Piloto Automático


Alguma vez você já se esqueceu onde deixou seu telefone ?

Quando você percebeu que tinha esquecido? Eu acho que você não tenha batido a mão na sua testa e gritado “puta merda, onde deixei meu celular?”. Você não sentiu falta dele, no começo. Mas provavelmente, colocou a mão no bolso e só então percebeu que não sabia onde ele estava. Então você começa a tentar se lembrar da ultima vez que o viu.

Merda.

No meu caso, o alarme do meu celular me acordou como sempre, mas percebi que a bateria estava fraca. Era um celular moderno e ele tinha esse hábito irritante de deixar aplicativos abertos, que drenavam a bateria durante a noite. Então, eu o deixei carregando enquanto eu tomava banho, ao invés de te-lo colocado na minha mochila como sempre. Foi um lapso momentâneo, mas foi o suficiente. Uma vez no chuveiro, meu cérebro voltou para a 'rotina' que sigo todas as manhãs.

Eu esqueci..
Isso não foi simplesmente um deslize meu, como descobri depois. Isso é uma função do cérebro conhecida. Nossos cérebros não trabalham em apenas um nível; eles trabalham em vários. Tipo, quando você está caminhando em algum lugar, você pensa sobre o seu destino e evita os obstáculos, mas você não precisa pensar em manter suas pernas se movendo normalmente. Se pensássemos, o mundo inteiro se tornaria em um enorme e hilariante simulador. Eu nunca precisei pensar em manter minha respiração normal, preferia pensar no que comeria de café da manhã. Depois eu não me concentraria em digerir meu café da manhã, mas estaria pensando se ia dar tempo de pegar minha filha, Emily, na creche, após o trabalho, ou se ia ficar preso em outro congestionamento. Mas é essa a questão; há um nível no seu cérebro que lida apenas com a rotina, assim, o resto do cérebro pode pensar em outras coisas.

Pense nisso. Pense no seu último trajeto. O que você realmente lembra? Pouco, se é que se lembra de algo. As tarefas mais comuns se embaraçam em uma só, e relembrar qualquer uma delas é comprovadamente difícil. Faça algo frequentemente e se tornará rotina. Continue fazendo alguma coisa e isso parará de ser processado pela parte pensante do cérebro e irá para a parte do cérebro dedicada à rotina. Seu cérebro continuará fazendo, sem você pensar nisso. Repare que você precisa pensar na rota para o trabalho tanto quanto “precisa” pensar para manter suas pernas em movimento enquanto caminha. Ou seja, você não pensa.

A maioria das pessoas chama isso de piloto automático. Mas tem um perigo aí. Se você tem um quebra na rotina, sua habilidade de lembrar e considerar essa mudança é tão boa quanto sua habilidade de fazer o cérebro parar de seguir o modo de rotina. O piloto automático me fez acreditar que o celular estava na minha mochila o dia todo, mas o fato dele estar descarregado e que precisei deixa-lo carregando, quebrou minha rotina da manhã. Eu entrei no chuveiro como sempre e rotina começou. Com exceção do celular não estar na mochila.

Piloto automático ativado.

Meu cérebro estava de volta à rotina. Tomei banho, me barbeei, ouvi o rádio dando a previsão de um clima incrível, dei à Emily seu café da manhã e a coloquei no carro (ela estava tão adorável naquela manhã, reclamando do calor e do “sol mal” cegando-a, dizendo que ele a impediu de dormir no caminho para a creche) e saí. Essa era a rotina. Não importava se meu telefone estava no balcão, carregando silenciosamente. Meu cérebro estava na rotina e meu celular deveria estar na minha bolsa. Então esqueci meu telefone. Nenhum deslize. Nenhuma negligência. Nada além do meu cérebro entrando no modo rotina e se esquecendo dos fatos.

Piloto automático ativado.

Fui para o trabalho. Era um dia quente. O volante estava escaldante quando sentei. Acho que ouvi Emily sentar atrás do meu banco, para ficar longe da minha vista. Mas fui para o trabalho. Mandei relatórios. Participei da reunião da manhã. Mas a ilusão não foi quebrada até eu tirar um rápido intervalo para o café e pegar meu telefone. Eu refiz os passos mentalmente. Me lembrei da bateria terminando. Me lembrei de tê-lo colocado para carregar. Eu lembrei de tê-lo deixado lá.

