Surto de Ebola está fora de controle



É, um novo surto do Ebola que começou na África saiu do controle e já matou mais de 660 pessoas! Entre as pessoas que morreram com a doença está um dos pesquisadores mais importantes para impedir uma epidêmia...

O vírus está se espalhando pela África. Um americano morreu na Nigéria com a doença, ele viajou infectado num avião e teve contato com 59 pessoas. Só 20 pessoas foram localizadas para fazer teste pra saber se estão infectadas também.

E porque o Ebola assusta tanto?
Ele é contagioso pelo ar, pelo contato com animais e sangue, sêmen ou saliva infectados. Dissolve os órgãos internos. Os doentes só descobrem a doença depois de 20 dias, e morrem 2 semanas depois. 90% dos doentes morrem. NÃO TEM CURA.

O Ebola é considerado uma arma biológica. A Seita Japonesa Verdade Suprema que faz ataques terroristas biológicos e químicos tenta conseguir uma amostra do vírus. (Eles fizeram o famoso ataque do gás Sarin no Japão em 95 deixando 5 mil pessoas hospitalizadas)


É as vezes me pedem coisas de "medo reais", e está ai uma delas... Vamos aguardar novas notícias. Será que vão ser abafadas?
Será que tem alguém por traz dessa epidemia, algum objetivo obscuro escondido?



Links das Fontes: Super, Veja, Notícias UOL
Bons Pesadelos...

Não procurem por fotos de Ebola no Google Imagens...

Ickbarr Bigelsteine


Quando eu era criança, eu tinha pavor do escuro. Eu ainda tenho, mas quando eu tinha uns seis anos de idade, eu não passava uma noite sem clamar pelo meus pais para procurarem debaixo da minha cama ou no meu armário por qualquer monstro que poderia estar esperando para me comer. Mesmo com a luz da noite, eu ainda via formas escuras se movendo pelos cantos da sala, ou rostos estranhos olhando para mim da janela do meu quarto. Meus pais tentavam o melhor para me consolar, me dizendo que era apenas um sonho ruim ou um truque da luz, mas em minha mente jovem eu tinha certeza de que no segundo em que eu dormisse, as coisas ruins me pegariam. Na maioria das vezes eu só me esconderia debaixo dos cobertores até que dormisse pelo cansaço, mas de vez em quando eu sentia tanto pânico que eu saia correndo gritando para o quarto dos meus pais, acordando meu irmão e irmã no processo. Depois de uma coisa dessas, não tinha mais jeito de ninguém conseguir ter uma boa noite de sono.

Eventualmente, depois de uma noite particularmente traumatizante, meus pais se cansaram. Infelizmente para eles, eles sabiam que era inútil discutir com uma criança de seis anos de idade, e que não seriam capazes de me convencer a me livrar dos medos infantis, com a razão e a lógica. Eles tiveram que ser inteligentes.

Foi idéia da minha mãe me dar um amiguinho de dormir.

Ela pegou várias peças aleatórias de tecido e, com sua máquina de costura, criou o que viria a chamar de Mr. Ickbarr Bigelsteine?? ou Ick. Ick era um monstro de meia, como minha mãe o chamou. Ele foi feito para me manter seguro enquanto eu dormia à noite, afugentando todos os outros monstros. Ele era muito assustador, eu tinha que admitir. Sinceramente, lembrando daquela época, eu ainda estou impressionado por minha mãe ter pensado em algo tão estranho e perturbador. Ickbarr parecia um gremlin-Frankenstein, com grandes olhos brancos de botão e orelhas de gato. Seus pequenos braços e pernas foram feitas com um par de meias lisradas preto e branco, da minha irmã, e a metade de seu rosto era verde, feita com uma das meias de futebol do meu irmão. Sua cabeça poderia ser descrita como bulbosa, e para a sua boca minha mãe usou um pedaço de tecido branco e costurou em ziguezague para formar um largo sorriso de dentes afiados. Eu o amei à primeira vista.

A partir de então, Ick nunca saiu do meu lado. Desde que fosse depois do anoitecer, é claro. já que Ick não gostava do sol, e ficava chateado quando eu tentava levá-lo para a escola comigo. Mas estava tudo bem, eu só precisava dele à noite para manter os bichos papões afastados, que era no que ele era bom. Então, toda noite na hora de dormir, Ick me diria onde os monstros estavam escondidos, e eu o colocaria perto da seção mais próxima dos monstros. Se havia algo no armário, Ick bloquearia a porta. Se houvesse uma criatura escura arranhando a minha janela, Ick se pressionaria contra o vidro. Se houve um grande animal peludo debaixo da minha cama, então ele iria pra baixo da cama. Às vezes, os monstros não estavam no meu quarto. Às vezes, eles se escondiam em meus sonhos, e Ickbarr teria que vir comigo em meus pesadelos. Era divertido trazer Ick para meus sonhos, e adorávamos passar horas lutando contra fantasmas e demônios. A melhor parte era que, nos meus sonhos, Ick podia falar comigo de verdade. "Quanto você me ama?" ele perguntava.

"Mais do que qualquer coisa", eu sempre dizia pra ele. Uma noite, em um sonho, depois que eu tinha perdido o meu primeiro dente, Ick me pediu um favor.

"Posso ter o seu dente?"

Perguntei-lhe o porquê.

"Para me ajudar a matar as coisas ruins", disse ele.

