17 de fevereiro de 2010

Sangue brota do chão em casa no Jundiaí

Manchas de sangue brotaram do Chão em uma casa que fica em Jundiaí - SP.
Uma curiosidade é que a casa fica na rua Antonio Bizarro, no Jardim Bizarro!

A policia confirmou que o liquido encontrado na casa é sangue humano. Ele aparece no chão em vários pontos da casa, principalmente na cozinha. Os moradores fizeram orações e o sangue parou de aparecer por um tempo, mas voltou logo depois. Veja o video de um jornal da Record que visitou o local.






Fontes: Folha Online, O Globo.

Créditos: Dica do Leitor Abraão Neves
Bons Pesadelos...

16 de fevereiro de 2010

Zombie Walk 2010 - Curitiba

Os zumbis começaram a atacar no carnaval. A primeira edição do Zombie Walk 2010 foi em Curitiba.

O evento já está em sua 5º edição, e faz o carnaval de Curitiba bem diferente com roupas pretas e muito sangue!!!

Vejam as fotos:


















Infelizmente o evento não foi só de alegria, antes de começar houve um acidente com um galho de uma árvore que caiu em cima de uma estudante de 17 anos.
O MEDO B deseja melhoras a ela. =/

Normalmente as Zombie Walks acontecem no final do ano. Me mandem emails quando for ter em sua cidade :)

Bons Pesadelos...

15 de fevereiro de 2010

Lenda do Vampiro

Eu não sou fã dos vampiros... 1 ano e 10 meses de MEDO B e eles mal são mencionados aqui. Vamos a verdade, quem tem MEDO de vampiros ? As garotas suspiram por ai com o Eduard Cullen e sonham com o verdadeiro amor eterno! E isso não é de agora, desde o Drácula que os vampiros realizam o sonho da vida(?) e da juventude eterna...

Mas nem sempre foi assim, a tempos procuro informações sobre a origem dos vampiros e nunca consegui nada satisfatório. Até que a leitora do medo b, Rina, me mandou uma matéria perfeita e completa, exatamente como eu queria, contando toda a Lenda dos vampiros... Tem Coragem ?





A lenda do Vampiro é possivelmente, uma das mais difundidas e popularizadas no mundo de hoje. Com a fama de histórias como as de Crepúsculo e Vampire Diaries – E anteriormente Entrevista com o Vampiro, Carmilla e mesmo Drácula – Os vampiros voltaram à moda e à atenção da mídia.

O que não é de conhecimento tão geral é a grande quantidade de lendas sobre vampiros que permeiam mitologias e folclores ao redor do globo. Da antiga lâmia grega à Obaiyfo africana, passando pelos jiangshi chineses, mitos sobre criaturas bebedoras de sangue aparecem em todos os continentes. Praticamente toda comunidade tinha sua história local sobre criaturas que caçam na noite ou em lugares fechados, ansiando pelo sangue dos que viviam. A amplitude a que os vampiros chegaram é algo que surpreenderia Edward Cullen.

Segundo a lenda mais difundida, surgida na Europa Oriental, os vampiros são pessoas mortas, que retornam a seus corpos e a uma semi-vida, que deve ser sustentada por sangue fresco, retirado dos que vivem. Ao contrário das criaturas belas e aristocráticas a que estamos acostumados, o vampiro original era feio. Bem feio. Mesmo estando vivos, os vampiros estavam em pleno estado de putrefação, e ainda mais, inchados pelos gases da decomposição. As famosas presas ainda não haviam surgido – seus dentes assemelhavam-se aos de ratos. Em suma, não era uma coisa que Sookie Stackhouse ou Bella Swan gostariam de beijar!

Apesar disso, existiam vampiros sedutores, ou melhor, vampiras sedutoras. A mitologia céltica conta sobre muitas fadas que apareciam como mulheres extraordinariamente belas... Mas com segundas intenções. Posso citar como exemplo a Dama de Verde, que tinha pés de bode e fazia os homens dançarem com ela até a exaustão, para então sugar-lhes o sangue com suas unhas afiadas, ou a Leanan Sídhe, que oferece aos seus amantes a perda da sanidade e uma vida curta – Embora artisticamente inspirada.



Muitos vampiros também não foram apenas temidos, como também reverenciados. O deus maia Camazotz era visto como um homem com asas e cabeça de morcego, que zelava pelos ciclos da colheita, mas também espreitava nas cavernas pelos desavisados que lá se perdiam. Sekhmet, a feroz deusa da guerra egípcia, quase destruiu toda a humanidade à mando de Rá, o deus sol. Só não conseguiu por ter sido enganada pelo próprio Rá, tendo bebido de um lago tingido de vermelho, e não de um lago de sangue como pensava, sendo assim intoxicada.