Meu telefone estava no balcão.

Piloto automático desativado.

Novamente, é aí que mora o perigo. Até aquele momento, o momento em que fui pegar meu telefone e quebrei a ilusão, aquela parte do cérebro ainda estava no modo rotina. Não havia razão para questionar os fatos da rotina; é por isso que é uma rotina. Pura repetição. Não é como se alguém fosse dizer “Por que você esqueceu o seu telefone? Isso não lhe ocorreu? Como poderia ter esquecido? Você deve ser negligente”; esse não é o ponto. Meu cérebro estava me dizendo que a rotina estava normal, apesar do fato de que não estava. Não é que eu tenha esquecido o telefone. De acordo com o meu cérebro, de acordo com a rotina, meu telefone estava na bolsa. Por que eu iria pensar em questionar isso? Por que eu checaria? Por que eu me lembraria de repente, do nada, que meu telefone estava no balcão?
Meu cérebro estava preso à rotina e a rotina dizia que meu telefone estava na bolsa.

O dia continuou quente. O mormaço da manhã deu lugar ao implacável calor febril da tarde. O asfalto borbulhava. Os raios diretos de calor ameaçando a rachar o pavimento. As pessoas trocavam cafés por refrigerantes gelados. por Jaquetas descartadas, mangas arregaçadas, gravatas afrouxadas, sobrancelhas enxugadas. Os parques lentamente sendo ocupados por pessoas tomando banho de sol e fazendo churrascos. Janelas estalando com o calor e ameaçando deformar. O termômetro continuava a subir. Ainda bem que os escritórios tinham ar condicionado.

Mas, como sempre, esse inferno de dia deu lugar a uma noite mais fria. Tempo é dinheiro. Ainda me xingando por ter esquecido o telefone, dirigi para casa. O calor do dia havia assado o interior do carro, deixando um cheiro horrível. Quando cheguei na entrada da garagem, as pedras foram trituradas confortavelmente embaixo dos pneus, enquanto minha esposa me saudou à porta.

- Onde está a Emily?

Merda.

Como se ter esquecido o telefone não fosse ruim o bastante. Depois de tudo isso, eu deixei a Emily na porra da creche. Imediatamente, acelerei até a creche. Cheguei até a porta e comecei a praticar minhas desculpas, imaginando vagamente se poderia sair dessa vergonha com meu charme. Eu vi um pedaço de papel preso na porta.

“Devido aos vandalismos durante a noite, por favor use a entrada lateral. Apenas hoje.”

Durante a noite? O quê? A porta estava boa está manh…

Eu congelei. Meus joelhos tremeram.

Vândalos. Uma mudança na rotina.

Meu telefone estava no balcão.

Eu não estive aqui essa manhã.

Meu telefone estava no balcão.

Eu passei direto pois estava bebendo meu café. Eu não larguei a Emily.

Meu telefone estava no balcão.

Ela moveu seu assento. Eu não a vi no espelho.

Meu telefone estava no balcão.

Ela adormeceu no carro. Ela não falou quando eu passei pela creche.

Meu telefone estava no balcão.

Ela mudou a rotina e eu esqueci de traze-la.

Meu telefone estava no balcão.

Nove horas. Aquele carro. Aquele sol escaldante. Sem ar. Sem água. Sem energia. Sem ajuda. Aquele calor. Um volante quente demais para tocar.

Aquele cheiro.

Eu andei até a porta do carro. Tremendo. Chocado.

Eu abri a porta.

Meu telefone estava no balcão e minha filha estava morta.

Piloto automático, desligado.



Tradução Mohamed
Bons Pesadelos...

Boneca Assombrada de Cingapura


Cingapura geralmente é um lugar bem tranquilo, mas acontecimentos recentes estão realmente assustando os moradores. Tudo começou quando alguém descobriu uma boneca abandonada, ao lado de uma rua movimentada. Se você assistiu a sua cota de filmes de terror, você provavelmente sabe como bonecas podem ser assustadoras.

A boneca, em particular, eu achei muito assustadora. Você só precisa dar uma olhada que você vê que tem alguma coisa errada nela. Ela foi encontrada trajando um vestido de renda, manchado, muito pobre, com um rosto igualmente imundo, que estava com os olhos vendados. O pano tinha uma escrita árabe, que pode ser traduzida como “Bismillah” ou “em nome de Alá”. Há rumores de que a venda mantém o diabo dentro da boneca, e se o remover, você invocaria a maldição e a boneca o seguiria para casa.