Na manhã seguinte, no café da manhã, minha mãe me perguntou onde meu dente estava. Pelo que ela me disse, a "Fada do Dente" não tinha encontrado nada debaixo do meu travesseiro. Quando eu disse pra ela que eu dei o dente à Ickbarr, ela apenas deu de ombros e voltou à alimentar a minha irmãzinha. A partir de então, cada vez que eu perdia um dente, eu o dava para Ick. Ele sempre me agradecia, é claro, e me dizia que me amava. Eventualmente, porém, meus dentes de leite acabaram e eu estava começando a ficar um pouco velho demais para ainda estar brincando com bonecos. Então Ick apenas ficou lá na minha estante, pegando poeira, lentamente desaparecendo da minha vida.

Com o tempo, os pesadelos, no entanto, foram se tornando piores. Tão ruins que até começaram a me seguir para o mundo real, aterrorizando todos os cantos escuros ou farfalhando nos arbustos. Depois de uma noite particularmente ruim, voltando pra casa de bicicleta da casa de um amigo, eu jurei que uma matilha de cães raivosos estava me perseguindo. Eu cheguei em casa para encontrar algo estranho me esperando no meu quarto. Lá, na minha cama, de pé na posição vertical, com o brilho suave da luz da lua que vinha da janela, estava Ickbarr. No começo eu pensei que meus olhos estavam pregando peças em mim de novo, já que tinham me enganado durante toda a noite, então eu tentei piscar as luzes. Movi o interruptor de luz. Em seguida, de novo, e de novo, sem nenhuma mudança. Foi então que eu comecei a ficar nervoso.

Recuei lentamente em direção a porta atrás de mim, meus olhos grudados na silhueta de Ick. A minha mão estendida desajeitadamente para trás, alcançando a maçaneta. Eu estava prestes dar o fora de lá quando ouvi a porta se fechar, me trancando na escuridão. No nada, com as sombras e o silêncio, eu estava congelado no lugar, nem mesmo respirando. Eu não posso dizer por quanto tempo, mas depois do que pareceu uma vida, eu ouvi uma voz estridente, familiar.

"Você parou de me alimentar, então por que eu deveria protegê-lo?"

"Me proteger de que?"

"Deixe-me lhe mostrar."

Pisquei uma vez, e tudo mudou. Eu não estava mais no meu quartos, eu estava em algum lugar ... Não era o inferno, mas chegava perto. Era uma espécie de floresta, um lugar horrível, um pesadelo onde os abortos embrionárias parciais flutuavam, e a terra fervilhava com insetos carnívoros. Um espesso nevoeiro flutuava no ar e com ele o cheiro de carne podre, enquanto relâmpagos atravessavam o céu noturno. À distância, eu podia ouvir os gritos agonizantes de algo não muito humano. Minha cabeça latejava como se estivesse a ponto de explodir, a dor forçando um rio de lágrimas. Na minha mente, eu ouvi sua voz novamente.

"Isto é o que a sua realidade se tornaria sem mim."

Eu senti a terra tremer, com passos se aproximando rapidamente.

"Eu sou o único que pode para-lo."

Ele estava atrás de mim agora, enorme e com raiva, a respiração quente nas minhas costas.

"Traga-me o que eu preciso, e eu vou."

Acordei antes que eu pudesse ver o monstro.

No dia seguinte, invadi o armário dos meus pais, procurando os dentes de leite do meu irmão, dando-lhes para Ickbarr. Quase imediatamente, os terrores noturnos cessaram, e eu estava mais ou menos capaz de seguir minha vida. De tempos em tempos, eu me esgueirava pra dentro do quarto da minha irmã e pegava o que era para a fada dos dentes, ou estrangulava um dos gatos da vizinhança e pegava seus incisivos afiados. Qualquer coisa para afastar as visões, qualquer coisa desde um colar de dente de tubarão até um dente entalhado na madeira. Eu também comecei a notar que Ick andaria pelo meu quarto, reorganizando as minhas coisas e colocando cortinas adicionais. Ele estava até começando a ficar mais realista, de alguma forma. À luz seus dentes iriam brilhar, e ele agora era quente ao toque. Por mais que ele me assustasse, eu não poderia juntar a coragem para simplesmente destruí-lo, sabendo perfeitamente bem o que aconteceria. Então eu fui coletando dentes pro Ick durante toda a escola e faculdade. Quanto mais velho fui ficando, fui aprendendo à temer mais coisas, e o Ick foi precisando cada vez de mais dentes para me manter seguro.

Tenho vinte e dois anos de idade agora, com um trabalho decente, o meu próprio apartamento, e um conjunto de dentaduras. Faz quase um mês desde a última refeição de Ick, e os horrores estão voltando a se aglomerar à minha mais uma vez. Eu fiz uma parada em um estacionamento, depois do trabalho hoje à noite. Encontrei um homem atrapalhado com as chaves do carro. Seus dentes estavam manchados de amarelo, depois de uma vida de cigarros e café. Mesmo assim, eu tive que usar um martelo para sair os molares. Quando voltei para o meu apartamento, ele estava esperando por mim. No teto, no canto. Dois olhos brancos e com a boca cheia de lâminas de barbear.

"Quanto você me ama?" , pergunta ele.

"Mais do que qualquer coisa", eu respondo, tirando meu casaco.

"Mais do que qualquer coisa no mundo."



Tradução Mohamed
Bons Pesadelos...

E se... Não tivéssemos medo?


