Mas algumas estão lá para proteger e assustar visitantes indesejáveis, e não fazem questão nenhuma de serem agradáveis...
Entraria num prédio com essa recepção ?








Matéria tirada do blog curiosidades na net
Bons Pesadelos...








iosos.
abava de cumprir uma pena de dez anos, em 1964, quando formou uma comunidade hippie em Spahn Ranch. Charles tinha idéias grandiosas e os seus seguidores, ou “Família Manson” como eram conhecidos, jovens homens e mulheres, consideravam-no a reencarnação de Jesus Cristo. O próprio Manson acreditava nisso e ainda dizia que os Beatles conversavam com ele através de suas canções.
m seu julgamento em troca de imunidade. Ela não concordava com os assassinatos, apesar de ter presenciado alguns.









Aqui vai uma lista dos clássicos do terror pra todos os gostos. Filmes das antigas e por mais que alguns já tenham ganhado um “remake” os originais merecem ser assistidos!
Esse não pode faltar, né? Depois de muito tempo fechado, alguns monitores vêm passar uns dias no local que por muitos ficou conhecido como o “Acampamento Sangrento”. Ignorando os avisos, eles preferem se divertir e passar o final de semana cantando e fazendo amor. Mas não esperavam que alguém fosse brincar de “Mate o Monitor”. Assim, um por um eles vão morrendo sem que os outros descubram.
O clássico de David Lynch é a coisa mais próxima de estar preso em um pesadelo: Não faz muito sentido, mas você tem a sensação de algo está sempre errado. Lynch emprega jantares que andam fora do prato, estranho silêncio ensurdecedor e uma criança que faz o Bebê de Rosemary parecer bonitinho e fofinho.
“O Exorcista " (1973)
O verdadeiro terror de “O exorcista” não está na possessão satânica, mas sim na impotência de uma mãe a tentar salvar uma criança. Uma tonelada de efeitos especiais, fantásticos para a época, são aplicados e o diretor, William Friedkin, cria um dos maiores clássicos do terror mundial
O filme de John Carpenter é culpado pelo surgimento dos filmes de terror do estilo “susto”, que destruiu o gênero nos anos 80. Mas o “Dia das Bruxas” possui um estilo e uma intensidade que a maioria dos seus copycats falha. Desde a abertura - quando vemos através dos olhos do menino Michael Myers como ele causa o assassinato de sua irmã - em diante, o filme baseia-se no suspense e não no sensacionalismo. O nosso medo é causado por o que poderá vir a acontecer, em vez de eventos atuais. Carpenter gasta uma boa quantidade de tempo na escuridão, fazendo-nos ver coisas que podem ou não estar lá. Vale assistir!
“Inverno de Sangue em Veneza” (1973)
Após o trágico acidente que culminou na morte de sua filha, o casal Laura (Julie Christie) e John Baxter (Donald Sutherland) mudam-se para Veneza, afim de esquecer a tragédia. Porém, lá chegando, uma mulher diz que sua filha está enviando mensagens do mundo dos mortos, iniciando uma perigosa relação de curiosidade sobre o outro lado da vida. Nicolas Roeg faz um filme rico em atmosfera irreal e trabalha em um nível puramente psicológico, desorientado, e constrói um terrível clima.
“O Massacre da Serra Elétrica” (1974)
Levemente baseado em fatos reais, conta a história de um grupo de jovens que, durante uma viagem de carro, cometem um erro no trajeto e acabam caindo no caminho de uma família de pessoas insanas, cujo filho utiliza uma serra elétrica para matar as pessoas, tratando-as como carne animal.
“A Hora do Pesadelo” (1984)
Antes de serial-killer Freddy Krueger se tornou uma referência da cultura pop. Ele representou o maior ídolo do terror desde Michael Myers. Depois de ser queimado vivo por cometer uma série de atentados contra crianças, Freddy Krueger encontra uma nova maneira de atacá-las: através de seus sonhos. Vale muito a pena assistir esse clássico de Wes Craven e todas as suas continuações (sendo que ele se deteriorou, infelizmente, pelo tempo).
“Suspira” (1977)
