The Walking Dead

1º Temporada Completa de The Walkking Dead aqui no MEDO B!

Entrevista E-Farsas

Primeira entrevista do MEDO B ao site E-Farsas

Misteriosa Foto Amaldiçoada

Uma foto que esconde um mistério assustador

Já sonhou com este homem?

Milhares de pessoas no mundo todo já, e você?

Suco de baratas

Uma das primeiras "receitas" apresentada aqui nos Pratos Macabros

25 de fevereiro de 2010

Os sete monstros legendários

Problemas no PC... mas a semana foi boa, com direito a MEDO C o/ Pra finalizar mais uma ajuda da minha colaboradora, eu sei que vocês adoram os posts dela, entãooo vai lá... RAQUEL ;)


Oi geente =) Tudo okay com vocês?
Bem bem, dessa vez teremos aqui no meu quarto post para o MEDO B um pouco de folclore Tupi-Guarani. Espero que gostem :D



Kerana e Tau



A lenda começa quando Tau, o espírito e personificação do mau se apaixona perdidamente por Kerana, a linda filha de Marangatu.
Tau, disposto a conquistar Kerana, transformou-se em um jovem atraente e durante sete dias cortejou a moça, mas esta não lhe deu atenção. Após tentar de todas as formas conquistar o coração de sua amada, ele se viu sem esperanças, então, num rompante, sequestrou a garota para si a fim de levá-la embora. Porém, antes que pudesse fazê-lo, Angatupry (o oposto de Tau; o espírito do bem) apareceu e desafiou Tau a fim de poder salvar Kerana de suas mãos. A batalha entre o bem e o mau durou aproximadamente sete dias, mas durante um fraquejo de Angatupry, Tau aproveitou-se para escapar, acabando por levar Kerana para o mais distante possível de sua aldeia.
Neste ponto, existem duas variações da lenda. Na primeira, diz-se que enfurecido por ter deixado Tau escapar, Angatupry teria amaldioçoado a união do espírito do mau e Kerana, e em consequência disso, todos os sete filhos que viriam a nascer seriam monstros horríveis. Já na segunda, ao invés de Angatupry, a maldição teria sido lançado por Arasy, a grande Deusa, e todos os filhos exceto um teriam nascido como monstros.


Os Sete Monstros Legendários

Os sete são considerados figuras primárias na mitologia Guarani, e enquanto vários dos deuses menores ou até os humanos originais são esquecidos na tradição verbal de algumas áreas, estes sete são geralmente mantidos nas lendas. Alguns são acreditados até tempos modernos em áreas rurais. Os sete filhos de Tau e Kerana são, em ordem de nascimento:


- Teju Jagua



Teju Jagua tem corpo de lagarto e cabeça de lobo, que em algumas áreas difere, sendo descrito como corpo de lagarto e sete cabeças de cachorro.
É o Deus das cavernas e grutas e diz-se que ele habita uma caverna na montanha Jagualon, onde leva todas as presas que captura, devorando-as. Entretanto, há variações em sua descrição, sendo contado por algumas pessoas como um monstro que protege as grandes árvores e que só se alimenta de mel e frutas. Além disso, é tido como protetor dos tesouros Guaranis, mas há lacunas neste ponto.
Durante o verão, logo ao entardecer, diz-se que é possível ver Teju e seu irmão mais novo Jaci indo beber água nos lagos Upoa, Abau e Upakalai.


- Mboi Tu'i



Diz-se que na montanha Cabaju vive um monstro de cabeça de papagaio e corpo de serpente. Mboi Tu'i não só rasteja pela terra como também consegue voar em alturas não muito altas, por isso, pode se esconder em rochas altas enquanto caça. Entretanto, o habitat natural de Mboi é o deserto, e diz-se que ele é o espírito protetor de criaturas marinhas, da névoa, do deserto e das plantas. Ao contrário do que aparenta, não ataca as pessoas, e se alimenta de frutas e neblina.


- Moñai



É o espírito protetor da terra e do vento. Tem uma aparência semelhante a de Mboi, mas não só o corpo como sua cabeça também é de serpente. Possui duas enormes presas e seus dentes são finos e afiados como agulhas. Diz-se que Moñai vive no fundo de rios e/ou em desertos. Tem uma aparência ameaçadora mas não ataca pessoas nem animais, pelo contrário, protege todos os tipos de seres vivos.