Quem diria: aquele frio na espinha na hora de pular do trampolim é essencial para a nossa vida. O medo acaba com a gente quando estamos vendo um filme de terror ou tentando pular na piscina, mas, sem ele, não seríamos nada, coisa nenhuma. Na ausência do medo, não teríamos nenhuma reação em situações de perigo, como a aproximação de mastodonte na idade do gelo ou quando o carro vai dar de cara no poste. Essa proteção acontece involuntariamente: a sensação de temor chega antes às partes do cérebro que regem nossas ações involuntárias que ao córtex, a casca cerebral onde está o raciocínio.

Além desse medo primordial, existe o medo criado pela mente. Afinal, não corremos risco iminente de não perpetuar a espécie quando gaguejamos diante de uma possível paquera, ao tentar pedir aumento para o chefe ou quando construímos muralhas e bombas atômicas. Pelo contrário. “O medo de ser ridicularizado ou menos amado pelo outro é a fonte de neuroses e fobias sociais, mas está presente em todas as pessoas”, diz a psicóloga Maria Tereza Giordan Góes, autora do livro Vivendo Sem Medo de Ter Medo. E o que aconteceria se seguíssemos com o medo involuntário mas deixássemos de ter o medo imaginário? Pois é, também não seríamos muita coisa.

O medo é um conceito fundamental para Freud, o pai da psicanálise. Segundo ele, é o medo da castração, de ser ridicularizado ou menos amado, que faz os homens lutar por objetivos e se submeter a provas sexuais e sociais. Sem medo, poderíamos ficar sem motivação de competir, inovar, ser melhor que o vizinho. Pior: viveríamos num caos danado, já que o medo de ser culpado e castigado é raiz para instituições e religiões. “Nunca uma civilização concedeu tanto peso à culpa e ao arrependimento quanto o cristianismo”, afirma o historiador francês Jean Delumeau, autor do livro História do Medo no Ocidente.

“O medo se reproduz na forma da autoridade física e espiritual”, afirma a psicanalista Cleide Monteiro. “Ele está na base de instituições que podem ser opressoras, mas fazem a sociedade andar para a frente longe de barbáries.” Para a psicanálise, funciona assim: quando eu reconheço em mim a possibilidade de fazer mal a alguém, a enxergo também em você, então passo a temê-lo. Para podermos conviver numa boa, criamos coisas superiores para temer, como a polícia e a religião. Sem o medo, não teríamos nada disso. Sairíamos direto na faca.


O horror, o horror
Caos dominariao mundo se o medodeixasse de existir

Deus, que Deus?
A religião seria a primeira idéia a ficar obsoleta. Sem o medo do desconhecido, do que pode nos acontecer no futuro ou de catástrofes naturais, a imagem de seres superiores desapareceria. Com ela, sumiriam todos os códigos morais construídos pelos homens e vinculados à religião, como a noção de culpa e pecado.

Barbárie
A falta de culpa e pecado poderia causar horror total na sociedade. Fora os atos criminosos que não cometemos simplesmente porque não achamos correto, colocaríamos em prática todos aqueles que temos ímpeto de fazer mas somos freados pelo medo de ser condenados. Discussões, brigas, assassinatos e até estupros explodiriam.

Sem futuro
Medos imaginários são tidos como a causa de várias ações que tomamos para ter uma vida digna, saudável e estável, como comprar uma casa ou tentar ser promovido. Sem medo, nossa vida teria poucos objetivos e preocupações. Seríamos hedonistas, bêbados e glutões e não ligaríamos para o que poderia acontecer no dia seguinte. Morreríamos ainda jovens.

Racismo
O mundo seria um caos sem medo, mas talvez as nações e raças vivessem mais em paz. “O racismo é a exacerbação do medo coletivo de ser atacado”, afirma a psicanalista Cleide Monteiro. Como o racismo é a fonte de grande parte da segregação, teríamos mais miscigenação – pelo menos nessa área, a situação ficaria mais justa.

Terra sem lei
Além de surgirem cenas de horror pela rua, não haveria ninguém para julgar os crimes, como a Justiça, já que as noções de pecado e culpa seriam diferentes. Também deixaria de existir a preocupação com o que o outro pode fazer quando você anda na rua. Ou seja: não existiriam leis ou instituições jurídicas para condenar quem não as cumprisse.

Texto original: Revista Super
Bons Pesadelos...

Yami Shibai - Histórias de Terror Japonesas 2


Quem lembra da série Japonesa "Yami Shibai"? Quem não viu ou não lembra, pode ver AQUI

É uma série de curtas de terror japonês em desenho num estilo "recorte de papel". Muito original e bem feita. Os videos são curtinhos, em média tem 5 minutos.

Começou a sair a 2 temporada no Anitube e pediram pra postar aqui, então lá vai! Se aparecer novos episódios eu posto depois :D









Bons Pesadelos...

Charles Manson - Mentes Diabólicas #10




Você prefere a história em video ou texto? Você escolhe!


Nascido em 12 de novembro de 1934 em Cincinnati, Charles Manson é filho de Katherine Maddox que engravidou aos 16 anos em meio a prostituição, ela já tinha também passagens na polícia por roubo a mão armada e ainda obrigava seu irmão, tio de Charles Manson a roubar para ter o que comer. Quando presa, Charles a visitava na prisão, mas ela era sempre indiferente e o rejeitava. Nesta época ele vivia em outra cidade com os tios religiosos que o levavam sempre à igreja mas o que ele gostava mesmo era de cantar.