Fotos da boneca, com e sem a venda, foram postadas no Reddit e a história logo se tornou uma sensação na internet. De acordo com o post que acompanhava as fotos, a boneca está possuída – Ela pode se mover por conta própria e, às vezes, pode ser ouvida falando, em uma voz de mulher. “Alguns dizem que podem escutar a boneca falando, quando deixada sozinha em um cômodo e pode ser encontrada com a cabeça voltada em uma direção diferente. Foi dito que ela falou em uma língua malaia e soou como uma mulher adulta.”

“O proprietário original descobriu que a única maneira de se livrar dela e ter certeza de que não voltaria seria tapar sua visão”, escreveu o post do Reddit. “Rumores de que a maldição passou para outra pessoa que a encontrou e desamarrou o pano, sem saber. Acontece que a coisa em árabe significa “Bismillah”. Eu acho que é para evitar que um gênio ou maldição dentro dela saia ou siga o dono de volta para casa. Outros especulam ser produto de magia negra”.

Usuários do Reddit reagiram ao post de diversas maneiras – alguns foram cínicos enquanto outros ofereceram dicas sobre como destruir a boneca. “Queime essa maldita boneca,” escreveu um usuário. Outro sugeriu um método alternativo para se livrar disso "Aqui está o que você deve fazer: você coloca nitrogênio líquido sobre ela e passa sobre com um trator enorme. Se ela ainda não estiver morta, você cola-a com cola industrial em uma caixa de aço e enterra essa merda em uma pedreira”.

Após reações extremas começarem a acontecer, o autor original editou sua mensagem com um aviso: "Nada aqui deve ser levado a sério já que eu não tenho nenhuma prova válida ou científica disso. Eram tudo rumores de boca a boca e da internet. Eu apenas estou compartilhando”.

O atual paradeiro da boneca é desconhecido, dado como desaparecida desde a data que as imagens saíram. Alguns incidentes bizarros estavam ligados ao desaparecimento dela – um suicídio esquisito e um caso de assassinato – mas a maioria dos cingapurenhos acredita que pode ser apenas uma coincidência.



Bons Pesadelos...

A verdade sobre os suicídios na UERJ


Quem é do RJ ou já estudou na UERJ conhece as histórias de suicídios que tem por lá... Esse tipo de notícia nunca é divulgada para não incentivar outros suicídas. Mas pq tantos suicídios no mesmo lugar?



Olá, estou trazendo aqui um texto de um amigo meu, um estudante de jornalismo da UERJ, Alessandro Carvalho. Faço direito lá, onde o conheci, e encontrei essas páginas aqui transcritas em sua mochila. Ele está morto agora. Foi encontrado há duas semanas com o crânio esmagado por uma pedra no estacionamento atrás do prédio de química. Não sei o quanto disso é real, mas acho que deveria ser conhecido.

“Muitas pessoas conhecem o prédio principal da UERJ na rua São Francisco Xavier como o centro de suicídios do Rio de Janeiro. Se você quer se matar, a UERJ é seu destino. O prédio serve como um imã de sacrifícios humanos para a cidade. Você chega lá, pega um dos elevadores, torce para que ele chegue até em cima sem partir no caminho, sai, se desloca até um dos vãos abertos e se joga. Talvez acerte alguém no final, talvez acerte um carro, mas geralmente só o chão de concreto sofre com o impacto do seu crânio se espatifando contra ele. Geralmente são reportados de dez a quinze suicídios na UERJ por ano, e isso por boca-a-boca, pois nenhuma notícia jamais sai em algum jornal. É claro que esse é só o número dos que tem testemunhas, o verdadeiro número é muito maior, de trinta a quarenta pessoas se jogam de lá por ano, mas para saber disso você tem de ir por outras vias. Acredito que quando entrei na UERJ para cursar jornalismo no décimo andar, nem dos suicídios eu sabia. Agora, depois de ter tomado na oficina de reportagem do quinto período aquela estúpida decisão de estudar esses casos, temo ter aberto uma porta, que caso não custe só a minha sanidade, também possa levar a minha vida.