- Jaci Jaterê



Com um nome que significa literalmente pedaço da Lua, é único dentre os seus irmãos a não possuir uma aparência monstruosa. Usualmente é descrito como um homem de pequena estatura, ou talvez uma criança, aloirado e as vezes com olhos azuis. Tem uma aparência distinta, algumas vezes descrita como bela ou encantadora, e carrega um bastão ou cajado mágico. Como a maioria de seus irmãos, habita na mata, sendo considerado o protetor da erva-mate. Algumas vezes é visto como protetor dos tesouros escondidos.
Jaci Jaterê também é considerado o senhor da sesta, o tradicional descanso ao meio do dia das culturas latino-americanas. De acordo com uma das versões do mito, ele deixa a floresta e percorre as vilas procurando por crianças que nao descansam durante a sesta. Embora seja naturalmente invisível, ele se mostra a essas crianças e aquelas que veem seu cajado caem em transe ou ficam catalépticas. Algumas versões dizem que essas crianças são levadas para um local secreto da floresta, onde brincam ate o fim da sesta, quando recebem um beijo mágico que as devolve a suas camas, sem memória da experiência.
Outras são menos claras, onde as crianças são transformadas em feras ou entregues ao seu irmão Ao Ao, uma criatura canibal que se alimenta delas. Muitas lendas Guarani têm muitas versões por serem apenas orais, mas está claro que a intenção é manter as crianças obedientes e sossegadas durante a sesta.
Como já foi dito, o poder de Jaci Jaterê vem de seu bastão mágico, e se alguém for capaz de tirar seu cajado, ele se atira ao chão e chora como uma criança pequena. Neste estado, se alguém perguntar pelos tesouros escondidos, recebe uma recompensa, lenda semelhante ao Leprechaun ou duende europeu.
Alguns estudos associam o Jaci Jaterê à gênese da lenda do Saci Pererê, que por influências africanas e europeias acabou por se distanciar das características originais.


- Kurupi



"Curupira", "taiutú-perê", são sinônimos para este homúnculo que habita as florestas verdes e que, em noites de lua cheia atormenta a vida dos índios e animais. Se alimenta de crianças e filhotes recém-nascidos e é reconhecido por seus gritos e gargalhadas malévolos. Costuma estuprar índios (homens) perdidos na floresta, assim como índias virgens, sendo que, se isto ocorrer em noites de lua nova, segundo a crença, será concebido um ser híbrido, pequenino e levado. Possui uma espécie de corda que de dia amarra na cintura como um cinto e mais à noite maneja como bem quer, usando-a para capturar suas presas.


- Ao Ao



É um monstro semelhante a um carneiro, mas possui longas e afiadas garras que usa para atacar as pessoas que caminham pela floresta.
O seu nome é derivado do som que faria ao perseguir suas vitimas. O primeiro Ao Ao teria uma enorme virilidade e por isso é identificado como o principio da fertilidade pelos guaranis. Produziu grande descendência igual a ele, e servem coletivamente como senhores e protetores das colinas e montanhas.
É descrito ainda como sendo canibal devorador de gente. Embora sua descrição física seja claramente inumana, é meio humana por nascimento, então o termo canibal se aplicaria. De acordo com a maioria das versões do mito, quando localiza uma vítima para sua próxima refeição, persegue o infeliz humano por qualquer distância ou em qualquer território, não parando até conseguir sua refeição.
Se a presa tentar escapar subindo em uma árvore, o Ao Ao circundará a mesma, uivando incessantemente e cavando as raízes até a árvore cair. De acordo com o mito, a única árvore segura para escapar seria a palmeira, que conteria algum poder contra o Ao Ao, e se a vitima conseguisse subir em uma, ele desistiria e sairia em busca de outra refeição.


- Luison



O Luison é uma criatura detentora do poder sobre a morte. Seu nome é derivado do nome de outra criatura mitológica, o lobisomem.
Acredita-se que seja semelhante a um macaco de olhos vermelhos, com barbatanas de peixe e um enorme falo (de anta) mas é descrito também não como um "lobisomem", mas sim como um "homem-cachorro". Nas noites de terça e sexta-feira ele se transforma, virando uma espécie de lobo de cabeça anormalmente grande comparado ao corpo e vaga pelos cemitérios, comendo a carne dos cadáveres. Ele ataca as pessoas que passarem por ali e dos sete irmãos é o mais temido, pois não aparece somente na Lua-Cheia como os Lobisomens, mas também em noites de tempestade. Ainda assim, nas noites de lua-cheia é quando se sente mais "disposto", e diz-se que é possível avistar Luison encabeçando um bando de cães de rua enquanto vagam despreocupados cidade à fora.