Viveu um período com outro tio que não o deixava ir à escola e queria que ele vivesse como um homem da montanha. Aos 9 anos, Manson incendiou a escola e foi levado pela primeira vez para um reformatório. Quando sua mãe estava livre, ele passou cinco anos com ela que ainda se prostituía e Manson chegou a acompanhá-la enquanto ela estava atendendo seus clientes. Sabendo disso, o tribunal local decidiu que o garoto deveria ser internado em uma escola para garotos, certa vez ele fugiu para novamente estar perto da mãe, mas esta o levou de volta ao internato por não ter condições de criá-lo. Decepcionado ele passou a desacreditar que um dia sua mãe iria retirá-lo dali e passou a desacreditar em qualquer ser humano. Fugiu outras vezes e decidiu sobreviver nas ruas, em uma vida de pequenos crimes até ser preso novamente e fugir depois de 4 dias.

Aos 13 anos voltou a roubar desta vez à mão armada, preso mais uma vez em um reformatório, dizia que lá era violentado e espancado e fugiu 18 vezes, roubou carros e foi preso novamente em outro reformatório, de onde saiu em liberdade provisória em 1954 com 19 anos, mesma época em que seus futuros seguidores eram apenas crianças.

Aos 20 anos Charles Manson ainda não havia abandonado sua vida de crimes, devido a tantas prisões que passou, começou a ver o mundo da mesma forma que na prisão, onde havia uma hierarquia onde todos deveriam obedecer a uma única pessoa e viver em uma forma diferente de família. Quando saiu da prisão em 1967 sob condicional, dizem que sua vontade era continuar ali, pois era o único lar que havia passado mais tempo e tudo o que conhecia, sua família de verdade.

Naquela época usava-se muito LSD e uma outra droga chamda Speed, que causava paranóia, era a época Hippie de São Francisco e Charles Manson deveria se adaptar a esta realidade, ele era anti-social e estava disposto a voltar à prisão. Nas ruas, ele tinha um grande poder de persuasão sob as pessoas, principalmente aqueles que brigavam com os pais e decidiam sair de casa, começou a acolher estas pessoas e formar então a "Família Manson", em sua maioria garotas, o grupo passava noites conversando sobre diversas coisas, tocando guitarra e cantando. Depois de algum tempo, Charles Manson começou atrair mais pessoas e cada vez a exercer mais controle sobre elas. A família Manson começou a viajar pelo país, Charles Manson chegou a ter a ajuda de um dos Beach Boys na gravação de algumas músicas tentando ser um astro do Rock, mas não obteve sucesso, Manson ainda acusa a banda Beach Boys de terem roubado algumas de suas músicas.

Em 1968 a família Manson foi morar em um rancho afastado da cidade, onde poderiam viver como bem entendessem, , Manson usava o LSD como forma de dominação sob as pessoas, distribuía ácido entre os membros da família porém ele não usava tais drogas. Assim exercia sempre cada vez mais controle, passou a pregar a filosofia de que não havia certo ou errado e que a vida e a morte eram a mesma coisa, todos viveram no rancho muito tempo isolados da sociedade. Charles Manson se tornaria cada vez mais paranoico e violento.

Certa noite Manson acordou três garotas membros da família e pediu que fossem junto com Tex Watson um garoto também da família em uma missão e deveriam seguir suas ordens sempre. Estes seguiram de carro até uma grande casa onde algumas pessoas passavam a noite, incluindo Sharon Tate, esposa do diretor de cinema Roman Polanski, grávida de 8 mêses.

O garoto Tex foi o primeiro a entrar na casa, do carro as garotas ouviram quatro tiros, seguiram-no até a casa, entraram pela janela que estava quebrada, ao entrarem um dos homens que estavam na casa tentou reagir, mas tomou um tiro disparado por Tex. Os outros horrorizados tentavam escapar, mas foram amarrados, os que conseguiam correr alguns passos foram mortos a facadas, ao final de tudo havia sangue pela casa toda, pessoas com cordas foram enforcadas, na porta escrito com sangue estava a palavra PORCO. Foram ao total mais de 100 facadas todos seguiram exatamente as ordens de Tex que por sua vez seguia as ordens de Charles Manson.

Na noite seguinte o ato se repetiria, desta vez na casa de um rico empresário, Manson queria que os membros da família provassem sua lealdade, desta vez ele foi junto, invadiu a casa, amarrou o casal que alí morava e partiu deixando que seus seguidores seguissem suas ordens, Tex desta vez tinha a missão de fazer com que as garotas todas tivessem as mãos sujas de sangue, que todas fizessem algo para contribuir com aquelas mortes. Ao final da noite, havia uma faca enfiada no estômago do executivo e outra em sua garganta, em sua carne estava escrita a palavra "GUERRA", sua esposa foi encontrada com um travesseiro na cabeça, um fio enrolado em seu pescoço e na parede estava escrito com sangue "MORTE AOS PORCOS" também havia "ELEVAR-SE" e na porta da geladeira estava escrito "Helter Skelter" o nome de uma música dos Beatles que pode ser traduzida como "DESORDEM", ele faz referência à um tobogã que existia na Inglaterra esse termo podia ser usado também como algo em "DECADÊNCIA", estas palavras eram escritas pois as ordens de Manson eram, "Se for fazer alguma coisa faça direito, deixe algo para saberem que você esteve lá, façam sem medo, assim como eu os ensinei" . Nesta noite resultou em mais de 67 facadas no casal.