Algumas coisas às vezes só se mantêm escondidas porque ninguém está interessado em revirá-las. Porém, o que aquele idiota que toma coragem de revirá-las não sabe, é que depois que se faz, não há volta, e que se entrou num caminho a que cada nova descoberta leva só a mais novas perguntas, perguntas a lentamente tragar para o abismo. O número secreto de verdadeiros suicídios no prédio não era nem a ponta do iceberg. Quem é da UERJ também sabe das outras histórias, da má fama que as escadas que correm por cada corredor por trás de pesadas portas de metal tem. Alguns só ouviram de assaltos, outros de estupros, os mais curiosos talvez dos assassinatos. Quem conhece os funcionários do lugar, os faxineiros e os seguranças, talvez também tenha ouvido da má fama do turno da noite. É raro o segurança novato que após uma noite na UERJ não peça demissão no dia seguinte sem dar explicação alguma. E os que se mantêm nunca são os mesmos, são fechados, se isolam do resto, como se tivessem perdido sua humanidade. Isso é claro sem contar no próprio estado natural dos serventes do local, se você presta atenção o suficiente neles, logo notará que é uma coleção dos indivíduos mais peculiares, de aparências estranhas, de deformidades escondidas por trás de seus uniformes cinzas. Até esse ponto, tudo que chegava a mim era tolerável, até mesmo a suposta existência de cinco andares negativos no subterrâneo do prédio, porém isso tudo mudou quando comecei a coletar os relatos sobre a criatura. Mas não posso continuar sem antes falar do Professor Silvana.

Carlos Silvana foi um respeitado professor de história da UERJ, um doutor especialista na história do Rio de Janeiro, que também cometeu o erro de tomar para si o estudo do prédio e do local em que foi construído. Seus papéis nunca foram publicados, e até minhas mãos os tocarem, se mantiveram escondidos em partes abandonadas de uma biblioteca da UERJ. No verão de 1994, depois do que muitos descrevem como um comportamento paranóico, outros de quase insano, ele sumiu deste planeta sem deixar nenhum traço. Foram graças a seus estudos que descobri grande parte da história daquela parte da cidade em que foi construída a UERJ. Silvana conseguiu reunir relatos tão distantes quanto a vinda dos franceses e portugueses para essa terra. Especificamente nos papéis do padre jesuíta Augusti Sabatino, que pregou no engenho jesuíta ao qual o terreno da UERJ um dia foi parte. Sabatino relatou em muitos dos seus escritos as histórias dos índios sobre o lugar, além de sua própria experiência. E aqui vou tentar resumir o que esses dois homens conseguiram agregar sobre o lugar.

Os índios que um dia habitaram essa terra, antes de com a chegada dos europeus, terem mudado de nome, se integrado e esquecido de sua cultura, comiam seus mortos. Não havia nada mais prazeroso do que comer alguém bravo com uma vida honrosa e digna, tanto de sua própria tribo, como um inimigo vencido de outra. Porém havia aqueles mortos indigestos, que quando vivos eram dados como párias pelos outros índios: criminosos, insanos, ou até xamãs que praticavam certas artes vista como proibidas e erradas pelos outros xamãs. Esses mortos, ninguém queria comer, ou sequer olhar, e assim eles eram enterrados. Porém, como esses lugares de enterro eram vistos como tomados pelo mal, pelos maus espíritos daqueles que os habitavam, geralmente eram cemitérios separados de tudo e de todos, em que geralmente as tribos se davam ao trabalho de fazer viagens de muitos dias e noites para se livrar daqueles corpos vistos como indignos. E um dos maiores cemitérios desse tipo tomava um terreno que hoje em dia está tomado pelo prédio da UERJ e por parte do Maracanã. Um local proibido cuja história foi ignorada pelos jesuítas que lá foram montar seu engenho. Decisão que iria lhes custar caro, quando chegaram aqui em 1579. Rapidamente, o terreno que foi dedicado a uma extensa plantação de jaqueiras foi tomado por rumores da população de índios recém convertida, como pertencente ao demônio. Rumores confirmados pelos próprios missionários quando os suicídios de alguns dos seus membros começaram. Primeiro os suicídios, depois a loucura. Foi ao redor da década de 1620 quando um missionário louco tacou fogo na plantação. A reação dos jesuítas foi construir uma igreja no lugar em que hoje em dia se encontra o pavilhão João Lira Filho da UERJ. E é nele que encontramos Sabatino pregando em 1683. Um ingênuo jesuíta que segundo o próprio relato foi despido de tudo menos sua fé na luta em que teve com o demônio dentro daquele prédio naquele ano. Luta que lhe deixou com metade do corpo queimado, além da igreja abandonada em ruínas. A mata eventualmente tomou o lugar, já que ninguém mais se atrevia chegar lá. E assim foi até a expulsão dos jesuítas.