Bons Pesadelos...

40 comentários:

  1. A "corda" que o tal de Kurupi usa na cintura é o proprio pinto! xD Ele estupra homens?? Que medaaa!! kkkkkkkkkkk

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  2. parabens novamente raquel!!!
    outro pos t mto interessante

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  3. O Curupa usa o pau enrolado na cintura.
    TENSO.

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  4. Belo post.Outro ótimo trabalho da Raquel!

    Um post muito cultural e o melhor: ilustrativo!

    Parabéns novamente^^

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  5. concordo com o q disseram, aquilo não é uma corda... .-.
    mas mesmo assim o post muito bom, tipico da Raquel^^

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  6. aee, muito bom saber um pouco de mitologia da nossa região (:

    muito bom o post!

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  7. é, aquilo definitivaente não é uma corda O.O

    Fiquei meio co9nfuna com isso: "e se alimenta de frutas e neblina"
    Comer neblina? comofass?

    Otimo post ;)

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  8. Kurupi:

    Isso nao e um monstro e so um cara bem dotado... olha o que a inveja faz com as pessoas....

    hseuhsaehuaseuhea

    euri;

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  9. Tupi-Guarani?????
    q eu saiba, essas criaturas são do folclore paraguaio =x
    Guarani

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  10. Raquel, gostei muito do tema, mas voce não teria fonte como livros e o museu onde foram tiradas as fotos?

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  11. Kurupi
    "Possui uma espécie de corda que de dia amarra na cintura como um cinto e mais à noite maneja como bem quer, usando-a para capturar suas presas"

    ... É impressao minha ou essa "corda" tem testiculos?

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  12. não é impressão, tem msm.
    "e mais à noite maneja como bem quer"
    rashei com essa frase...

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  13. vc pegou essas fotos do wikipedia!!
    e sim, as criaturas são do folclore Paraguayo.. Não tem nada de Tupi-guarani nisso não!!!

    Fonte http://es.wikipedia.org/wiki/Mitos_del_Paraguay

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  14. É, aquela "corda" do Kurupi realmente não é uma corda...
    ... É impressao minha ou essa "corda" tem testiculos?+1
    KKKKK! XD
    Muito interessante tudo isso! Adorei o post!
    Valeu Raquel! *-*

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  15. Caramba, amei o post.Pra ver que não é só lá fora que existem bichos estranhos. Imagina um filme sobre esses seres?COM CERTEZA assistiria:d
    Parabens pelo post!

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  16. Esbarrei no Medob por acaso, baixei o medocast de lendas urbanas e vim ler o medob A NOITE ¬¬ (ok, essa parte foi uma burrice, já que acredito no sobrenatural e já aprendi que quando te dizem "tem coragem?" a opção mais sensata é dizer "NÃO!" e vazar)
    Maaaaaaaaas apesar dos pesares, eu vou ler o resto do blog e ver os videos amanhã, quando tiver sol, rsrsrs

    Podem ter certeza que ganharam uma leitora assídua, fazia tempo que eu não via um site de terror que valesse a pena ^^

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  17. Muito bom post.
    Tenho um amigo que se parece muito com um dos monstros. Não vou mais chamá-lo pelo nome, Luizâo, mas sim de Luison.

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  18. O cara usa um "chaveiro" pendurado na "corda"?!

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  19. HAUHAUAHUAHUHAU

    É, eu só percebi que a 'corda' era o...hm, 'membro' do bichinho depois, quando fui passar as fotos pro Medo.
    Foi mal gente, mas eu é que não ia escrever 'maneja o pênis como bem quer', né? HAUEHUEHU

    Bom, quanto à origem da lenda eu não posso afirmar com certeza. Peguei em um blog japonês e lá estava como 'folclore Tupi-Guarani', assim como na Wikipédia.
    Me desculpem se estiver errado, mas o que vale é a intenção. =P

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  20. Ah sim, estas fotos foram tiradas no "Museu Mitológico de Capiata", que fica em Assunção, Paraguai. =)

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  21. excelente post Raquel ^^ as fotos que deram mais medo rsrsrsr
    O bando de bicho feio mistura de gremeli com chupa cabra rrrss

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  22. Nossa bastante legal adorei bjus Medo B e pra vc Raquel

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  23. essa ''corda'' do curupira aí, sei não... rs

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  24. minha avó contava umas historias de interior.Eu ouvia quando pequeno,ela contar de um tal de "bicho mamãe",e a descrição que ela fazia lembrava muito o Ao Ao.