As notícias dessas mortes causaram pânico na cidade, ricos e famosos estavam partindo daquele lugar e os que ficavam estavam comprando pistolas e andando armados. Ninguém sabia ainda quem havia praticado os crimes, até que a família Manson foi presa sob acusação de causar roubo e incêndio de carros e Susan Adkins, uma das garotas da Família Manson contou à uma companheira de cela que eles haviam matado aquelas pessoas, esta por sua vez contou aos policiais, cinco mêses depois Charles Manson e outros 5 membros da "Família" foram acusados pelos assassinatos.

Os julgamentos começaram em 19 de junho de 1970, havia ainda o problema que mesmo sob acusação, Charles Manson não havia matado aquelas pessoas e deixá-lo livre seria abrir uma porta para que outros membros sob seu controle voltassem a matar, o que restava era acusá-lo de conspiração, uma das garotas resolveu testemunhar contra Manson em troca de imunidade.

Durante o julgamento Manson brincava com o tribunal e com a imprensa, encarava durante muito tempo os jurados que viravam a cabeça fugindo de seu olhar. Os membros da Familia Manson ainda seguiam suas ordens que eram de sorrir e cantar, incomodando os policiais e toda a população que acompanhavam os dias de julgamento, chegaram a serem proibidos de entrar na sala onde tudo era julgado. Acompanhavam de fora do tribunal, ainda em clima de festa. Em um dos dias do julgamento Manson apareceu com uma marca cortada na testa, simbolizando seu autoexílio e os outros membros o fizeram também.

No dia 25 de Janeiro de 1971 depois de 9 dias de julgamento, Charles Manson e mais 4 membros de sua família foram considerados culpados por conspiração para cometer homicídio qualificado, as garotas ainda tentaram livrar Manson das acusações mas todos foram condenados a pena de morte. Antes da sentença ocorrer, um ano depois a pena de morte foi abolida do estado e passou a vigorar a prisão perpétua.

Manson ao ir novamente para a prisão disse que na verdade ele só estava voltando de onde veio, que esse sempre foi seu desejo e que desta forma, ele havia vencido o julgamento.

Todos hoje em dia ainda estão presos, Charles Manson tem quase 80 anos e os membros da família por volta de 50 anos. Manson ainda reclama que foi preso injustamente, sem ter matado ninguém, sem ter obrigado ninguém a fazer nada, apenas por ter acolhido pessoas que suas famílias não acolhiam mais.

Charles Manson era violento, paranoico, persuasivo, criou uma família e a manteve sob seu controle seguindo sempre suas ordens. Charles Manson é uma das pessoas com mentes diabólicas...


Bons Pesadelos...

Lingerie Day - Última chamada.

O blog do MEDO B em parceria com a Boutique Bella Sex Shop Virtual estarão sorteando um vale compras de R$80,00 para quem enviar fotos para o medobxxx@gmail.com escrito MEDO B no corpo. 
E se você acha que merece mais, a foto mais criativa de lingerie com a temática terror ganha um vale compras de R$140,00 (dá até para comprar um coelho) para gastar como quiser na Boutique Bella Sex Shop.
Tá esperando o que? Até a Lucy do youtube.com/terror já esta nessa!
Duvidas no Twitter @medo_b
Lembrando que é um concurso para maiores de 18 anos.






Room Zero

Lembram do parque Abandonado pela Disney? (Clique Aqui). Aquele cara reapareceu para acabar a história...




Já faz um tempo que eu não falo nada relacionado a Corporação Disney e tenho certeza que você sabe o porquê.

Muita coisa vem acontecendo desde minha última postagem. Recebi um monte de perguntas e preocupações de pessoas que leram meu relato em primeira mão do Palácio de Mowgli, um resort que foi construído e abandonado pela Disney.

Eu quero agradecer a todos que compartilharam pela internet. Infelizmente ele foi excluído de alguns lugares, principalmente sites corporativos de grande influência que foram facilmente intimidado por um poder maior. No entanto, para cada tópico nukado ou postagem de blog excluída, mais uns cem surgiram.

Isso é algo que eles não conseguirão enfrentar. Não há mais volta para eles e nem pra mim.

Eu definitivamente estou sendo perseguido. Fiquei um mês ou dois isolado, paranoico. Qualquer olhar casual ou um pequeno sorriso em minha direção me causava desespero e até arrepio na parte de trás do pescoço.

O primeiro, ou melhor, o primeiro que eu percebi estar me perseguindo, foi um falso consertador de telefones que ficava em volta de meu apartamento.

Ele tinha meia-idade, pastoso, vestido exatamente como qualquer um esperaria. Eu não poderia acusa-lo, mas eu sabia que isso não era apenas minha imaginação agindo. Ele era estranho, não parecia confortável fazendo seu trabalho de rotina.

Um dia eu segui ele de canto, mas rapidamente perdi ele de vista. Quando voltei pra casa, lá estava ele. Me olhando diretamente no olhos, cerca de dez metros atrás de mim. Inexpressivo e frio.

- Explorando de novo? - perguntou ele. Isso foi tudo o que disse e havia um tom acusador em sua voz.

Diga-me se especialistas em conserto de telefones diria algo assim?

Eu acho que é a pior parte. Foi nunca me sentir seguro. Nunca me sentir sozinho. Sempre encontrava pela casa algum material de mecham da Disney que eu nunca tinha visto antes. Borracha escolar no formato do Mickey, uma revista da Disney Adventures na minha estante.