O que era regra, virou lenda, e o que era lenda, virou rumor do povo. E ninguém da boa sociedade vai dar ouvidos ao rumor do povo. Assim, em 1856 foi inaugurado naquele mesmo terreno, pelo nosso primeiro grande pseudo-intelectual almofadinha, D. Pedro II, o Sanatório de São Francisco. O primeiro grande estabelecimento dessa categoria na America Latina, para receber seus pobres doentes mentais, como a própria prima do imperador, D. Rosa, a insana. O que resta de arquivos daquele respeitado estabelecimento, conhecido por afogar seus ocupantes no gelo, além de outras práticas de tortura, foi perdido no incêndio que tomou de vez o hospital público que havia se transformado com a proclamação da República. As ruínas desse hospital iriam eventualmente se tornar a Favela do Esquelo.

Notória por sua bandidagem, como o famoso Cara-de-Cavalo, na favela do Esqueleto é que encontraria as primeiras referências diretas a criatura. Muitos dizem que a razão de Vargas para escolher aquele lugar para a faculdade fora seu conhecimento sobre a criatura. Claro, que outros apontam para outras razões mais sinistras, como a necessidade para o próprio banho de sangue que foi remover a população local, que ainda irei de tratar. É desse período que Silvana encontra em um dos relatos de um de seus poucos sobreviventes, um que foi realmente “relocado” para a favela de Nova Holanda, atual Maré, descrições sobre a criatura. O Senhor X, como Silvana o chamava, diz que”

É isso, o resto da página está rasgado. Não sei que fim teve o caderno cujas essas páginas pertenciam. Não sei se devo realmente acreditar em tudo que li. Só sei que precisava dividir com o mundo essas palavras de meu amigo.



Texto original do Daniel Matos, retirado do blog http://www.danielmatos.com.br/
Bons Pesadelos...

La Pascualita - A Noiva Cadáver do México


La Pascualita ou Pequena Pascuala é uma manequim de noiva que "vive" em uma vitrine de Chihuahua, México há 75 anos. Isso é um tempão para uma loja manter um manequim, mas eles tem uma história estranha por trás disso. De acordo com uma lenda urbana, La Pascualita não é uma manequim, mas sim um corpo perfeitamente preservado da filha do último dono da loja.

Durantes anos a história trouxe vários visitantes à loja, incluindo personalidades famosas. Agora pessoas de outros países também vão visitar a noiva cadáver. As pessoas se aproximam da vitrine tentando descobrir se é um corpo ou não por causa das suas características realistas. Muitas pessoas acreditam que ela realmente é real!





La Pascualita foi instalada na vitrine pela primeira vez no dia 25 de março de 1930, com um vestido de noiva da coleção da primavera. O efeito foi instantâneo. As pessoas simplesmente não conseguiam tirar seus olhos desta nova manequim, com seus olhos de vidro, o cabelo real e a pele corada. Logo eles perceberam que a manequim era muito parecida com a dona da loja, Pascuala Esparza.
Não demorou muito para que eles chegassem à conclusão de que a boneca era na verdade o corpo embalsamado de sua filha, que morreu recentemente no dia de seu casamento depois de ser mordida por uma aranha Viúva Negra. Os moradores da cidade começaram a demonstrar a sua reprovação com tal "notícia", mesmo com Pascuala negando tal rumor, ninguém estava disposto a acreditar nela. O nome da filha foi perdido ao longo do tempo, e a manequim ficou conhecida como 'La Pascualita'.