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  25. Essas lendas são sim do Folclore Guarani E do Folclore paraguaio. Este último possui grande influência do primeiro, já que boa parte da população paraguaia tem descendência guarani. Tupi é simplesmente o nome que os portugueses chamaram os Guaranis, então Tupi-guarani é usado para denominar um só povo.

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  26. Opa! Sabidão Kasnoff X-9, ,desculpa mas tupi-guarani denomina diversos povos. Muito mais abrangente que os paraguaios. O Brasil tem nações tupi-guaranis e não moramos em Assunção. Vá ler mais. O post foi muito bom, Raquel. Parabéns! Foi uma das viagens mais delirantes desse blog. E olha que a turma tem surtado pro aqui. Os seres mitológicos sul-americanos. Alguns deles, né, pois existem centenas, milhares.

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  27. A turma tem surtado mesmo por aqui. Por isso, o blog tem esse charme.

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  28. Opa! Sabidão Kasnoff X-9, desculpa mas o termo “tupi-guarani” denomina diversos povos. Muito mais abrangente que somente os paraguaios. O Brasil tem nações tupi-guaranis e não moramos em Assunção. Vá ler mais. O post foi muito bom, Raquel. Parabéns! Foi uma das viagens mais delirantes desse blog. E olha que a turma tem surtado por aqui. Os seres mitológicos sul-americanos. Alguns deles, né, pois existem centenas, milhares.

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  29. Mas, analisemos esses sete cruz-credos que nasceram de um demônio com uma índia tarada. O tal demo caipira do mato conseguiu tapear uma tribo inteira (ninguém fez nada), furunfou feito doido com a índia sem bunda, que foi pacificamente saciar seus instintos carnais. Safada! Quenga! Eis que, do espírito estuprador com a índia peito caído, nasceram monstros deformados e toscos. Imaginem essas coisas saindo do ventre da donzela! O primeiro é um dragão (Mas, com cabeça de lobo? Na América do Sul, não há esse tipo de lobo livre em florestas). O segundo é uma mistureba de... papagaio (?) com serpente. Não seria a tradicional serpente alada, tão famosa na Américas e que desfila na Marquês de Sapucaí todos os anos? O terceiro é uma serpenta mona. Depois, o cruzamento do Saci Pererê com um anão gay e com o Curupira.

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  30. O seguinte é o próprio Curupa, após acordar com o fiofó coçando, dente podre e pé pra frente. O detalhe do pintão dele fica pra vocês. O outro é uma bichona, o próprio chupa-cabra. O negócio dele é sair chupando tudo. É o rei do boquete amazônico. Melhor que o boto. Por fim, e não menos importante, um cabeleireiro chamado Luisão que, nas noites enluaradas, coloca uma peruca com laquê e sai uivando atrás de bofe.

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  31. O seguinte é o próprio Curupa, após acordar com o fiofó coçando, dente podre e pé pra frente. O detalhe do pintão dele fica pra vocês. O outro é uma bichona, o próprio chupa-cabra. O negócio dele é sair chupando tudo. É o rei do boquete amazônico. Melhor que o boto. Por fim, e não menos importante, um cabeleireiro chamado Luisão que, nas noites enluaradas, coloca uma peruca com laquê e sai uivando atrás de bofe.

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  32. Alguns protegem, outros comem e enrabam as pessoas e animais. Às vezes, irmão “come” irmão. É uma suruba mitológica. Amo o folclore. Medo mesmo tenho dos políticos, traficantes e assaltantes. Ainda descubro o que vocês estão cheirando por aqui.

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  33. caraca o Kurupi e bem dotado em, o cinto e pra amarra o penis do cara..
    ele estupra homems perdidos na mata, entao e melhor toma cuidado pq coitado do cara q ele pega........

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  34. achei a mitologia guarani bem interessante. nota:oque o kurupi tem enrrolado nao e uma corda e sim o pinto!

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