Um filme do italiano Dario Argento. Uma novata em uma elegante academia de balé européia percebe, aos poucos, que a escola é na verdade uma fachada para um mundo sinistro e bizarro, cujo objetivo é promover caos e destruição. O enredo quase não faz sentido, por isso aterroriza ainda mais você.
“A Noite dos Mortos Vivos” (1968)
Um satélite com radiação extra-terrestre acaba provocando a volta à vida das pessoas recém-mortas na Terra. Um grupo de pessoas, então, acaba se abrigando em uma casa isolada para escapar dos comedores de gente, enquanto esperam o resgate, em uma noite infernal. Um clássico do terror trash, que inspirou vários outros títulos e até games do diretor George A. Romero.
“Psicose” (1960)
Alfred Hitchcock se tornou com esse filme o pilar do terror contemporâneo. Mais do que apenas um filme, “Psicose” é um clássico dos clássicos. Hitch emprega todos os seus truques no filme como matar o personagem principal no meio do filme regado a uma tonelada de humor macabro. Norman Bates não é um monstro no sentido clássico, ele sugere que o maior mal pode esconder-se debaixo do mais agradável semblante. A cena do chuveiro é uma das cenas mais conhecidas da história do cinema.
Considera outro clássico? Fala dele ai pra gente...
Bons pesadelos...
Andrei Romanovich Chikatilo nasceu na Ucrânia em 16 de outubro de 1936 e se tornou o primeiro serial-killer conhecido da Rússia no séculos XX. Quando criança era, juntamente com seus irmãos, ato
rmentado pela história do sequestro e assassinato de seu irmão mais velho, Stepan, que teria sido canibalizado durante a grande fome que assolou a Ucrânia na década de 1930, porém nunca foi encontrado nada que comprovasse a existência de algum Stepan Chikatilo, não há registros de seu nascimento nem de sua morte.
Durante a juventude, Andrei sofreu muito com uma disfunção sexual que o tornou temporariamente impotente, causando-lhe certo abalo psicológico. Apesar de ter se casado e tido dois filhos, Andrei sempre acreditou que havia sido cegado e castrado ao nascimento, o que o levou a ter comportamentos mórbidos de violência e vingança.
Trabalhou em uma escola para rapazes em Rostov do Don, onde tornou-se alvo das brincadeiras dos alunos, que inicialmente o chamavam de "ganso" (devido a seu pescoço comprido e estranha postura), mas depois passaram a chamá-lo de "maricas", uma vez que passou a molestar estudantes no dormitório. Apesar de sua idade e tamanho, Andrei sentia-se intimidado pelos alunos, por isso passou a levar sempre consigo uma faca.
Sua verdadeira face foi descoberta quando seus crimes vieram à tona: durante anos Andrei Chikatilo matou e canibalizou dezenas de vítimas, na sua maioria crianças, que ele encontrava em estações de ônibus ou trens. Detido certa vez para averiguações, foi libertado logo depois, quando ficou comprovada a incompatibilidade entre seu sangue e o sêmen encontrado nas vít
imas (algo raro, mas possível de ocorrer). Isso só fez com que Andrei passasse a agir com mais despreocupação. Sua prisão só foi possível graças a determinação de dois investigadores, envolvidos com sua primeira detenção, que lembraram de seu nome depois que ele foi visto saindo de um bosque próximo a uma estação de trens, algo compatível com os locais onde as vítimas eram escolhidas e depois abandonadas. Ficou conhecido como o “Açogueiro de Rostov” e “O Estripador Vermelho”. Ele confessou o assassinato de 53 mulheres e crianças entre 1978 e 1990.
Em seu julgamento, Andrei definiu-se como um "aborto da natureza, uma besta louca", ao qual "só restava a condenação à pena de morte, o que seria até pouco para ele", nas palavras do próprio. Seu desejo foi atendido, com sua execução ocorrendo na prisão, em 14 de fevereiro de 1994, pelo pelotão de fuzilamento. Mas, antes disso, Chikatilo ainda pode chocar toda a sociedade russa, com as descrições sangrentas de seus crimes e de como fervia e arrancava testículos e mamilos de suas vítimas.
Filme:
O filme "Evilenko", de 2004, dirigido por David Grieco, estrelando Malcolm McDowell no papel do assassino, é baseado na história de Andrei Romanovic Chikatilo.