É claro que a presença de um "cadáver" deve, naturalmente, ser acompanhado por acontecimentos sobrenaturais. Vários incidentes estranhos têm sido relatados em torno do manequim, porém nenhum foi confirmado. Dizem que um mágico francês apaixonado iria chegar à noite e magicamente trazê-la de volta à vida, levando-a para fora da cidade. Alguns outros acreditam que seu olhar muda e segue os visitantes ao redor da loja. À noite, também acredita-se que ela muda de posição. Essas histórias são bem assustadoras, principalmente para os trabalhadores da loja que têm que ver Pascualita todo dia. Os últimos a sair da loja definitivamente não são muito felizes... Roupas do manequim são mudadas duas vezes por semana, atrás de cortinas fechadas.
Sonia Burciaga, uma trabalhadora da loja diz: "Toda vez que eu chego perto de Pascualita minhas mãos suam. Suas mãos são muito realistas e ela ainda tem varizes nas pernas. Eu acredito que ela é uma pessoa real. " Poderia Pascualita realmente ser um cadáver de 75 anos de idade?


Mas, embora a maioria dos moradores Chihuahua estarem convencidos de La Pascualita é realmente um cadáver bem preservada, a Internet está cheia de explicações sobre porque isso não poderia ser verdade. O Museu Das Farsas, por exemplo, afirma que "seria impossível embalsamar alguém e sua carne ser preservada perfeitamente. Por alguma razão, as pessoas pensam que é mais fácil preservar um corpo do que realmente é", enquanto um comentário diz: "Sim, os corpos realmente apodrecem rápido, Lenin e Mao estão em um estado muito parecido com borracha, e são mantidos em condições de monitoramento extraordinárias. A maioria das coisas que empresas funerárias fazem é com o objetivo de tornar o cadáver parecer bom até o enterro. Um cadáver após semanas fica muito, muito ruim."

E você, acredita que Pascualita é realmente um cadáver ou apenas um manequim?


Post original. 

Canibal tentou comer garota de 14 anos



Um homem de 57 anos planejou estuprar, matar e comer uma garota de 14 anos. Prenderam ele, mas ele não está sozinho por ai...


Segundo a Promotoria, o enfermeiro Dale Bolinger usava uma comunidade online de "fetiches obscuros" para falar sobre a decapitação e o canibalismo de mulheres e meninas, como uma forma de satisfazer fantasias sexuais.

Ele foi preso pela polícia inglesa num esforço conjunto com o FBI, que rastreou um e-mail usado pelo acusado uma investigação em fóruns online sobre estupro, assassinato e canibalismo de mulheres. O FBI teve acesso a registros de conversas travadas por Bolinger na comunidade online. Neles, Bolinger comentava, segundo a acusação, que teria decapitado uma adolescente de 14 anos, comido crianças diante de suas mães e matado e comido uma mulher grávida e seu feto.

'Carne de vitela'

Muitas destas conversas envolviam o ato de comer crianças, às quais ele se referia como uma "boa carne de vitela", segundo depoimentos dados no julgamento.

Ao vasculhar o celular e o computador do acusado, a polícia encontrou arquivos de fotos de crianças com os nomes "jantar; uma já foi, uma à espera", "o churrasco", "o churrasco2" e "o churrasco3". Ele também vinha conversando com uma adolescente mexicana de 14 anos chamada Eva, que vivia na Alemanha.

Em uma das conversas, Bolinger propôs se encontrar com a garota em uma estação de trem e discutiu como faria sexo com ela antes e depois de sua morte.

"Ele disse que mataria ela com um machado ou uma machadinha e depois a comeria", disse o promotor Martin Yale.

Boelinger ainda teria dito que "a ideia de fazer amor e depois comê-la é muito excitante".

Mas Eva, que não foi identificada, nunca apareceu para o encontro, e Bolinger voltou para casa.

Em depoimentos, ele admitiu a posse das imagens encontradas em seu computador, mas nega que tenha tentado se encontrar com a adolescente depois de assediá-la sexualmente e diz que foi à estação de trem porque temia pela segurança da garota.



Então ele foi até o local do encontro pela segurança dela... QUE CARA BONZINHO!


Fonte: BBC
Bons Pesadelos...

Ted Bundy - Mentes Diabólicas




Conheça mais esse assassino com uma história bem longa... Você pode ver o vídeo ou ler a história, você escolhe...