Eles esconderam pequenos Mickeys em todos os lugares. Três círculos, um grande e duas pequenas, formando a silhueta da cabeça do famoso rato.

Eu comecei a reparar em todos os Mickeys que eu encontrei.

Marca de copos de café em minha mesa, Uma grande duas pequenas. Garrafas de vidro colorida deixado na porta, visto de cima para baixo. Grafite em muros a caminho do meu trabalho, uma enorme Terra, um pequeno sol e lua nos locais e tamanhos apropriados formando novamente outra silhueta do Mickey.

Eles estão por toda parte.

As pessoas têm me enviado sobre isso também. Se você compartilhar tudo o que eu tenho a dizer, você vai começar a encontrar esses contornos de filho da puta. Eu garanto.

Uma vez, de longe, algo me fez rir por causa do horror de todo esse transtorno. Havia um desenho de giz ao lado do meu carro. Fiquei surpreso no início, andando pelo estacionamento, mantendo-se atento para as pessoas me seguindo.

O desenho no chão parecia um... bem, uma "vítima de assassinato", você provavelmente está familiarizado com esse desenho em filmes.

Ao lado do desenho, escrito em amarelo, feito á mão... foi uma única palavra.

"VOCÊ"

A única coisa boa em tudo isso, é que não sou o único que viu algo que não devia.

Não vou dar nomes, porque... bem, se eu dizer o porquê, você não prestaria atenção.

“Auditores” vão para o parque da Disney sempre que podem, durante o ano. Ele não vai para se divertir ou desfrutar do passeio, etc.

Ele observa muito as máscaras de gás infantis nas pessoas.

Parece ser uma tradição, aparentemente pessoas em todo parque usavam. Homens e mulheres, adultos, crianças e adolescentes.

Todos com máscaras de gás de personagens da Disney.

Os auditores voltavam e a Disney iria receber toneladas de reclamações sobre pessoas "estranhamente vestidas" andando ao redor do parque. Pessoas que, então se fundem em multidões e desaparecem.

Mais tarde, as máscaras de gás fez as pessoas a tirarem outras conclusões e os relatos de "possíveis terroristas" começou a fluir.

Todos esses relatórios provavelmente foi direto para a lata de lixo. Eu sei que eu não consigo encontrar nenhum sinal de qualquer dessas ocasiões relatadas pela mídia. (Embora você deve estar ciente do fato de a Disney pode muito bem controlar a mídia como ninguém.)

Esses auditores e fiscais vão aos parques, falam com algumas pessoas e tenta não chamar a atenção. Ele pergunta para três ou quatro famílias se ele viram alguém usando uma “máscara engraçada”

Ele na verdade quer uma máscara de gás pra usar como prova... embora em uma ocasião, uma criança apontou-o para entrada do parque. Ele correu no meio da multidão, ele ouviu uma voz única frente gritar "Mamãe, eu quero uma máscara do Pateta também!"

Um colega que vou chamar de "salva-vidas" trabalhou em um parque aquático da Disney de 2001 a 2003. Ele ficava no topo de um enorme tobogã de água e fazia com que nenhuma das crianças ficasse muito agitada. Colocando as crianças no tubo do tobogã para escorregar, uma de cada vez, dizendo a elas que o mais seguro é manter os braços colado ao corpo quando estiver dentro.

Um dia, ele disse que um garoto gordo entrou no tubo mas não saiu do outro lado.

E sem perceber disso enviou mais umas duas ou três crianças, o garoto gordo ficou preso no tubo, e você deve estar imaginado que já que um ficou preso as outras crianças também.

Não foi assim. Somente o garoto gordo desapareceu. Todo mundo saiu do outro lado, vibrando e espirrando água como se nada estivesse errado.

O salva vidas fechou o brinquedo por um instante, muito preocupado com o desaparecimento da criança dentro do tubo. Ele entrou e escorregou pelo brinquedo, e o gordo não estava lá dentro. Antes que ele pudesse chamar as autoridades para informar o desaparecimento... SPLASH ... o gorducho finalmente saio.

Os membros da equipe puxaram o garoto para fora da água. Ele afundou como uma pedra quando caiu na piscina, sua pele estava azul e os olhos arregalados. Tudo o que ele dizia era "Crianças sem rosto" e "pare de apertar".

O garoto estava bem fisicamente, caso você esteja se perguntando. Ele foi acarretado imediatamente ao centro médico. Quando salva vidas pediu para abrir o tobogã pra saber o que aconteceu lá dentro, ele foi ameaçado de demissão e relutantemente abriu o brinquedo novamente e voltou para seu trabalho de rotina.

Daquele momento em diante, ele ficou mais atento sobre as crianças. De vez enquanto eles saiam da fila, mas nunca algo tão sério como o caso do garoto gordo, mas sempre com um olhar de preocupação, com o tempo tudo parecia ter sido algum sonho durante seu horário de almoço, mas ele só queria descobrir o que era realidade.

Eu li outros e-mails com relatos estranhos como esse. Eu queria que eles compartilhassem sua própria história, mas eles não queriam se expor dessa maneira. Eu não posso culpa-los.

"Branca de Neve", que não era o verdadeiro papel dela no parque, era outro "personagem" do parque. Ela tinha um bom pequeno petisco para mim. Você sabe o que acontece quando um funcionário fantasiado cai morto dentro de sua fantasia?

Imagina como é um segundo tirar uma foto com o pequeno Jimmy, e no próximo segundo, sofre um acidente vascular cerebral fatal?