Como, então, essas e tantas outras lendas foram esquecidas, e a imagem do vampiro deixou de se tornar tão ameaçadora, para se tornar a que vemos até hoje em filmes, sejam eles bons ou não? Foi uma mudança lenta, mas gradual, que começou com a popularização de histórias de vampiros em cidades como Londres e Paris. Há muito, os pequenos vilarejos do Leste Europeu enfrentavam uma verdadeira histeria vampiresca, mas foi quando parte da Sérvia e da Valáquia passaram para o domínio dos Hasburgos que a loucura sobre vampiros começou a se espalhar para o resto da Europa... Mas sob uma ótica diferente. Espelhados nisso, autores começaram a criar, e após alguns anos, ficções com vampiros começaram a se tornar famosas.

Nessa época, a imagem do vampiro já havia sido alterada – Das coisinhas lindas que descrevi acima para algo menos repulsivo. Mas foi com Bram Stoker e seu Drácula que as coisas mudaram definitivamente. O vampiro passou de perigoso e assustador para perigoso e sensual.



Algumas dessas mudanças foram influenciadas por fatos reais, como a Condessa Érzebet (também conhecida como Elizabeth) Báthory. Famosa por se banhar no sangue de meninas virgens para se manter sempre jovem e bela, Érzebet inspirou devido a seus modos educados e alta-linhagem... Afinal, ninguém imaginava que uma condessa tão educada pudesse ser assassina. Foi baseado nela que uma das melhores histórias de vampiros já feita foi escrita: Carmilla.

Hoje, os vampiros diferem muito dos seres repulsivos do folclore antigo, dos belos, porém malignos Conde Drácula e Lady Carmilla. Com a chegada de outro ponto de vista sobre esses seres, com a série de Anne Rice, Entrevista com o Vampiro, as coisas mudaram mais uma vez. Afinal, Louis de Pont Dulac não era um ser tão mal, ou tentava não ser. O dilema moral sobre o ato de beber sangue alheio foi introduzido às histórias, e logo passou a ser parte do imaginário popular. Vampiros não eram mais demônios, e alguns deles podiam até ser ruins, mas alguns como o próprio Louis, ou Edward Cullen e sua família, podiam ou tentavam não o ser.



Apesar de firmemente colocados no imaginário popular, os vampiros são bem mais do que chupadores de sangue que viram morcegos quando dão na telha, ou de heróis cheios de conflitos morais. Os vampiros de hoje são herdeiros de milênios de lendas, e da imaginação de muitos escritores que nos brindaram com histórias de sangue e sombras. Saber sobre os séculos de histórias por trás de Crepúsculo e True Blood, ou mesmo de mais antigos como Eu sou a Lenda (O conto, não o filme...) pode não ser necessário... Mas as histórias ficam bem mais interessantes ao se saber deles.




Créditos e Agradecimentos: Rina Noah

Bons Pesadelos...

14 de fevereiro de 2010

Clovis, o Pesadelo do Carnaval (Bate bolas)




Se o carnaval é a festa da alegria para a maioria das pessoas, as crianças podem achá-lo uma época assustadora...
Os bate-bolas (também conhecidos como Clóvis) começaram a surgir nos subúrbios do Rio de Janeiro e hoje já atacam o Brasil inteiro. Alguns dizem que os bate-bolas são uma espécie de arlequins, colombinas, dominós ou pierrôs medievais já que esses que também usavam as bexigas de porco.

Sempre escondidos a espreita e prontos para assustar quem passar por eles distraídos, os “Clóvis” são pessoas com uma fantasia sempre muito colorida que consiste em macacões compridos de caveira, morcego e palhaço entre outros e máscaras de rede com cabelos coloridos que dificulta a identificação do rosto mostrando apenas um desenho assustador, o diferencial é que no lugar da boca tem uma chupeta ou um apito. O mais importante, porém é a bexiga de boi que eles têm sempre em mãos. Essa bexiga quando batida no chão faz um barulho bem alto que assusta até os mais preparados. As bexigas hoje em dia foram substituídas por bolas de plástico que não tem o efeito sonoro desejado.

Eles normalmente andam em grupos e às vezes podemos ouvi-los cantar músicas direcionadas sempre a uma pessoa. Como em muitas vezes o grupo tem crianças, fica parecendo que são anões o que deixa a aparência do bate-bola ainda mais assustadora. Outra característica importante é que os “Clóvis” nunca se falam, eles se comunicam sempre por mímica ou pelo som do apito.
As formas de assustar são diversas: bater as bolas nos portões fazendo esporro, apitar no ouvido das pessoas ou jogar a bola em cima de alguém.

Há os que levam a fantasia na brincadeira e os que levam mais a sério fazendo até um 'ritual' como pedido de passagem se um grupo encontrasse com outro, porém se essa não fosse concedida, começava uma briga com as bexigas sendo usadas como 'armas'.





Lenda urbana ?

Não existia tanta violência quando surgiram os bate-bolas então só as crianças tinham medo. Com os tempos atuais os adultos também temem bastante os bate-bolas, falam por ai que assaltantes usam a fantasia para assaltar no meio dos blocos de carnaval sem serem notados.










Então já sabe, quando for se divertir no carnaval na rua e nos blocos fique de olho, o Clóvis pode estar bem atrás de você...




Bons Pesadelos...

