mandado por um período para a casa dos avós, no Ceará, onde apanhava muito, então voltou para o Rio de Janeiro onde era vtima de maus tratos pelos novos companheiros dos pais, que haviam se separado. Foi nesse período que foi abusado sexualmente por um homem mais velho.
Foi internado em colégio só para meninos mas não fez amizades, sendo visto como ‘retardado’ pelos colegas já que não se saia bem nos estudos, aos 14 anos foi mandado embora do internato que só cuidava de jovens até essa idade.
Assim que saiu do internato passou a se prostituir e segundo ele, sempre era passivo durante seus programas, mas certa vez um homem mais velho o teria obrigado a ser ativo, o que o perturbou muito. Nessa época ele tentou cometer suicídio. Aos dezesseis anos foi morar com outro homossexual, Antonio Batista Freire, que começou a sustentá-lo e o apresentou à Igreja Universal do Reino de Deus, mesmo assim ele não parou de se prostituir, até que se separou de Antonio e voltou para a casa da família onde tentou abusar de seu irmão menor, só ai largou a porostituição.
Marcelo freqüentava os cultos e assistia as celebrações pela TV diariamente. Segundo ele, foi num desses cultos que ouviu que quando as crianças morrem, elas vão para o céu. Segundo a lógica do assassino, ele não matava adulto, pois poderia os estar mandando para o inferno.
Apesar da idade gostava de ouvir músicas da Xuxa e de outros ídolos infantis da época. A mãe de Marcelo conta que ele tinha o estranho hábito de ficar ouvindo uma fita gravada de quando o irmão mais novo estava chorando.
No dia 16 de dezembro de 1991, Altair Medeiros de Abreu, de 10 anos, teria saído com seu irmão, Ivan Medeiros de Abreu até a casa de um vizinho, quando os dois garotos passavam pela estação central de Niterói, foram abordados por Marcelo, que abusou e matou Ivan na presença do irmão que assustado passou a fazer tudo o que Marcelo queria. Os dois dormiram em um matagal, e na manhã seguindo partiram para o Rio.
Assim que conseguiu escapar, Altair Abreu voltou para sua casa e a denúncia do desaparecimento de Ivan logo chegou à polícia. Guiados pela vítima, os agentes capturaram Marcelo Costa de Andrade na frente de seu local de trabalho, no bairro de Copacabana, que confessou o crime imediatamente, não demonstrando surpresa.
Na delegacia, Marcelo confessou após o depoimento de sua mãe, Sonia Andrade que apresentou um facão ensangüentado que o filho escondia em sua casa, 14 assassinatos e guiou a polícia até as cenas dos crimes.
Além de violentar e assassinar os meninos, ele disse ter bebido o sangue de algumas de suas vítimas. Outros corpos foram encontrados decapitados ou sem o coração. Sua primeira pergunta ao ser preso foi se existia algum assassino similar no mundo.

“(...)Não reparei se ele estava vivo ou morto quando o estuprei. Não consegui me satisfazer. Apertei sua garganta mais uma vez para garantir que a alma dele fosse para o céu.”

Andrade foi declarado inimputável e vive em reclusão no hospital psiquiátrico Henrique Roxo, manicômio judicial da cidade do Rio de Janeiro.

Bons pesadelos...

25 de junho de 2010

Gilles de Rais

Gilles de Rais, o barão de Laval, nasceu em 10 de Setembro de 1404 em Machecoul, próximo a fronteira com a Bretanha e foi um nobre frances e soldado que lutou ao lado de Joana D’Arc contra os ingleses.
Porém ele não ficou conhecido por suas vitórias e sim por ser acusado e condenado por torturar e estuprar um grande número de crianças.
Após a morte de seus pais, ele Gilles e o irmão foram morar com o avô materno que ensinou aos garotos o narcisismo, a soberba, o poder e o orgulho.
Aos 14 anos ganhou uma grande armadura milanesa e já demonstrava sua agressividade, primeiramente com animais, depois com seres humanos. Aos 15 anos cometeu seu primeiro assassinato, a vítima era sua amigo Antion que foi chamado para um duelo que achava ser inofensivo mas acabou agonizando até a morte.
Com o passar do tempo, as derrotas contra os ingleses na batalha de Patay e a morte de Joana D'Arc, o levaram a deixar a vida militar na qual ingressou por causa de seu temperamento. Separado de sua esposa Catherine com quem tinha uma filha, ele foi para o castelo de Tiffauges, na Bretanha Francesa.
Entre 1432 e 1440, chegaram a contabilizar o desaparecimento de mais de 1.000 meninos entre 8 e 10 anos na Bretanha. Em seu castelo, Gilles estava rodeado de uma corte grotesca de bruxas, alquimistas e sadistas. Gastava toda a fortuna em obras artísticas que lhe recordavam as campanhas com Joana D'Arc e em festas para seus estranhos amigos e conseilheiros. As bizarrices, porém, ocorriam ao cair da noite, quando ele dedicava-se a torturar, estuprar e assassinar meninos, sequestrados por 'bruxas'. Para defender-se de acusações de que os meninos eram levados ao seu Castelo, Gilles dizia que os entregava a Inglaterra para se converterem em padres.
Tudo acabou em outubro de 1440, quando uma investigação levou até Gilles de Rais. Em seu julgamento ele se declarou inocente, mas, em um de seus transtornos de personalidade, assumiu a culpa, dizendo estar arrependido. Gilles documentou todos os assassinatos e ações conturbadas. As declarações chocaram a França, pois era considerado um herói pelo povo. Chegaram a contabilizar 200 vítimas, porém é certo que este número seja bem maior.
No dia 26 de outubro de 1440, Gilles de Rais e seus 'colaboradores' foram levados até Nantes, onde foram enforcados e depois queimados.

Livro


Marechal das Trevas: a Verdadeira História do Barba Azul

“Este não é um livro para corações fracos. Prepare-se para encarar o verdadeiro demônio. Acenda as luzes. Detrás das sombrias paredes do castelo do marechal da França Gilles de Rais, escorre o sangue de inocentes criaturas. O caminho pela floresta não tem volta. O desaparecimento de crianças inquieta os pais, as lendas sobre a personalidade doentia do nobre cavaleiro tomam conta das noites. Mas por que tanta crueldade? A culpa seria do amor pela pura Joana d’Arc, condenada à fogueira da Inquisição, ou apenas um gosto macabro pelo sangue das vítimas? Neste O Marechal das Trevas, Juan Antonio Cebrián reuniu as verdades sobre o personagem que deu origem ao mítico Barba Azul, de Charles Perrault. Os depoimentos e documentos não deixam dúvidas. Comece a rezar. O diabo existe.

O livro custa em média 40 reais e tem 212 páginas.

Bons pesadelos...