Nascido em Burlington em 24 de novembro de 1946 incialmente batizado como Theodore Robert Cowell, nasceu em um abrigo para mães solteiras, devido ao grande preconceito da época, Ted cresceu acreditando que seus avós eram seus pais e sua mãe era sua irmã, porém o garoto sempre desconfiou que algo esatava errado. Seu avô que ele conhecia como pai, era um homem rico e viciado em pornografia, violento, jogava as filhas da escada caso elas simplesmente acordassem tarde. Crescendo em meio a um clima violento em sua casa, Ted estava se adaptando a ser da mesma maneira. Certa vez enquanto sua tia dormia, ele a cercou com as facas que haviam na cozinha, preocupada com o menino, sua mãe fictícia abandonou o marido e levou Ted com ela para morar em outro estado na casa de um tio. Recomeçando sua vida, ela se casou com John Bundy, um cozinheiro, enfim o garoto passou a ter o mesmo sobrenome e virou Ted Bundy, mas ele nunca aceitaria bem o padrasto pelo fato de ser uma pessoa simples e sem muitos bens.

Decidido a continuar sua vida mimada como antigamente, Ted se aproximou de um outro tio, professor de música, um homem educado e inteligente, uma inspiração para Ted. Sua mãe teve mais filhos, porém Ted Bundy nunca os considerou da família, sentia-se deslocado em casa e na escola, onde sempre foi muito tímido e tinha grandes dificuldades nas relações sociais. Conforme crescia, o garoto acostumou-se as espiar mulheres pelas janelas, ficava olhando-as escondido enquanto se trocavam, chegou a cometer alguns pequenos furtos na região onde morava também, começava a se sentir acima da lei, começou a desenvolver uma personalidade egoísta e narcisista.

Existe uma história obscura de que aos 15 anos Ted Bundy teria matado uma menina de 8 anos, ela desapareceu de casa e nunca mais foi vista, ela frequentava aulas de piano com o tio de Ted, mas esse fato nunca se confirmou. Anos se passaram e Ted entrou para a universidade, continuava a sentir-se distinto e especial, um ser humano acima dos demais, nessa época estudou chinês e de menino tímido e retraído passou a um rapaz popular e seguro, foi quando conheceu Stephanie Brooks, uma menina bonita de cabelos longos e partidos ao meio por quem Ted logo se apaixonou.

Como estava em sua primeira relação, Stephanie logo precebeu em Ted uma certa imaturidade e decidiu terminar o relacionamento. Triste Ted abandonou a universidade e foi para Burlington cidade que nasceu para visitar os parentes, época em que resolveu ir ao cartório de registros de nascimento e descobriu que quem se dizia sua mãe na verdade era sua avó e sua irmã mais velha na verdade era sua mãe. Ted sentiu-se traído por todas as mulheres que amou. O espírito de vingança pelas mulheres pode ter começado neste momento.

Ted se envolveu com uma outra mulher, mas ainda tinha um contato secreto com Stephanie na esperança de reconquistá-la e então abandoná-la, como ela havia feito com ele. Trabalhou na política da cidade e também atuava na ajuda por telefone à pessoas depressivas e suicidas. Algum tempo depois Ted conseguiu reconquistar Stephanie, a pediu em casamento, porém quando ela aceitou ele a desprezou como planejado.

Em 1974 algumas garotas começaram a desaparecer, principalmente garotas que frequentavam faculdade com idade entre 19 e 20 anos, sempre mulheres bonitas e com cabelos longos partidos ao meio, bem parecidas com Stephanie Brooks a musa de Ted Bundy, ele havia iniciado sua série de assassinatos, sua vingança contra as mulheres.

Na época nao se relacionava o nome de Ted aos desaparecimentos, ele era um homem inteligente, se dava bem com as pessoas, nem sua namorada suspeitava de nada, fora ainda que as garotas eram de regiões distintas, não se achava rastros das garotas nem do assassino.

Ted usava a própria bondade das meninas para atraí-las, fingia-se de manco e com muletas solicitava ajuda das garotas. Foi assim com Gerogean Hawkins. Ted deixou cair alguns livros perto do carro, pediu para que a Gerogean os pegasse, quando a garota abaixou ele a golpeou com uma barra de ferro, amarrou seus braços e pernas e alevou para um bosque, lá ele a estuprou, o que o excitava era o medo e o choro de sua vítima, era ela saber claramente que após aquele sofrimento ela iria morrer. Segundo ele, era como se no último suspiro de suas vítimas ele fosse Deus. Após matar a garota, Ted ainda voltou algumas vezes próximo ao corpo, chegou a cometer necrofilia sendo que antes ainda maquiava as vítimas para elas ficarem aos olhos dele, mais atraentes, mesmo que já estivessem em estado de decomposição.