13 de fevereiro de 2010

Elizabeth Bathory


A Condessa húngara Elizabeth Bathory nasceu no dia 7 de agosto de 1560 em Nyírbátor e ficou conhecida por uma série de crimes tendo como motivo a sua obsessão pela beleza, por conta disso é chamada de "A condessa sangrenta" e "A condessa Drácula".
Elizabeth era filha do barão Báthory, George e de sua esposa, Anna de Somlyó e tinha um irmão chamado Stephan. Ainda criança teve doenças repentinas, acompanhadas de um comportamento incontrolável. Aos onze anos ficou noiva de um conde, porém um ano antes do casamento engravidou de um camponês, ela então se escondeu até o nascimento do filho. Seu marido costumava ficar fora de casa por longos períodos e isso fazia com que Elizabeth assumisse os deveres de cuidar dos assuntos do castelo. Foi a partir daí que suas tendências sádicas começaram a vir a tona.
Mesmo sendo considerado comum os castigos na época o seu nível de crueldade de era notório. Além de punir os que não respeitavam seus regulamentos, procurava desculpas para aplicar castigos, se divertindo com a tortura e a morte de suas vítimas. Um de seus métodos era espetar alfinetes em vários pontos sensíveis do corpo das suas vítimas e no inverno, fazia com que elas andassem nuas pela neve enquanto as molhava com água gelada nelas até morrerem congeladas. O conde também compartilhava esse tipo de comportamento, umas das várias coisas que fazia como punição era cobrir o corpo nu de uma mulher com mel e a deixar à mercê de insetos.
Depois da morte de seu marido em 1604 ela se uniu a Anna Darvulia que depois quando adoeceu fez com ela se juntasse com Erzi Majorova, viúva de um fazendeiro local e seu inquilino. Majorova parece ter sido responsável pelo declínio mental final de Elizabeth ao encorajá-la a matar não só criados como também mulheres da nobresa. Como já estava tendo dificuldade em conseguir mais jovens como servas já que rumores sobre suas atividades se espalhavam pelas redondezas, ela seguiu os conselhos de Majorova e em 1609 matou uma jovem nobre encobrindo o fato ao dizer que se tratava de suicídio.
No início do verão de 1610 começaram as primeiras investigações sobre os crimes de Elizabeth e em uma segunda sessão realizada foi apresentada como prova uma agenda encontrada nos aposentos dela que continha o nome de 650 vítimas escritos com sua própria letra.
Seus cúmplices foram condenados à morte e Elizabeth à prisão perpétua em solitária. Sua única comunicação com o exterior era uma pequena abertura para a passagem de ar e de alimentos, a condessa ficou presa por três anos e faleceu ali mesmo em 21 de agosto de 1614.
Diz a lenda que certo dia a condessa estava sendo penteada por uma jovem criada, quando esta puxou os seus cabelos acidentalmente. Elizabeth então a espancou e algumas gotas de sague espirraram em sua mão. Ao esfregar o sangue acreditou que suas mãos haviam rejuvenescido e após isso passou a se banhar com sangue humano.

Filmes
Vários filmes foram feitos sobre sua vida. Dois deles são "Eternal" e "Bathory" que tenta inocentar a “vampira”.

Obs: Na lista dos 100 Serail Killers que mais mataram na história Elizabeth aparece em 17º lugar.

Bons pesadelos...

12 de fevereiro de 2010

Bruxo evitou catástrofe ?

Turminha do Mal, essa semana foi tensa pra mim, comecei a trabalhar e ainda não adaptei o horário. Tenho matérias muito boas a postar, algumas até envidas por leitores. então o MEDO B promete muita coisa por ai, sem contar no MEDO C que está cada vez melhor :D
Então é só aguardar pra ver...


Hj estou postando um video q eu nem axei mt bom não.
Curioso o fato de Portugal ser um país cético, e quem diria, eles tem um padre Quevedo!!!
Vejam esse programa que parece uma cópia da Luciana Gimenez, nele um bruxo afirma ter evitado um cataclisma mundial. Do outro lado o "Padre Quevedo" Português só faltou falar, "entorte meu dedoooo"...





Bons Pesadelos...

10 de fevereiro de 2010

MEDO C - Conspirações



MEDO CAST no AR!!!!

É Medrososss se teve alguém que ficou com MEDO desse podcast não sair mais, fui eu o/

Se já é pouco os problemas com skype, agora tivemos problemas pras edições também. Eu comecei a trabalhar, Magal ta fingindo que vai estudar :P

Então agradeço ao leitor e amigo Celso que editou correndo o MEDO C no ultimo minuto. Visitem o blog dele :D www.sir-ney.blogspot.com Grande parceiro do MEDO B.


Sobre o MEDO C, ficou show com participações especiais, e o assunto é tão grande que não deu tudo nesse medocast. agora chega de conversa... escutem o MEDO C

TEM CORAGEM ???

Assunto: Conspirações

Participantes: MEDO, Magal(Animerda), Nícolas(Arquivos Sobrenaturais), Rodrigo(AMOR F.C.), Birigui(Leitor).



MEDO C MP3 - Disponível em download para você escutar no seu celular, Ipod, MP3-Player


Bons Pesadelos...