A polícia precisou de 14 anos para resolver os misteriosos assassinatos que o último maníaco da Rússia tramava em sua cabeça enferma. Quando policiais invadiram o apartamento deteriorado em que Alexander Pichushkin vivia com a mãe, em Moscou, em 2006, as coisas logo se tornaram claras. A polícia encontrou um tabuleiro de xadrez no qual Pichushkin, 33 anos, havia inscrito um número para cada vítim
a.
Conhecido na imprensa mundial como o "Assassino do Xadrez", ele deu início a uma série de homicídios em 1992, quando, ao completar 18 anos, empurrou pela janela um amigo da escola técnica que cursava. Para a imprensa, Pichushkin disse que esse crime aconteceu porque ambos disputavam o amor de uma colega de classe. Desde então, reconheceu que matou 63 pessoas e que sua intenção era chegar ao número de 64 vítimas – uma para cada quadrado de um tabuleiro de xadrez, que ele ia marcando macabramente com uma moeda à medida que cometia os crimes. Ao todo, 46 homens foram assassinados e dois sobreviveram. Ele também matou três mulheres e tentou matar uma quarta. Alexander ainda acompanhava com atenção o que a imprensa publicava sobre seus crimes, e se irritava muito quando detalhes que considerava essenciais estavam ausentes dos relatos.
Durante sua prisão, culpou a polícia por não ter encontrado todos os cadáveres, impedindo-o de ser o maior homicida da história da Rússia. Ele afirmou que pretendia bater o recorde de Andrei Chikatilo, notório serial killer que matou 52 pessoas.
A polícia conseguiu identificar o assassino por meio de uma pista deixada por uma de suas últimas vítimas, Marina Moskaleva, que deixou aos familiares o número do telefone de um "amigo" que a tinha convidado para um passeio. Quando foi detido, Pichushkin não ofereceu resistência e entregou à polícia o martelo de carpintaria com o qual tinha assassinado Marina e um tabuleiro de xadrez com quase todas as casas cobertas com moedas. Pichushkin afirmou que a Polícia o apanhou "por acaso" numa verificação de documentos, mas pareceu estar conformado com sua sorte. Ele disse que se não o prendessem talvez nunca fosse parar de matar. Com as provas reunidas sobre o caso, a acusação afirmou que ele matou durante 14 anos. Com a exceção de um crime, todos os outros homicídios ocorreram dentro do parque de Bittsevski, uma zona florestal no sul de Moscou. 
De acordo com a procuradoria, o assassino planejava meticulosamente seus crimes escolhendo o local e atraindo para lá as vítimas, em sua maioria homens idosos, homossexuais, alcoólatras ou tóxico-dependentes, convidando-as para beber vodka ou para se relacionarem sexualmente no parque. Quando já estavam embriagadas, atacava-as com um martelo de carpintaria ou uma garrafa. Sua assinatura, no entanto, era cravar uma garrafa quebrada na cabeça das vítimas depois de estrangulá-las com um cinto, também não se dava ao trabalho de esconder os cadáveres, que eram atirados em um esgoto a céu aberto.
Depois de preso foi condenado à prisão perpétua por ter assassinado 48 pessoas e por outras três tentativas. A primeira parte da pena - uma década e meia - será passada em isolamento. Além disso, o juiz estabeleceu que Pichushkin terá que fazer um tratamento psiquiátrico obrigatório, apesar de ter ressaltado que o assassino estava em pleno uso de suas faculdades mentais na época dos crimes.Quando questionado sobre se tinha compreendido o veredicto, Pichushkin respondeu com indiferença: “Não sou surdo! Compreendi”.
Frases de Pichushkin
“Para mim, uma vida sem assassinatos é como uma vida sem comida. Senti-me o pai de todas essas pessoas, já que fui eu quem lhes abriu a porta para outro mundo.”
"Eu tomei a coisa mais valiosa, a vida humana. Eu não levei nada de valor delas (as vítimas): dinheiro, jóias, eu não precisava disso. Eu me senti Deus.”
"Faz 500 dias que estou preso e que meu destino está sendo decidido. Até agora, eu só decidi o destino de 60 pessoas: fui juiz, promotor e carrasco.”
“Homossexuais eram as presas mais vulneráveis e fáceis de matar. Pareciam que pediam para serem mortos.”
Bons pesadelos...

de forma ereta e tem uma aparência humana, vivendo não somente em seus planetas de origem, mas também em cavernas e túneis aqui na Terra. Eles fizeram cruzamentos com humanos, criando "híbridos", que são possuídos pelos reptilianos puros. O DNA humano-reptiliano de um híbrido permite que eles passem da forma reptiliana para a humana, caso consumam sangue humano. Icke esboçou paralelos com a série de ficção científica dos anos 80 V - A batalha final, que retratava a Terra sendo invadida por aliens em forma de répteis disfarçados de humanos.
o dia 17 de março de 1942, também teve uma infância meio traumática: era espancado e chamado de "bichinha" pelo pai alcoólatra, sofreu um traumatismo craniano aos 15 anos, e em 1968 foi preso por estar praticando atos sexuais com um jovem no banheiro de um bar. Gacy começou a matar em 1972, e suas vítimas eram todos homens. Os rapazes recebiam propostas de emprego, iam até a casa de Gacy, eram embebedados, amarrados numa cadeira e sexualmente violentados.