Certa vez atraiu uma garota próximo a um lago, usando uma tipóia em seu braço pediu que Janice Ott o ajudasse com seu barco, Janice o acompanhou e nunca mais foi vista. Nesse mesmo dia Ted voltou ao lago em busca de novas vítimas, algumas garotas suspeitavam e não o seguiam até o carro, porém Denise Naslund o seguiu e também nunca mais foi vista, as duas mortas da mesma forma, amarradas, estupradas vivas e mortas. Desta vez como haviam mais pessoas próximas do local, conseguiram fazer um retrato falado do suspeito, com a divulgação muitas ligações foram feitas para a polícia, citava-se o nome Ted e em uma lista de mais de 200 suspeitos havia o nome Ted Bundy.

O que as pessoas não sabiam era que Ted Bundy cursava direito e estava trabalhando em dos prédios da administração de Justiça da cidade, ele sabia como a polícia iria atuar para prender o assassino e conseguia despistá-la, no mesmo período foram localizados mais cinco corpos já em decomposição, sem nenhuma pista do assassino. Apesar de saber que poderia ser descoberto a sede por morte de Ted não diminuía, ele realizou mais 13 assassinatos, eram mais garotas que perdiam o direito de viver, porém uma vítima Carol DaRonch ao ser algemada no carro conseguiu fugir e ao contar a polícia o que aconteceu, era mais uma vítima com um nome, Ted, mas até alí ainda ninguém suspeitava de Ted Bundy o estudante de direito.

O destino não colaborou com Bundy, Ted foi parado por um guarda de trânsito por direção perigosa e teve seu carro examinado, foi localizado em uma bolsa aberta, uma barra de ferro, algemas, e uma toca que cobria também o rosto, ele foi preso por suspeita de assalto pelos itens que carregava, foram encontrados ainda tickets de postos de gasolina das mesmas cidades onde foram localizados alguns corpos, levado a delegacia, Carol o identificou como o homem que a havia algemado.

Em 23 de fevereiro de 1976, Ted foi preso pela agressão a Carol, condenado a 15 anos de prisão, já cumprindo pena seu nome foi associado aos desaparecimentos e Ted Bundy agiu como seu próprio advogado, mas continuou preso, porém sua história de matança não acabaria alí. Ele conseguiu por descuido dos policiais fugir por duas vezes da prisão, na segunda vez, durante a noite, invadiu uma república feminina, violentou e assassinou Lisa Levy e Margaret Bowman, sendo que ainda espancou suas 2 colegas de quarto, fugiu de lá e invadiu um outro quarto, o de Cheryl Thomas e a estuprou, fugiu mais uma vez e dias depois encontrou Kimberly Leach de 12 anos, sequestrada, agredida e assassinada, Ted não as via mais como seres humanos, ele estava viciado em matar, viciado em estuprar, viciado em se sentir mais esperto do que a lei.

Em 15 de janeiro de 1978, o destino traiu mais uma vez Ted Bundy, um policial parou um carro denunciado como roubado, dentro estava Ted Bundy, que tentou fugir mas foi pego. Em um novo julgamento agiu como seu próprio advogado mais uma vez, mas foi condenado desta vez à cadeira elétrica, agora sim a polícia tinha muitas provas contra ele. Em 24 de janeiro de 1989, após 9 anos Ted Bundy foi executado na cadeira elétrica, apesar de ser um criminoso confesso, ele ainda possuía fãs, mulheres que foram assistir seu julgamento e olhavam encantadas, como se admirassem um homem que desejavam. Antes de morrer Ted Bundy parou de frente a cadeira elétrica e ficou em silêncio e estático durante alguns minutos, para então se dizer preparado para a morte. Fora da prisão houve comemoração.

Ted Bundy era sádico, estuprador, assassino e necrófilo, Ted Bundy era uma das pessoas com mentes diabólicas.


Bons Pesadelos...

Os Filmes Mais Perturbadores do Planeta - Martyrs




SEXTA FEIRAAA e muitos me perguntam qual um filme bom pra assistir?
Eu já dei essa dica ALGUMAS vezes, e como o Getro veio mostrar também esse filme a vocês a dica está valendo! Se você ainda não viu, VEJA MARTYRS ESSE FIM DE SEMANA!

Tem Coragem?

É tudo que o Getro falou e um pouco mais...
Bons Pesadelos...