Um segundo o mascote fantasiado na área tem que ficar sentado com um cadáver dentro até outra pessoa assumir o posto, fazer uma “limpeza a seco” e se livrar do corpo fora de forma discreta possível. Durante todo o tempo, os clientes não têm ideia de que está sentado com um corpo morto para tirar fotos.

Sinta-se livre para verificar os seus álbuns de fotos neste momento.

Isso foi ruim, mas um outro companheiro, que vou chama-lo de “Zelador” enlouqueceu completamente.

A Disney World (e provavelmente outras corporações), construíram uma série de túneis subterrâneos bem embaixo de seus pés. Vale a pena relatar três histórias. Tudo e qualquer coisa que você pode imaginar está lá embaixo, para uso dos funcionários.

Eles são chamados de Utilidores. Corredores de utilidade.

Basicamente, essa é a razão que você não vê personagens fora do lugar ou Zeladores vagando pelo parque. Eles entram e saem de portas escondidas e viajam pela cidade escondida subterrânea.

O Zelador me disse algo que poderia ser do conhecimento comum, mas mesmo assim foi novidade para mim.

Walt Disney teve vários apartamentos construído em seus parques. Há um acima do Castelo da Cinderela... há um em Piratas do Caribe. Eles estão em todos os lugares.

Mais do que isso, há boates, um cinema, uma pista de boliche, e muito mais. Tudo por trás de portas embutido nas fachadas caprichosas que você passa sem notar.

O Club 22 é uma dessas áreas escondidas. Se você tiver o dinheiro para se juntar ao clube exclusivo (você não tem), então você vai ter acesso a ele e muito mais.

O Club 22 é um lugar onde vale tudo. A Corporação Disney chama esses lugares "Zonas Escuras". São pontos onde os personagens se trocam e dão lugar a bebidas, drogas e sim, sexo.

Também tem as “Zonas brancas” com poucos corredores de utilidade e as “Zonas Cinzas” entre eles.

O zelador disse também, que nem sempre foi assim. Foi mais de um declínio lento e o abrandamento gradual das normas sociais dentro desse grupo de elite.

A razão pela qual ele sabe de tudo isso? Você já deve estar se perguntando... ele fez a limpeza.

Depois de uma verificação de longos antecedentes e vários termos de confidencialidade, o zelador subiu de um atendente de parque para um membro da equipe de limpeza da zona escura.

Agora, antes de você imaginar alguma visão satânica de "sacrifício humano" na sua cabeça, o zelador não viu nada do tipo. Muitas garrafas vazias de álcool? Sim. Preservativos usados espalhados como desinflados balões de ano novo? Oh sim. Ele limpou muita gota de sangue, urina e vômito, a única coisa que ele pensava era a quantidade de jovens baderneiros que usava esses corredores.

Pelo menos é assim que ele via em retrospecto.

Todo esse lixo, merdas profanas, entrou em um forno e se misturou com a fumaça da chaminé de uma típica casa.

Se você já foi para a Disney World, você respirou pecado ultra condensado.

Reforçando essa informação tem outro cara que vou chama-lo de "Hammer". Hammer me enviou à moda antiga, mas eu não sei como ele conseguiu o endereço da minha casa. Ele me mandou fotocópias de documentos provando seu emprego, e me instruiu a queimar quando estivesse convencido.

O que eu fiz de bom grado.

Hammer trabalhou ao redor do parque Disney World, fazendo a demolição e construção. Em um ponto, ele se aproximou conversou com seu superior em relação a alguns planos de construção estranhos. Era uma ampla área retangular marcada nos projetos, do tamanho de um supermercado. Na área foi deixado somente as palavras "NÃO CAVE".

Ele não queria falar sobre isso, não queria saber sobre isso e terminou a conversa com "este espaço foi intencionalmente deixado em branco".

Hammer não entendeu. A área parecia um desperdício de espaço e entrou diretamente em conflito com o trabalho que sua equipe tinha designada. Ele começou a picar ao redor da área em suas folgas, encontrando apenas uma porta de aço abandonada e uma grande extensão de concreto logo depois.

Era um "vale do supermercado" do piso em branco, cinzento.

Logo depois, Hammer viu algumas pessoas com as máscaras de gás.

Ao contrário de todos os outros relatórios anteriores, as pessoas... ou melhor, as coisas que cobriam seus rostos. Eles tinham cluster juntos à distância, ou eles seria apenas atravessavam paredes.

Ele disse "força sobrenatural", como se eles fossem fracos ou estivessem lesionados... como um cervo que foi apanhado e não pode mais fugir.

As máscaras de gás tinha os rostos do personagem da Disney com filtros preso... Ele observou que pareciam molhados por dentro, de condensação como de uma janela de carro. Pequenas gotas de água brilhava por trás do vidro, tornando-se impossível de qualquer um enxergar através.

Indo mais longe, Hammer começou a fazer perguntas de qualquer um e todos aqueles que já trabalhou no parque por uma década ou mais.

Ele bateu impasses por toda parte, até que ele foi direcionado para Aida, uma mulher idosa que trabalhava em um restaurante na rua principal. Ela tinha estado lá desde o caminho de volta e embora ninguém tivesse a coragem de perguntar diretamente, toda a gente sabia ela tinha muitas histórias terríveis para contar.

Hammer perguntou sobre o espaço vazio e em seguida, sobre os clientes mascarados. No começo ele pensou que iria receber um “não sei” como resposta. Ela estava quieta. Estranhamente quieta.

"Room Zero" Ela resmungou, em seguida colocou a mão em sua boca como se tivesse falado algo que não deveria de dito.

Ela não olhou para o homem durante toda a conversa.

Room Zero (ou quarto zero), como se viu, era ainda outro quarto escondido, como os apartamentos e clube 22. Entretanto, seu tamanho e sua profunda mancha sob o parque está localizado para além de qualquer uma das zonas escuras de "diversão".

Era um abrigo contra bombardeio aéreo.

Room Zero foi construída para resistir a um ataque maciço, seja ele conduzido por inimigos estrangeiros ou nacionais.

A Room Zero era para ser abastecida com alimentos suficientes para o número médio de todo o parque de patronos em qualquer momento dado e abrigava um menor ainda pródigo conhecido como "quarto do pânico" para os superiores da Disney.

Durante a segunda guerra mundial, realmente máscaras de gás oficiais Disney foram produzidas para as crianças em caso de ataque. A ideia era que seria menos assustador para as crianças se o rosto de Mickey foi estampado sobre o dispositivo de segurança em tempo de guerra.

Sim, eu sei os problemas óbvios com isso.

Durante o susto da guerra fria dos anos 60, quando foi construída a Disney World, a Room Zero foi abastecida com máscaras semelhantes também. Se eles não se preocupassem com os medos das crianças, ou apenas fossem insensíveis, talvez não aconteceria aquilo lá embaixo.

Além do mais, algum gênio decidiu que as crianças não ficariam tão assustada com as máscaras de gás se seus pais usassem... e assim todas as máscaras, adultos e criança, foram feitas para cumprir com esta norma louca.

Aida o descreveu como "Tratar uma ferida com suco de limão."

Nada disso explica o que Hammer tinha visto. Não só as aparências aparentemente sobrenaturais, mas o quarto esvaziado para fora também.

- Eu estive lá – explicou ele – Só há um piso de cimento e quatro paredes na Room zero.

- Não - Aida abanou a cabeça e cobriu sua boca, abafando um soluço – Você esteve em cima da Room Zero, aquilo foi planejado perfeitamente, quando alguém descobrisse que há um subsolo, iria vasculhar e encontrar aquele espaço vazio e nem imaginaria que existe outro saguão bem abaixo desse.

Alguém ou algo soou o alarme, um dia em que a capacidade do parque estava no máximo. O aviso foi claro. Era um suposto ataque aéreo.

Os seguranças levaram todos para a Room Zero. Lá, eles foram ordenados para colocar em suas máscaras e acocorar-se durante o bombardeio.

Tudo estava calmo nos primeiros trinta minutos, exceto as crianças que choravam e os sussurravam assustadas. Ninguém queria morrer, então os pais eram gratos de alguma forma para esta estranha medida de segurança.

Então, alguém deu o primeiro grito.

- Ei! - um homem gritou - Pare de me beliscar!

Uma onda de gritos e começou a se alastrar na multidão, de uma parede à outra.

- Quem está correndo? Acalma-se! - Alguém gritou.

- Quem está rindo? Isso não tem graça!

- Ow! Quem pisou no meu pé?!

Apesar dos guardas de segurança pedindo para acalmar e manter a calma, a multidão ficou mais agitada até que, finalmente, depois de quase uma hora de loucura...

As luzes se apagaram

Todos Morreram.

O que veio em seguida só pode ser descrito como caos. No escuro, só as paredes dos jovens e os gemidos dos adultos podiam ser ouvidos em um maciço, inchaço que sangrava os ouvidos de todos dentro daquela câmara de eco negra.

Um grupo de membros da equipe e um poucos patronos conseguiram atravessar a porta, pronta para enfrentar a guerra acima, ao invés de abaixo a insanidade. O que eles encontraram, claro, foi um parque temático desolado, ainda intocado, não havia ataque nenhum. A música continuava a jogar, ecoando pela cidades de contos de fadas em silêncio.

Ao retornar à Room Zero, os poucos que ficaram no topo da escada aço que chumbo na escuridão se levantaram não ouvido nenhum sinal de batalha anterior. Havia apenas silêncio.

Aida desceu as escada, apesar da mendicância daqueles que deixou acima.

Ela alcançou as portas reforçadas, agora inundado na escuridão e ouvindo apenas o zumbido nos ouvidos.

Uma única voz saiu da escuridão. O eco tornou impossível dizer se a voz rouca, veio da parte de trás do abrigo ou se foi bem na frente de seu rosto.

-Feche a porta, querida. Você está deixando mais frio aqui dentro.

Dominada pelo terror, ela fez exatamente isso. Dentro de dias, a coisa toda... abrigo, escadaria, tudo... estava coberto com os pés em cima de pés de cimento. Sistemas de ar e geradores acima de seu teto foram removidos, criando o grande espaço vazio.

- Eles estão ainda lá em baixo - Aida disse para Hammer - lá com quem quer que fosse e de alguma forma não estão mortos.

Você pode notar que o único nome verdadeiro que usei foi o da Aida.

Infelizmente, ela faleceu logo após contando sua história. Queda acidental, supostamente, depois de sair da cama para acender a luz.

“Uma adoradora do seu antigo emprego” o jornal local publicou, devido as várias silhuetas do Mickey que foi encontrada em sua casa, silhuetas que não estavam quando eu fui até lá e silhuetas que estão começando a aparecer no meu apartamento.



Tradução do Sigma
Bons Pesadelos...